<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606</id><updated>2011-09-01T10:20:07.622-04:00</updated><title type='text'>Blog do Islamic Chat - Notícias do Mundo Islâmico</title><subtitle type='html'>O blog onde você encontra notícias e curiosidades relacionadas ao Islã e os muçulmanos</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://islamicchat.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>113</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-1558111405915989031</id><published>2011-09-01T10:12:00.002-04:00</published><updated>2011-09-01T10:20:07.629-04:00</updated><title type='text'>Fim do Ramadã dá início a verdadeiro festival gastronômico</title><content type='html'>&lt;b&gt;MARCELO NINIO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;DE JERUSALÉM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; Todos os olhares no mundo islâmico se voltaram para o céu no início  desta semana, em busca do primeiro sinal da lua nova. A aparição indicou  o fim do Ramadã, mês sagrado dos muçulmanos, e o início de uma  verdadeiro festival gastronômico. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Embora o Ramadã gire em torno da leitura do Corão e do jejum diário, o  mês é também fortemente marcado pelas iguarias do "iftar", o jantar que  reúne as famílias para a quebra do jejum.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-hwGnjXzYpYI/Tl-TbZC6jkI/AAAAAAAAAG8/pJgjJwANQtU/s1600/iftar_Palestina.jpeg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 206px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-hwGnjXzYpYI/Tl-TbZC6jkI/AAAAAAAAAG8/pJgjJwANQtU/s320/iftar_Palestina.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5647394556534754882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;                    &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Jantar muçulmano para quebrar o jejum do Ramadã em hotel de Dhaka, em Bangladesh&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nos países muçulmanos, os dias de abstinência são uma corrida aos  mercados, em busca dos ingredientes que estarão nas mesas do "iftar" e  do "sohor", o café da manhã prévio ao jejum. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; As receitas variam de acordo com os costumes de cada país. Em comum  entre eles, a fartura das mesas, verdadeiros banquetes. Sobretudo no  momento da sobremesa, quando a degustação de doces pode durar horas. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; "Servimos os pratos típicos da cozinha árabe e adicionamos algumas  tradições do Ramadã, como o suco de tamarindo, as tâmaras secas e os  doces", diz Joseph Ghazzawi, gerente do hotel Ancars, em Ramallah, na  Palestina. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; No bufê montado sob uma tenda, que o gerente diz, orgulhoso, ser "a  única de Ramallah", uma mesa com 11 diferentes pratos quentes, além de  dez tipos de saladas. Entre eles, abobrinhas, maxixes e berinjelas  recheadas com arroz e carneiro, arroz com açafrão e passas, quiabo com  tomate, "cigarros" de folhas de uva com recheio de arroz e especiarias, e  uma bandeja com misteriosos embrulhos de papel laminado. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Dentro, um delicioso pedaço de carneiro feito no vapor, macio a ponto de  desmanchar-se na boca. As saladas são um mundo a parte, do humus (pasta  de grão-de-bico), a vários tipos de coalhada e legumes em conserva. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;b&gt;CORRIDA&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Depois de 15 horas em jejum, a corrida aos pratos é inevitável. Seis TVs  ornamentam a tenda, alternado passagens do Corão e pegadinhas da  televisão egípcia. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; O jejum é em geral quebrado com algumas tâmaras secas ou suco de  tamarindo. Em seguida, um caldo ralo com "friki", o trigo assado que é  obrigatório nas mesas do Ramadã. Até os cristãos de Israel entram no  clima. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; "Não jejuamos, mas gostamos de ir a restaurantes no 'iftar' e participar  da confraternização", diz Vera Juries, cristã de Jerusalém. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Na mesa das sobremesas, dez tipos de doces. Há desde os tradicionais  "baklawa" (pastel de massa folhada) e "knafe" (massa fina com queijo),  musses, tortas e massas fritas e "basbousa" (bolo com calda de rosas). &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Durante um mês (que pode variar de 29 a 30 dias, segundo o calendário  lunar) é proibido comer, beber, fumar e praticar sexo da alvorada até o  pôr do sol. Isso às vezes significa café da manhã às 3h. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; "Acordo, como e volto a dormir", diz Wael Alqarra, que trabalha em uma  organização humanitária em Gaza. "É um grande café da manhã, só que no  meio da noite", diz. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; De Jerusalém a Teerã, a comida muda as cidades durante o período do Ramadã. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Patrícia Chiarello, que no início de agosto tornou-se a primeira  diplomata brasileira a servir no Irã, ficou surpresa com o comércio de  rua que surge no fim do jejum. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; "Uma coisa curiosa é a aglomeração de pessoas em frente a restaurantes  ou até pequenos quiosques que vendem sopa na cidade. De repente, é dada a  largada e todos avançam para comer."&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/comida/968467-fim-do-ramada-da-inicio-a-verdadeiro-festival-gastronomico.shtml"&gt;Folha de São Paulo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-1558111405915989031?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1558111405915989031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1558111405915989031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2011/09/fim-do-ramada-da-inicio-verdadeiro.html' title='Fim do Ramadã dá início a verdadeiro festival gastronômico'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-hwGnjXzYpYI/Tl-TbZC6jkI/AAAAAAAAAG8/pJgjJwANQtU/s72-c/iftar_Palestina.jpeg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-2184197906873262268</id><published>2011-02-06T12:04:00.004-04:00</published><updated>2011-02-06T12:12:17.795-04:00</updated><title type='text'>Muçulmanos e cristãos oram juntos na Praça Tahrir, na capital do Egito</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Z4ggwleSyIY/TU7HdGv75QI/AAAAAAAAAGw/2uoLj71Mi9g/s1600/egipcio%2Bora.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 206px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Z4ggwleSyIY/TU7HdGv75QI/AAAAAAAAAGw/2uoLj71Mi9g/s320/egipcio%2Bora.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5570609091945686274" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="font-style: italic;"&gt;Egípcio ora prostrado sobre bandeira do país na Praça Tahrir,  neste domingo (6); em seus óculos escuros, o crescente, símbolo do Islã,  e a cruz, símbolo do cristianismo (Foto: Reuters)&lt;/strong&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Muçulmanos e cristãos egípcios rezaram juntos neste domingo (6) na  emblemática Praça Tahrir, no centro do Cairo, ao mesmo tempo que governo e oposição pareciam esboçar um acordo para encerrar a crise política no país.  A praça virou a fortaleza dos manifestantes que, durante 13 dias,  exigiram a renúncia imediata do contestado presidente Hosni Mubarak.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  Os muçulmanos realizaram primeiro sua prece diária do meio-dia,  ajoelharam-se em direção a Meca, numa praça onde se produziu uma batalha  campal na quarta-feira passada, quando milhares de partidários do  presidente entraram em Tahrir para desalojar os opositores.&lt;/p&gt;Depois, um grupo evangélico entoou duas canções, uma delas pedindo a  paz, enquanto milhares de pessoas agitavam a bandeira egípcia fazendo um  V da vitória com as mãos. Em seguida, um religioso cristão, Ihab  Jarrat, leu através de alto falantes alguns salmos, concluídos com um  "amém" geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://g1.globo.com/crise-no-egito/noticia/2011/02/muculmanos-e-cristaos-oram-juntos-na-praca-tahrir-na-capital-do-egito.html"&gt;Globo.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-2184197906873262268?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/2184197906873262268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/2184197906873262268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2011/02/muculmanos-e-cristaos-oram-juntos-na.html' title='Muçulmanos e cristãos oram juntos na Praça Tahrir, na capital do Egito'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Z4ggwleSyIY/TU7HdGv75QI/AAAAAAAAAGw/2uoLj71Mi9g/s72-c/egipcio%2Bora.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-7904710546916090627</id><published>2010-10-24T14:46:00.000-04:00</published><updated>2010-10-24T14:47:35.863-04:00</updated><title type='text'>Cameron proíbe ministra muçulmana de assistir conferência islâmica</title><content type='html'>&lt;p&gt; O primeiro-ministro britânico, David Cameron, proibiu a única ministra  muçulmana de seu governo, Sayeeda Warsi, de assistir a uma conferência  islâmica realizada neste domingo em Londres, informa neste domingo o  jornal "The Guardian". &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Warsi, de origem paquistanesa, membro da Câmara dos Lordes e sem  ministério, recebeu instruções de Cameron para não comparecer ao evento  considerado a maior reunião multicultural realizada na Europa. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; O objetivo da conferência é melhorar as relações entre as diversas  comunidades, mas seus críticos assinalam que alguns dos oradores  previstos justificaram publicamente os atentados suicidas e falaram em  favor da Al Qaeda, homofobia e terrorismo. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Warsi, advogada e respeitada dentro da comunidade islâmica  internacional, acredita que polemizar abertamente com os extremistas em  atos públicos é a forma mais eficaz de enfrentar ao fundamentalismo do  que negar-se a isso.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/mundo/819456-cameron-proibe-ministra-muculmana-de-assistir-conferencia-islamica.shtml"&gt;Folha de São Paulo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-7904710546916090627?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/7904710546916090627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/7904710546916090627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2010/10/cameron-proibe-ministra-muculmana-de.html' title='Cameron proíbe ministra muçulmana de assistir conferência islâmica'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-2135454875958487801</id><published>2010-10-10T12:58:00.003-04:00</published><updated>2010-10-10T13:04:55.727-04:00</updated><title type='text'>Esplendor e diversidade da arte islâmica</title><content type='html'>10/10/2010 - 08h00&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Esplendor e diversidade da arte islâmica&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;EUCLIDES SANTOS MENDES&lt;br /&gt;DE SÃO PAULO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com mais de 300 obras oriundas da Síria, do Irã e de instituições brasileiras, a exposição "Islã" (no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro de 12/10 a 26/12, em São Paulo de 18/1 a 27/3 e em Brasília de 26/4 a 10/7) cobre 13 séculos de história (do 8º ao 20).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu acervo (veja galeria) reúne peças de ourivesaria, mobiliário, tapeçaria, vestuário, armas, utensílios, mosaicos, cerâmicas, objetos de vidro, iluminuras, pinturas, caligrafia e instrumentos científicos e musicais, que testemunham a diversidade cultural do islã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista à Folha, o professor de árabe na USP Paulo Daniel Farah --curador, com Rodolfo Athayde, da exposição-- comenta algumas obras em destaque e salienta que "as identidades islâmicas são múltiplas, pois foram incorporadas e reelaboradas tradições de regiões fundamentais como a África, os países árabes (tanto africanos quanto asiáticos) e a Ásia em geral".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Folha - Por que a maioria das obras que compõem a exposição veio da Síria e do Irã?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Paulo Daniel Farah&lt;/span&gt; - A Síria abrigou a primeira dinastia islâmica, a Omíada (661-750), cuja sede era em Damasco, e possui muitas das primeiras e mais significativas obras de arte islâmicas. Por isso, a Biblioteca e Centro de Pesquisa América do Sul-Países Árabes [BibliASPA, instituição dirigida por Farah] vinha negociando uma exposição com Damasco havia quatro anos, e que se insere numa proposta de cooperação arqueológica que inclui missões brasileiras na Síria, publicação de artigos científicos e curso de arqueologia a ser oferecido a partir do próximo mês em São Paulo, na BibliASPA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa negociação permitiu expor no Centro Cultural Banco do Brasil muitas obras que nunca saíram da Síria e que permitem ter uma visão bastante abarcante da sociedade muçulmana. Com o intuito de refletir a diversidade cultural islâmica, também se expõem obras de países como Irã, Marrocos, Mali, Mauritânia, Líbia, Líbano, Burkina Fasso, Níger, Nigéria e Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Quais são as peças em destaque?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Entre outras, uma pedra de basalto na qual se entalhou um texto, no século 8º, um dos principais vestígios da escrita árabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma parte da exposição é dedicada ao palácio do deserto Al Hayr Al Gharbi (séc. 8º, na Síria), do qual se expõem esculturas, estuques ornamentados, barreiras, adornos e outros objetos que permitem observar influências locais na arte islâmica e a percepção que mescla a crença na unidade de Deus e na inexistência de intermediários na relação com o divino. No islã, Deus é único, mas sua criação é múltipla. Tal multiplicidade, ordenada conforme leis que desvendam o Criador, reflete-se nos arabescos, nas composições geométricas e em sua miríade de formas. Trata-se da multiplicidade com base na unidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também destacaria as obras da sala dedicada à caligrafia, uma arte islâmica por excelência, extremamente refinada. Em pedra, madeira, tecido, metal, papiro, pele de gazela, cerâmica e outros suportes, as obras caligráficas revelam uma diversidade notável de estilos. A adoção da caligrafia árabe em boa parte dos territórios entre o Atlântico e o Índico, suporte gráfico que também serviu como ornamento na arte, exerceu um fator de unificação impressionante no "Dár al-Islám", as terras de presença islâmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Qual é o papel histórico-cultural do islã na formação do Ocidente?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Durante o período contemporâneo à Idade Média europeia, os países da órbita islâmica aprimoravam diferentes áreas da ciência. Cidades como Bagdá, Damasco, Cairo, Córdoba, Fez e Samarcanda abrigaram grandes centros de estudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para citar alguns nomes de grandes sábios que influenciaram a Europa e outras regiões, há que se mencionar Abu Ali al Hussain Ibn Sina (Avicena, 980-1037), autor de um "Cânone de Medicina" cuja tradução latina foi utilizada na Europa durante séculos, e Ibn Battuta (1304-68), erudito versado em exegese, retórica, lógica e direito que viajou em busca do conhecimento e reuniu em "Rihla - Obra-Prima das Contemplações sobre as Curiosidades das Civilizações e as Maravilhas das Peregrinações" um relato único sobre cidades como Mogadício, Mombaça, Damasco, Jerusalém, Meca, Kufa, Cairo e muitas outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A exposição apresenta instrumentos associados ao desenvolvimento científico, como astrolábios e quadrantes, que serviram, no contexto da astronomia islâmica, para corrigir tabelas astronômicas e de coordenadas geográficas e para calcular a obliquidade da eclíptica com uma precisão muito maior do que jamais se alcançara antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível recordar que o navegante Ibn Majid, que acompanhou o português Vasco da Gama em suas viagens, redigiu em 1489 um manual sobre a arte da navegação. E que matemáticos árabes introduziram na Europa os algarismos conhecidos como arábicos e o conceito do número zero (que veio do árabe "sifr"), fundamental para chegar aos números negativos. A trigonometria e a álgebra (de "aljabr", ciência árabe que traduz a ideia de "forçar cada termo a ocupar seu devido lugar") foram desenvolvidas, sobretudo, por adeptos do islã. Em 875, Muhammad al Khwarizmi (de onde veio o termo algarismo) utilizou uma letra para representar a incógnita; o uso do "x" vem de "shay" (coisa, em árabe).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso do Brasil, é fundamental recordar que muçulmanos organizaram o principal levante urbano contra a escravidão na América: a Revolta dos Malês, em 1835, em Salvador. Desde cedo, desenvolveram a noção de pertencimento à "umma", a comunidade islâmica, como se verifica na narrativa do imã Abdurrahman Al-Baghdádi, o primeiro relato de um erudito muçulmano acerca do Brasil (o texto é analisado em "Deleite do Estrangeiro em Tudo o Que É Espantoso e Maravilhoso - Estudo de um Relato de Viagem Bagdali"; Al-Baghdádi esteve no Brasil no século 19).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Como os povos islâmicos encaram a própria história e cultura?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O saber e a reflexão foram bastante valorizados desde a época do profeta Muhammad, a quem a primeira palavra revelada foi "lê" (iqra'). Entre os "ahadith", ditos atribuídos a Muhammad, há vários que incentivam a pesquisa, como "buscai o conhecimento ainda que na China" e "buscai o conhecimento do berço até o túmulo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Alcorão e os ensinamentos sobre a importância da investigação anunciavam uma atitude que estimularia distintas áreas do conhecimento e resultaria em inovações científicas notáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Bagdá, a Casa da Sabedoria ("Bayt al-Hikma"), fundada em 830, liderou um grande projeto de tradução para o árabe que também contou com a ajuda de sábios cristãos e de outras religiões. Nesse local, produziu-se um conjunto significativo de literatura científica em língua árabe, com livros traduzidos e comentados do grego, sânscrito, siríaco e persa, entre outros, além de muitos tratados originais. Atualmente, a reflexão crítica continua a fazer-se presente em centros de pesquisa de países majoritariamente islâmicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o princípio, os muçulmanos interagiram com muitas culturas e populações de religiões distintas. Assim, as identidades islâmicas são múltiplas, pois foram incorporadas e reelaboradas tradições de regiões fundamentais como a África, os países árabes (tanto africanos quanto asiáticos) e a Ásia em geral. Do Atlântico ao Índico, a presença muçulmana envolve reflexões e percepções variadas que refletem essa diversidade cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/812133-esplendor-e-diversidade-da-arte-islamica.shtml"&gt;Folha de São Paulo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-2135454875958487801?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/2135454875958487801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/2135454875958487801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2010/10/esplendor-e-diversidade-da-arte.html' title='Esplendor e diversidade da arte islâmica'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-6246757080900262011</id><published>2010-07-11T18:12:00.001-04:00</published><updated>2010-07-11T18:14:28.597-04:00</updated><title type='text'>Obama presta homenagem às vítimas de massacre em Srebrenica</title><content type='html'>O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, qualificou neste domingo o massacre de Srebrenica de "mancha em nossa consciência coletiva".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele exigiu, em nome do povo americano, a detenção do general servo-bósnio, Ratko Mladic, que passou à história como um dos culpados pela matança e pelo sangrento cerco a Sarajevo durante a guerra da Bósnia (1992-1995). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Por ocasião do 15º aniversário do genocício de Srebrenica, e em nome dos Estados Unidos, somo minha voz à daqueles que lamentam a grande perda e refletem sobre a tragédia inimaginável," disse Obama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O horror de Srebrenica é uma mancha em nossa consciência coletiva," afirmou, numa declaração divulgada em Washington, mas também lida durante a cerimônia pelas vítimas no cemitério perto de Srebrenica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acusado de genocídio, crimes de guerra e contra a humanidade pelo TPI (Tribunal Penal Internacional) da extinta Iugoslávia em 1995, o general Mladic, de 66 anos, é objeto de um mandato de detenção internacional desde 1996.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele é acusado, também, de ter comandado os 44 meses de cerco a Sarajevo que matou 10.000 pessoas em julho de 1995 e do massacre de 8.000 muçulmanos, homens e crianças, em Srebrenica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mladic é considerado um dos principais artífices da política de "limpeza étnica" na Bósnia, junto com o ex-presidente servo-bósnio Radovan Karadzic.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VINGANÇA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascido em 12 março de 1943 na cidade de Bozinovici, leste da Bósnia, Mladic passou a infância traumatizado pela morte do pai, assassinado pelas milícias croatas pró-nazistas ("ustachis") quando ele tinha apenas dois anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O menino, que com o passar dos anos chegaria a general, desenvolveu à medida que crescia um imenso ódio contra os ustachis e os muçulmanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ávido por vingança, converteu-se em defensor do povo sérvio, que considerava ameaçado de genocídio e condenado a desaparecer ante a entrada do Islã em território europeu, defendendo com capa e espada a idéia de uma "grande Sérvia". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como líder das milícias separatistas sérvias na Croácia, em 1992, depois da proclamação da Republika Srpska na Bósnia, foi nomeado comandante das forças sérvias da Bósnia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amparando-se na máxima de que "as fronteiras sempre foram traçadas com sangue e os Estados, delimitados com túmulos", Mladic permaneceu imperturbável e sem piedade à frente do cerco de Sarajevo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em julho de 1995, as tropas sob as ordens do general se apoderaram do enclave muçulmano de Srebrenica, que estava teoricamente sob proteção das forças da ONU, e fizeram estragos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano seguinte, por uma ordem de detenção internacional, Mladic foi destituído, tendo se entrincheirado em seu feudo de Han Pijesak, uma base militar próxima a Sarajevo, e dali se deslocou a Belgrado, onde desfrutou de uma vida aprazível até a queda no 2000 do regime de Slobodan Milosevic.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguiram-se anos de desmentidos oficiais sobre a estada do general na Sérvia até que, em 2005, um relatório dos serviços secretos de Belgrado revelou pela primeira vez que tinha se escondido até junho de 2002 em território sérvio graças à ajuda de oficiais que o encobriam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em círculos nacionalistas, ele era considerado um "herói". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/mundo/765235-obama-presta-homenagem-as-vitimas-de-massacre-em-srebrenica.shtml"&gt;Folha de São Paulo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-6246757080900262011?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/6246757080900262011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/6246757080900262011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2010/07/obama-presta-homenagem-as-vitimas-de.html' title='Obama presta homenagem às vítimas de massacre em Srebrenica'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-318376952669574400</id><published>2010-07-11T11:21:00.001-04:00</published><updated>2010-07-11T11:26:17.609-04:00</updated><title type='text'>Vítimas são enterradas em cerimônia que marca 15 anos do massacre de Srebrenica</title><content type='html'>DA BBC BRASIL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Centenas de vítimas do massacre de Srebrenica estão sendo enterradas neste domingo em uma cerimônia para marcar o aniversário de 15 anos da pior atrocidade na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais de sete mil homens e meninos muçulmanos da cidade foram mortos por forças sérvias da Bósnia aliadas ao então presidente sérvio Slobodan Milosevic em julho de 1995.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os restos mortais de mais de 775 pessoas identificadas recentemente estão sendo enterrados no cemitério de Potocari, nos arredores da cidade, onde já estão quase quatro mil vítimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente sérvio Boris Tadic participa da cerimônia, no que é considerado um gesto significativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEGREGAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a guerra na Bósnia, Srebrenica foi designada protetorado da ONU, cuja segurança era mantida por tropas holandesas. Mas as forças sérvias da Bósnia passaram facilmente pelo Exército holandês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Corte Internacional de Justiça de Haia, na Holanda, qualifica o massacre em Srebrenica como genocídio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos sérvios na região, no entanto, rejeitam a forma como o massacre é relatado, segundo o correspondente da BBC em Srebrenica, Mark Lowen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O povo sérvio é retratado na mídia como tendo cometido genocídio, mas não foi assim", disse à BBC Mladen Grujicic, que trabalha para uma associação local que ajuda famílias de vítimas sérvias da guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nenhum sérvio contesta que houve um crime em Srebrenica, mas eles ficam insultados quando os números são manipulados", disse ele, adicionando que as vítimas sérvias foram esquecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar das tentativas de superar o passado, Srebrenica continua segregada 15 anos após a tragédia, segundo o correspondente da BBC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcando o aniversário do massacre, o primeiro-ministro britânico David Cameron disse que foi um "crime que envergonhou a Europa", apelando para que os responsáveis sejam punidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em março, o Parlamento sérvio aprovou uma resolução pedindo desculpas pelo massacre, dizendo que o governo deveria ter feito mais para prevenir a tragédia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/bbc/765157-vitimas-sao-enterradas-em-cerimonia-que-marca-15-anos-do-massacre-de-srebrenica.shtml"&gt;Folha de São Paulo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-318376952669574400?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/318376952669574400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/318376952669574400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2010/07/vitimas-sao-enterradas-em-cerimonia-que.html' title='Vítimas são enterradas em cerimônia que marca 15 anos do massacre de Srebrenica'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-5294084951242879223</id><published>2010-07-08T11:23:00.002-04:00</published><updated>2010-07-08T11:28:00.289-04:00</updated><title type='text'>As oportunidades do mercado halal</title><content type='html'>&lt;h2 style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O setor movimenta US$ 2,1 trilhões em todo o mundo e tem potencial  para atingir mais de um bilhão de consumidores&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;Por Katia Simões     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;!-- Créditos --&gt;Espalhados pelos cinco continentes, existem hoje 1,8 bilhão de  muçulmanos que consomem apenas alimentos e produtos industrializados  preparados de acordo com as orientações da lei islâmica, os chamados &lt;strong&gt;halal&lt;/strong&gt;.  De olho nesse&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;mercado&lt;strong style="font-weight: normal;"&gt;&lt;/strong&gt;,  que movimenta US$ 2,1 trilhões no mundo (US$ 1 bilhão só no Brasil,  segundo a Federação das Associações Muçulmanas), cerca de 300 empresas  nacionais já exportam com o selo halal. “Mais do que preceitos  religiosos, a certificação é garantia de qualidade de processos e de  alimentos confiáveis, o que abre portas para novos negócios”, afirma  Chaiboun Ibrahim Darviche, executivo do Serviço de Inspeção Islâmica,  responsável pela habilitação de plantas industriais e empresas com foco  no mercado halal.[...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...]“O Brasil é hoje o terceiro maior exportador de produtos halal do mundo,  perdendo apenas para a China e os Estados Unidos”, diz Tarrass. Além  disso, é um dos principais parceiros comerciais de vários países do  Conselho de Cooperação do Golfo, entre eles Emirados Árabes Unidos,  Kuwait, Omã, Líbano e Jordânia, que só aceitam produtos certificados  halal. No ano passado, exportou US$ 4,6 bilhões em produtos para esses  países — boa parte desse valor em carne de frango. Segundo a Associação  Brasileira de Empresas Exportadoras de Frango (Abef), 29 dos 33  frigoríficos associados fazem o abate halal. “As perspectivas para esse  mercado são excelentes”, afirma Francisco Turra, presidente da Abef. “A  população muçulmana tem uma taxa de natalidade superior à de outras  religiões e o consumo de carne de frango por pessoa, em países como o  Kuwait e os Emirados Árabes, supera 61 quilos per capita/ano. No Brasil,  é de pouco mais de 40 quilos.”&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;      Existe espaço  para investir tanto no mercado interno como para exportar, dizem os  especialistas. Para quem quer apostar no nicho, vale lembrar que o  Oriente Médio concentra apenas 20% da população islâmica mundial. A  maioria vive na Ásia (60%), e 300 milhões em países onde o islamismo não  é a religião majoritária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA: A reportagem foi editada. Para lê-la na íntegra visite esse link da &lt;a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI145700-17164,00-AS%20OPORTUNIDADES%20DO%20MERCADO%20HALAL.html"&gt;Pequenas Empresas Grandes Negócios&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-5294084951242879223?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/5294084951242879223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/5294084951242879223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2010/07/as-oportunidades-do-mercado-halal.html' title='As oportunidades do mercado halal'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-1598376707001045407</id><published>2010-05-23T11:08:00.003-04:00</published><updated>2010-05-23T11:43:57.130-04:00</updated><title type='text'>A polêmica sobre o véu na Europa</title><content type='html'>Raramente posto aqui minhas opiniões pessoais, limitando-me a postar notícias retiradas de jornais, mas lendo os comentários de algumas pessoas sobre a proibição do uso do véu notei que a maioria menciona os imigrantes que vão para a Europa. Alegam que se queriam manter todos os seus costumes de origem deveriam "ter ficado em seus países".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concordo em parte com esse ponto de vista. Se alguém acha que o país para onde imigrou é tão ruim a ponto de não querer pertencer à sua comunidade, não deveria ter migrado para ele. Já vi muito esse tipo de comportamento em imigrantes árabes que estão no Brasil e sempre me pergunto porque vieram para cá, em primeiro lugar. Mas o véu em si não impede integração alguma. É a própria postura da pessoa que a impede de se integrar a uma determinada comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que mais chama a minha atenção é que parece que as pessoas se esquecem que existem muitas muçulmanas convertidas, como é o meu caso, que usam o véu. O que fazer com elas? Elas não tem para "onde voltar" e não vieram de lugar nenhum. Nasceram e viveram em seu país de origem. O uso do véu é uma obrigação religiosa e não está delimitado por questões geográficas, mas o desconhecimento, muitas vezes incentivado pela mídia, gera esse tipo de desinformação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que fazer com uma francesa, alemã, belga, brasileira, etc., convertida que decidiu cobrir o rosto? Ela não é uma "estrangeira" e não abriu mão em momento algum de sua nacionalidade ao se converter ao Islã. Os "defensores da liberdade da mulher" estão negando a essas mulheres o direito de praticarem a religião que escolheram espontaneamente e cerceando seu direito de ir e vir para supostamente libertá-las. Não existe hipocrisia maior. Aceito sim, o argumento da segurança, mas existem meios de garantir a segurança sem precisar colocar uma mulher na prisão por estar vestida demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro argumento que vejo muito seria de que se uma ocidental vai a um país islâmico, ela tem que se cobrir. Primeiro, não é totalmente verdade. Com exceção da Arábia Saudita e Irã, nenhum outro país impede ocidentais de andarem descobertas nas ruas. No Egito e outros países da região existem praias onde as mulheres praticam topless. Acho um desrespeito da parte delas com a cultura local, mas elas fazem. Não é em qualquer praia, geralmente são praias localizadas nas áreas turísticas e, sabendo que lá encontrarão mulheres praticamente nuas, muitos egípcios deixam de frequentar essas praias. Ou seja, se privam em seu próprio país de frequentar um local de lazer. Então, pegar 2 ou 3 países como exemplo absoluto é desinformação ou má fé. E mesmo que esses 2 países proíbam mulheres de andarem descobertas, a situação não é a mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomando o Brasil como referência, um país onde as mulheres vão à praia praticamente nuas, ainda assim existem limites aceitáveis para a exposição do corpo. Uma pessoa pode ser presa se decidir tirar em público aquele naquinho de pano que lhe cobre a genitália. Então, mesmo um país em que a exposição do corpo é a norma, tem direito de estabelecer limites de acordo com o que é aceitável para a sua cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não uso o véu cobrindo o rosto, mas existem convertidas que usam. Não o considero obrigatório e, particularmente, acho que decidir cobrir o rosto só dificulta a situação das muçulmanas que querem obedecer esse mandamento religioso, gerando o que acontece agora na Europa: uma aversão ao uso do hijab como um todo. Cobrir o cabelo no Brasil já requer um alto grau de determinação e costuma criar barreiras no trabalho, barreiras que precisam ser vencidas com muita criatividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não ficaria em um emprego que me impedisse de usar o hijab e, por isso, desde que me converti não trabalho para ninguém. Sou autônoma. Acho que a justificativa do trabalho para não usar o hijab é meio fraca, mas cada uma sabe de si. O ponto é que as muçulmanas parecem ter ficado entre dois extremos:  não usar  o hijab ou cobrir tudo, inclusive o rosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meio termo, ainda mais se ele é a opinião predominante do ponto de vista religioso, é sempre a melhor alternativa, mas adotar o meio termo também vale para os supostos "defensores da liberdade e dignidade da mulher."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-1598376707001045407?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1598376707001045407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1598376707001045407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2010/05/polemica-sobre-o-veu-na-europa.html' title='A polêmica sobre o véu na Europa'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-6009008149394124628</id><published>2010-05-23T11:01:00.006-04:00</published><updated>2010-05-23T11:49:08.254-04:00</updated><title type='text'>Diferenças entre os tipos de véus islâmicos</title><content type='html'>Diante de toda a recente polêmica na Europa sobre o banimento do véu islâmico, achei interessante dar link aqui para uma explicação muito boa da Folha de São Paulo. Abaixo está a introdução da matéria e o link para a visualização online.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**********************************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1 style="font-family: georgia;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Veja as diferenças entre os véus islâmicos&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/mundo/veja-as-diferencas-entre-os-veus-islamicos.shtml"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--TEXTO--&gt; &lt;div class="articleBody"&gt; &lt;p&gt; DE &lt;b&gt;SÃO PAULO&lt;/b&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt; O véu islâmico está no centro de uma polêmica na Europa. O Corão, livro  sagrado do islamismo, determina que a mulher cubra o corpo e a cabeça no  momento das orações, e quando estiver em meio a homens que não sejam  seus parentes. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; O texto, contudo, permite diferentes interpretações de o quanto a mulher  pode mostrar do rosto e do corpo. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Entenda a diferença entre os véus: &lt;/p&gt;  &lt;p class="artFlash"&gt; &lt;a href="http://www.folha.com.br/1013912?w=650&amp;amp;h=380&amp;amp;v=8"&gt;Arte/Folha.com&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="artFlash"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="artFlash"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="artFlash"&gt;&lt;a href="http://www.folha.com.br/1013912?w=650&amp;amp;h=380&amp;amp;v=8"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-6009008149394124628?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/6009008149394124628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/6009008149394124628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2010/05/diferencas-entre-os-tipos-de-veus.html' title='Diferenças entre os tipos de véus islâmicos'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-2251102999919781676</id><published>2009-04-26T18:01:00.003-04:00</published><updated>2009-04-26T18:06:00.091-04:00</updated><title type='text'>Ser muçulmano está na moda</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;O protesto de um alemão muçulmano contra a publicação das caricaturas de Maomé e as reações violentas a ela se transformou numa grife que está conquistando os jovens muçulmanos da Europa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Z4ggwleSyIY/SfTaGd_O-EI/AAAAAAAAAGM/-f4Xi7EOMNU/s1600-h/Melih+Kesmen.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 220px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Z4ggwleSyIY/SfTaGd_O-EI/AAAAAAAAAGM/-f4Xi7EOMNU/s320/Melih+Kesmen.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329124063750060098" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;INOVADOR&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;      Melih Kesmen decidiu protestar contra as caricaturas do profeta Maomé e contra as manifestações violentas&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Melih Kesmen é um muçulmano de 33 anos que trabalha como designer na pequena cidade de Witten, na Alemanha. Ao contrário de 87% dos 3,2 milhões de seguidores do Islã que vivem no país, Kesmen nasceu na Alemanha, e se considera um “muçulmano europeu”. Em 2005, quando morava em Londres, foi um dos milhões de muçulmanos que sentiu ofendido com as caricaturas de Maomé publicadas pelo jornal dinamarquês &lt;em&gt;Jyllands-Posten&lt;/em&gt;. A reprodução do profeta é proibida no Islã, e a publicação, repetida por diversos outros jornais europeus, serviu para acirrar ainda mais a conturbada convivência do mundo ocidental com os muçulmanos. Kesmen, abalado tanto pela publicação das imagens quanto pelas violentas reações do outro lado do mundo, decidiu protestar. E hoje a manifestação se tornou a grife &lt;a target="_blank" href="http://www.styleislam.com/"&gt;StyleIslam&lt;/a&gt;, que vem conquistando cada vez mais os jovens muçulmanos europeus, como Kesmen, com mensagens pacíficas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Z4ggwleSyIY/SfTaaU3_t_I/AAAAAAAAAGU/WTNzfv1ZE4Q/s1600-h/I_love_my_prophet.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 224px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Z4ggwleSyIY/SfTaaU3_t_I/AAAAAAAAAGU/WTNzfv1ZE4Q/s320/I_love_my_prophet.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329124404901165042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;NA MODA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;À esquerda, a ideia que deu origem à grife: "eu amo meu profeta". À direita, uma defesa do "hijab", o véu muçulmano que causa polêmica na Europa: "Hijab, meu direito, minha escolha, minha vida"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Leia a matéria na íntegra na &lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI69980-15228-1,00-SER+MUCULMANO+ESTA+NA+MODA.html"&gt;Revista Época&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-2251102999919781676?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/2251102999919781676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/2251102999919781676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2009/04/ser-muculmano-esta-na-moda.html' title='Ser muçulmano está na moda'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Z4ggwleSyIY/SfTaGd_O-EI/AAAAAAAAAGM/-f4Xi7EOMNU/s72-c/Melih+Kesmen.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-3978603891714301683</id><published>2009-01-16T22:05:00.003-04:00</published><updated>2009-01-16T22:10:18.243-04:00</updated><title type='text'>Perda de Terra Palestina de 1946 a 2000</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Z4ggwleSyIY/SXE93LTpEBI/AAAAAAAAAGE/MOEsWKI8S7k/s1600-h/image001.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Z4ggwleSyIY/SXE93LTpEBI/AAAAAAAAAGE/MOEsWKI8S7k/s320/image001.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5292079055274315794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O mapa acima indica a perda de terra palestina de 1946 a 2000. As terras palestinas estão marcadas em verde.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-3978603891714301683?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/3978603891714301683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/3978603891714301683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2009/01/perda-de-terra-palestina-de-1946-2000.html' title='Perda de Terra Palestina de 1946 a 2000'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Z4ggwleSyIY/SXE93LTpEBI/AAAAAAAAAGE/MOEsWKI8S7k/s72-c/image001.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-4693424779276178551</id><published>2009-01-16T21:57:00.002-04:00</published><updated>2009-01-16T21:58:24.002-04:00</updated><title type='text'>Interrompendo a Guerra Criminosa de Gaza</title><content type='html'>Por Peter G Cohen – 10 de Janeiro de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ataque israelense sobre a população de Gaza é contra os Princípios de Nuremberg, os Acordos de Genebra e a Carta das Nações Unidas. É inquestionavelmente um crime de guerra e os Estados Unidos participou.&lt;br /&gt;Os EUA consentiram, se não aprovaram essa guerra. Forneceu os planos e as bombas que Israel usa para destruir a população de Gaza.&lt;br /&gt;De fato, forneceu bombas de perfuração de blindagem de urânio empobrecido (DU), embora os palestinos não tenham blindagem! Não estamos apenas matando civis de todos os sexos e idades, estamos envenenando sua terra e seus genes por gerações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A participação dos Estados Unidos nesse massacre é bem conhecida.&lt;br /&gt;Nos custará muito a longo prazo, porque está fazendo com que mais pessoas sejam voluntárias para ataques suicidas e outras a apoiar organizações terroristas. Encorajará o ódio aos americanos que forneceram todo tipo de apoio a Israel e até rejeitaram um cessar-fogo até que a situação mude, o que significa até que mais dos membros eleitos do Hamas e seus apoiadores tenham sido mortos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que podemos fazer? Primeiro podemos nos educar sobre a verdadeira história de Gaza, as violações contínuas das ordens do Conselho de Segurança da ONU por parte de Israel, as armas e táticas que nossa nação forneceu. A maioria das pessoas que apóia Israel tão cegamente não conhece os fatos. E essas mesmas pessoas não entendem que nossa indulgência cega a Israel criou um monstro que é detestado por muitos de seu próprio povo, como mostrado pela demonstração de 10.000 israelenses contra a guerra semana passada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O único meio de nós americanos podermos lavar o sangue de nossas mãos é pressionando nosso governo para terminar a guerra e pôr fim ao apoio a Israel, até que páre de ser uma nação violenta e perigosa e se torne um membro cooperativo e em busca da paz da Família das Nações. Por favor, deixe nossos representantes saberem como se sente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peter G Cohen, artista e ativista, é o autor de  &lt;a href="www.nukefreeworld.com"&gt;www.nukefreeworld.com&lt;/a&gt; e de numerosos artigos na internet. Email: aerie2@verizon.net&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-4693424779276178551?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/4693424779276178551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/4693424779276178551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2009/01/interrompendo-guerra-criminosa-de-gaza.html' title='Interrompendo a Guerra Criminosa de Gaza'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-5806932442459320126</id><published>2009-01-16T21:23:00.005-04:00</published><updated>2009-01-16T21:41:49.936-04:00</updated><title type='text'>Ativistas palestinos, judeus e outros ativistas locais fecham consulado israelense</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CUSUARIO%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt; 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&lt;![endif]--&gt;  &lt;p style="font-family: times new roman;font-family:arial;"  class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;São Francisco – Um grupo de nove ativistas – palestinos, judeus anti-sionistas e ativistas dos direitos dos imigrantes – bloquearam a entrada do consulado israelense às 8:30 do dia 15 de janeiro de 2009, em um protesto não-violento ao apartheid israelense e seus atuais ataques em Gaza.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  class="MsoNormal" style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="tw4winMark"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  class="MsoNormal" style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="tw4winMark"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"   lang="EN-US"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Os ativistas se acorrentaram usando algemas e cadeados, fecharam as portas do prédio e em torno de mais 40 pessoas se uniram a eles &lt;/span&gt;&lt;st1:personname style="font-family: times new roman;" productid="em apoio. A" st="on"&gt;em apoio. A&lt;/st1:personname&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; ação foi organizada em conjunto por palestinos e judeus locais em apoio a: um cessar-fogo imediato, a abertura de fronteiras terrestres, marítimas e aéreas para permitir suprimentos de emergência, e um fim ao suporte financeiro e político dos EUA a Israel.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;“Pelos últimos sessenta anos Israel tentou elimintar o povo palestino forçando-o a sair de suas casas e de suas terras, fazendo-os passar fome e matando-os,” disse Maria Poblet, uma ativista de direitos dos imigrantes. “Os cercos e ataques recentes em Gaza não são uma exceção, mas um lembrete brutal de que a matança de civis é uma parte regular da estratégia israelense.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Organizadores afirmam que a atual situação em Gaza não é um conflito entre dois povos de capacidades equivalentes, nem o motivo de Israel é a autodefesa. “Por um ano e meio Israel impôs sanções sufocantes sob a desculpa de atingir o Hamas, subjugando a população inteira pela falta de comida, água, medicamentos e outros recursos vitais,” afirmou Monadel Herzallah da Rede de Comunidades Palestina dos Estados Unidos. "Os recentes ataques por terra e ar são outro golpe brutal para a população de Gaza que já está preso em um campo de concentração de desespero e pobreza crescente.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A organizadora Sara Kershnar, da Rede Judaica Anti-sionista Internacional, resumiu o sentimento:  “Hoje, como palestinos, judeus e nossos aliados unidos, deixamos clara a nossa posição: estamos de um lado, o lado da justiça; Israel, um estado de apartheid, está no outro.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotos disponíveis em&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a style="font-family: times new roman;" href="http://www.flickr.com/photos/34399309@N02/" target="_blank"&gt;http://www.flickr.com/photos/34399309@N02/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;*Contato:* Harris Kornstein, (510) 343-6065, &lt;a href="mailto:harris.kornstein%40gmail.com" target="_blank"&gt;harris.kornstein@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;*Vídeo, áudio, e fotos disponíveis.*&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;Disponível para entrevistas:*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Monadel Herzallah, (408) 849-7977&lt;br /&gt;Nadeen Elshorafa, (310) 951-5465&lt;br /&gt;Maria Poblet, (510) 725-9646&lt;br /&gt;Sara Kershnar, (510) 685-5347&lt;/span&gt; &lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt; &lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;NOTA: Versão editada. A mensagem original, em inglês, pode ser lida abaixo na íntegra:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;*******************************************************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;*FOR IMMEDIATE RELEASE*&lt;br /&gt;January 15, 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Contact:* Harris Kornstein, (510) 343-6065, &lt;a href="mailto:harris.kornstein%40gmail.com" target="_blank"&gt;harris.kornstein@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;*Raw video, audio, and photos available.*&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;Available for Interviews:*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Monadel Herzallah, (408) 849-7977&lt;br /&gt;Nadeen Elshorafa, (310) 951-5465&lt;br /&gt;Maria Poblet, (510) 725-9646&lt;br /&gt;Sara Kershnar, (510) 685-5347&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;   &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Palestinian, Jewish, and Other Local Activists Shut Down Israeli Consulate*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SAN FRANCISCO – A group of nine activists – Palestinian, anti-Zionist&lt;br /&gt;Jewish, and immigrant rights activists – blocked the entrance of the Israeli&lt;br /&gt;Consulate beginning at 8:30am today, in nonviolent protest of Israeli&lt;br /&gt;apartheid and its current attacks on Gaza.  The activists chained themselves&lt;br /&gt;together using handcuffs and locks, locked the doors to the building, and&lt;br /&gt;were joined by a diverse rally of over 40 supporters.  The action was&lt;br /&gt;organized jointly by local Palestinians and Jews in support of: an immediate&lt;br /&gt;ceasefire; the opening of land, sea, and air borders to allow in emergency&lt;br /&gt;supplies; and an end to US financial and political support for Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"For the past sixty years, Israel has tried to eliminate the Palestinian&lt;br /&gt;people by forcing them out of their homes and off their lands, starving&lt;br /&gt;them, and killing them," said Maria Poblet, an immigrants' rights&lt;br /&gt;organizer.  "The recent blockades and attacks in Gaza are not an exception,&lt;br /&gt;but a brutal reminder that killing civilians is a regular part of Israeli&lt;br /&gt;strategy."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Linked arm in arm, Bay Area Jews, Palestinians and social-justice activists&lt;br /&gt;aim to increase pressure on Israel and its supporters in the face of the&lt;br /&gt;21-day siege on Gaza and the growing humanitarian crisis.   All nine&lt;br /&gt;activists were arrested after about two hours, charged with trespassing, and&lt;br /&gt;allowed to leave.  This action is one in a series that has moved from&lt;br /&gt;Toronto, to New York, to Los Angeles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organizers assert that the current situation in Gaza is not a conflict&lt;br /&gt;between two peoples of equivalent capacities, nor is Israel's motive&lt;br /&gt;self-defense. "For the past year and a half, Israel has enacted strangling&lt;br /&gt;sanctions under the guise of targeting Hamas, collectively starving the&lt;br /&gt;entire population of food, water, medicine, and other vital resources,"&lt;br /&gt;stated Monadel Herzallah of the United States Palestinian Community Network.&lt;br /&gt;"The recent air and ground strikes are another brutal blow to Gazans who are&lt;br /&gt;already trapped in a concentration camp of despair and growing poverty."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Activists also spoke out against the US pledge of more than $3 billion each&lt;br /&gt;year in unrestricted aid to Israel.  "Israel's use of US aid and military&lt;br /&gt;equipment violates our own laws.  We can choose to uphold US and&lt;br /&gt;international laws, or ignore them as we are now doing at the peril of our&lt;br /&gt;conscience and our place among all of humanity," said Nadeen Elshorafa of&lt;br /&gt;the General Union of Palestinian Students.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organizer Sara Kershnar of the International Jewish anti-Zionist Network&lt;br /&gt;summed up the sentiment: "Today, as Palestinians, Jews, and our united&lt;br /&gt;allies, we make our position clear: we are on one side, the side of justice;&lt;br /&gt;Israel, an apartheid state, is on the other."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-###-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;------------------------------&lt;br /&gt;[image: L-R: Nadeen Elshorafa, Monadel Herzallah, Sara&lt;br /&gt;Kershnar]&lt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/34399309@N02/" target="_blank"&gt;http://www.flickr.com/photos/34399309@N02/&lt;/a&gt;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;more photos available at: &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/34399309@N02/" target="_blank"&gt;http://www.flickr.com/photos/34399309@N02/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Profiles of Demonstrators*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Monadel Herzallah *(Fairfield, CA) is a labor activist with family in&lt;br /&gt;Gaza. Early this week, Monadel lost his 21-year old cousin Mohammad to&lt;br /&gt;Israeli violence. Monadel is the national coordinator of the US Palestinian&lt;br /&gt;Community Network.  Contact: (408) 849-7977&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Nadeen Elshorafa* (San Francisco) is a Palestinian activist whose family&lt;br /&gt;is from Gaza. Nadeen grew up in Egypt and is now getting a masters in&lt;br /&gt;international studies at San Francisco State University. Contact: (310)&lt;br /&gt;951-5465&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Andrea Salinas *(San Francisco) is a California native of Mexican descent.&lt;br /&gt;She works toward ending societies' reliance on the prison industrial complex&lt;br /&gt;and toward creating real community safety.&lt;br /&gt;Contact: (415) 203-4948&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Maria Poblet* (Berkeley) is a Latina immigrant rights organizer and poet&lt;br /&gt;who grew up in Argentina.&lt;br /&gt;Contact: (510) 725-9646&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Heba Nimr* (Oakland) is a Palestinian-Egyptian lawyer and mediator.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Marisol Arriola *(Berkeley) is a Mexican-American from a family of&lt;br /&gt;farmworkers. Marisol has been in the bay area for 15 years where she has&lt;br /&gt;worked as a union organizer, youth organizer, and advocate/caseworker for&lt;br /&gt;survivors of domestic violence and their families. She has served as a human&lt;br /&gt;rights monitor in the West Bank and Gaza Strip areas of Palestine. She is a&lt;br /&gt;member of SUSTAIN, Stop U.S. Tax Aid To Israel, and is currently a graduate&lt;br /&gt;student in the department of Social Work. Contact: (510) 485-4136&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Greg Hom *(San Francisco) is Jewish and Chinese, works in libraries, and&lt;br /&gt;is currently focusing his political work on ending Israeli apartheid. Greg&lt;br /&gt;is a member of the International Jewish anti-Zionist Network.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Mich Levy *(Oakland) is a teacher whose Jewish family immigrated to the US&lt;br /&gt;in the face of pogroms of Eastern Europe. Mich is a founder and organizer&lt;br /&gt;with the International Jewish anti-Zionist Network. Contact: (415) 430-8043&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Sara Kershnar *(Berkeley) is an anti-violence organizer. Her Jewish family&lt;br /&gt;emigrated to New York City in flight from the pogroms of Eastern Europe and&lt;br /&gt;after generations of flight starting with the Spanish inquisition. Sara is a&lt;br /&gt;founder and organizer with the International Jewish anti-Zionist Network.&lt;br /&gt;Contact: (510) 685-5347&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Fact Sheet on Gaza and Israeli Apartheid*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* THE PEOPLE OF GAZA: *Nearly 1.5 million Palestinians live in Gaza, many of&lt;br /&gt;them concentrated in one-half of the territory. In this area, the population&lt;br /&gt;density is nearly 20,000 people per square mile, one of the highest in the&lt;br /&gt;world. More than three quarters of Gaza's residents are refugees who were&lt;br /&gt;driven from their homes during past wars with Israel (in 1948 and 1967), and&lt;br /&gt;their descendants. Israel has permanently barred their return. Over half of&lt;br /&gt;these refugees still reside in Gaza's eight refugee camps. (BBC,&lt;br /&gt;&lt;a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/5122404.stm" target="_blank"&gt;http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/5122404.stm&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;THE OCCUPATION OF GAZA: *The Gazans have lived under Israeli occupation&lt;br /&gt;since the Six-Day War in 1967. Israel is still widely considered to be an&lt;br /&gt;occupying power, even though it removed its troops and settlers from the&lt;br /&gt;strip in 2005. Israel still controls access to the area, imports and&lt;br /&gt;exports, and the movement of people in and out. Israel has control over&lt;br /&gt;Gaza's air space and sea coast, and its forces enter the area at will. As&lt;br /&gt;the occupying power, Israel has the responsibility under the Fourth Geneva&lt;br /&gt;Convention to see to the welfare of the civilian population of the Gaza&lt;br /&gt;Strip. ("What You Don't Know About Gaza", Rashidi Khalidi, New York Times,&lt;br /&gt;January 7, 2009).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* THE BLOCKADE of GAZA:* Israel's blockade of the strip, with the support of&lt;br /&gt;the United States and the European Union, has grown increasingly stringent&lt;br /&gt;since Hamas won the Palestinian Legislative Council elections in January&lt;br /&gt;2006. Fuel, electricity, imports, exports and the movement of people in and&lt;br /&gt;out of the Strip have been slowly choked off, leading to life-threatening&lt;br /&gt;problems of sanitation, health, water supply and transportation. This&lt;br /&gt;amounts to the collective punishment — with the tacit support of the United&lt;br /&gt;States — of a civilian population for exercising its democratic rights.&lt;br /&gt;(Khalidi, New York Times).&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;THE CEASE-FIRE: *Lifting the blockade, along with a cessation of rocket&lt;br /&gt;fire, was one of the key terms of the June cease-fire between Israel and&lt;br /&gt;Hamas. This accord led to a reduction in rockets fired from Gaza from&lt;br /&gt;hundreds in May and June to a total of less than 20 in the subsequent four&lt;br /&gt;months (according to Israeli government figures). The cease-fire broke down&lt;br /&gt;when Israeli forces launched major air and ground attacks in early November;&lt;br /&gt;six Hamas operatives were reported killed. (Khalidi, New York Times).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* WAR CRIMES: *Israel's current assault on the Gaza Strip cannot be&lt;br /&gt;justified by self-defense. Rather, it involves serious violations of&lt;br /&gt;international law, including war crimes. Senior Israeli political and&lt;br /&gt;military leaders may bear personal liability for their offenses, and they&lt;br /&gt;could be prosecuted by an international tribunal, or by nations practicing&lt;br /&gt;universal jurisdiction over grave international crimes. ("Israel is&lt;br /&gt;committing war crimes." George Bisharat, Wall Street Journal, January 10,&lt;br /&gt;2009.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* ISRAELI APARTHEID: *Former South African President Hendrick Verwoerd&lt;br /&gt;observed as far back as 1961 that "Israel, like South Africa, is an&lt;br /&gt;apartheid state." In Palestine, the Zionist goal of controlling as much land&lt;br /&gt;as possible without Palestinians led to the large-scale expulsions of&lt;br /&gt;1947-48 and 1967. Today, 92 percent of Israel's land is defined as the&lt;br /&gt;"inalienable property of the Jewish people." Jews anywhere in the world have&lt;br /&gt;a "right to return" and claim citizenship, while Palestinians who were&lt;br /&gt;expelled from their homes are denied the "right to return" guaranteed by&lt;br /&gt;international law. Former President Jimmy Carter defines apartheid as the&lt;br /&gt;"forced separation of two peoples in the same territory with one of the&lt;br /&gt;groups dominating or controlling the other." This accurately describes the&lt;br /&gt;situation in the occupied West Bank, Gaza Strip and East Jerusalem, where&lt;br /&gt;Israeli settlers and soldiers totally dominate the indigenous Palestinian&lt;br /&gt;population. The policies Israel has implemented to carry out its 40-year-old&lt;br /&gt;occupation of the West Bank and Gaza Strip and expropriate Palestinian land&lt;br /&gt;closely mirror the "inhuman acts" that make up the UN Convention on the&lt;br /&gt;"Crime of Apartheid." (US Campaign to End the Israeli Occupation, "Why&lt;br /&gt;Apartheid Applies to Israel",&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.endtheoccupation.org/downloads/AAFWhyApartheid.pdf" target="_blank"&gt;http://www.endtheoccupation.org/downloads/AAFWhyApartheid.pdf&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;                           &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-5806932442459320126?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/5806932442459320126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/5806932442459320126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2009/01/ativistas-palestinos-judeus-e-outros.html' title='Ativistas palestinos, judeus e outros ativistas locais fecham consulado israelense'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-1061386495240390064</id><published>2009-01-01T17:54:00.006-04:00</published><updated>2009-01-01T18:08:47.347-04:00</updated><title type='text'>A conivência árabe no Massacre de Gaza</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; 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Dezembro/2008 – Ceprid - Com a conivência, aquiescência e aprovação da ONU, da Europa, dos Estados Unidos e dos reacionários governos árabes, Israel envolveu-se numa campanha de extermínio, um holocausto contra os palestinos. Israel jamais quis a paz, somente a rendição. A visão israelense de qualquer processo de paz baseia-se numa lista de “não(s)”: não ao direito de retorno, não ao reconhecimento dos direitos históricos e políticos dos palestinos em Jerusalém, não ao desmonte dos assentamentos, não ao estado palestino soberano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o objetivo final de impor sua própria visão de paz, Israel está inteiramente preparado para degradar a vida dos palestinos, limitando sua liberdade de movimento através de assassinatos e prisões, destruição de casas, universidades, mesquitas, hospitais e recursos agrícolas e pesqueiros. O cerco a Gaza é a prova clara do comportamento dos nazistas do século XXI: os sionistas. O massacre de Gaza é a prova clara dos novos SS: soldados sionistas. As alternativas para os palestinos são claras: abandonar o Hamas ou morrer, seja por meios militares, seja por meios “civis”, como o bloqueio e o cerco. Uma lição de democracia na mais pura forma pela “democracia do Oriente Médio” por excelência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para esta finalidade, Israel conta com seus melhores aliados que, apesar das aparências, não são os Estados Unidos e sim os reacionários regimes árabes. A Arábia Saudita e o Egito foram informados do ataque, conforme relatado pelo diário Al-Quds Al-Arabi, em sua edição de domingo, de 28/12. Uma hora antes de o ataque começar, a mídia saudita já acusava o Hamas pelo que acontecia, enquanto o jornal árabe Al-Sharq Al-Awsat, de Londres, publicava uma entrevista com Shimon Perez, dizendo que Israel não iria atacar Gaza e que os israelenses estavam “prontos para a paz”. Obviamente, uma entrevista que tem que ser encarada como uma manobra sionista com para permitir que o massacre fosse o mais completo possível, uma medida claramente explicada pelo repórter do jornal israelense Há’aretz, em sua edição daquele domingo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante dias, os jornais israelenses relataram o “sinal verde” dado pelos regimes árabes para a eliminação dos principais líderes do Hamas. Assim como fizeram durante a Guerra do Líbano, no verão de 2006, os reacionários regimes árabes sentiram um arrepio gelado percorrer a espinha quando movimentos político-militares, como o Hizbollah, derrotaram o onipotente exército sionista, ou o Hamas, que venceu as eleições democráticas e resiste a um cerco que dura mais de ano e meio. Os reacionários regimes árabes podem aguentar uma derrota (como a que o Hizbollah impôs a eles, mas não podem se esquecer que graças àquela derrota o Plano de Paz aprovado por uma ineficiente e inoperante Liga Árabe implodiu em 2002), mas não a duas. E o Hamas não é o Hizbollah. É muito mais fraco e foi esta realidade que permitiu e estimulou o massacre. O caso mais óbvio é o do Egito, que reforçou o fechamento de Rafah, apenas uma semana antes do massacre sionista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário geral do Hizbollah, Hassan Nasrallah, está certo quando acusa esses regimes de colaboração e de agir no sentido de derrotar o “último vislumbre de resistência” ao projeto neocolonial apoiado pelo imperialismo no Oriente Médio. Ele sabe do que está falando porque isto já foi feito a eles em 2006. E, portanto, ninguém esquece que a arrogância israelense não tem limites e que a ONU permitiu que o regime sionista fizesse o que gosta, no domingo 28: enquanto o massacre sobre Gaza estava em curso, cinco aviões de guerra sionistas mais uma vez violaram o espaço aéreo libanês, voando sobre Nabatia, Marjaun, Jiam e Arqoub. O que fizeram os soldados da ONU? Como de costume, nada. Afinal, eles estão lá para proteger os israelenses, não os libaneses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  class="MsoNormal" style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Os reacionários regimes árabes estão lá para se protegerem, não aos palestinos. Egito e Arábia Saudita conseguiram adiar para 31 de dezembro a “reunião de emergência” da ineficiente e inoperante Liga Árabe. Da mesma forma que fizeram no Líbano, eles preferiram dar tempo para que Israel acabasse ou enfraquecesse o Hamas, Para eles, aquela organização político-militar é o problema, não o regime sionista.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Egito jamais se esqueceu de que o Hamas se recusou a antecipar as eleições, conforme sugerido por Mubarak, com o objetivo de fortalecer Abbas. E, muito menos, aceitou que o Hamas se retirasse das conversações de “diálogo nacional”, até que o regime egípcio abrisse a fronteira com Rafah. O Egito não podia aceitar isto e este foi o motivo da aprovação realizado por Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, o mais miserável de todos os lideres árabes é Mahmoud Abbas, que se intitula “Presidente da Autoridade Palestina”, ao mesmo tempo em que acusa o Hamas de ser o responsável pelo massacre por ter-se recusado a ceder aos desígnios sionistas e ocidentais. Aproveitando-se da matança, ele já disse que assumirá a administração de Gaza se o Hamas for derrotado. Estamos lidando com um regime na Cisjordânia ao estilo de Vichy, tendo Abbas como seu general Pétain, servindo a Israel nazista do século XXI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançar tais indivíduos no lixo da história é uma obrigação. Derrotar os regimes árabes reacionários é um direito. A solidariedade com os movimentos populares árabes e, principalmente com os sindicalistas (1) egípcios tem que ser prioridade para o movimento antiimperialista mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o mesmo pode ser dito a respeito dos governos europeus e dos Estados Unidos. A chama grega, como a olímpica, deve espalhar-se na causa pela paz e justiça social. O capitalismo oferece apenas um tipo de paz verdadeiramente democrática, a do cemitério&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1) Hossam El-Hamalawy: "La resistencia en Egipto"&lt;a href="http://www.nodo50.org/ceprid/%20spip.php?article265"&gt; &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.nodo50.org/ceprid/spip.php?article265"&gt;http://www.nodo50.&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.nodo50.org/ceprid/%20spip.php?article265"&gt;org/ceprid/spip.php?article265 &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alberto Cruz é jornalista, analista político e escritor, especializado em relações internacionais.&lt;br /&gt;Centro de Estudios Políticos para las Relaciones Internacionales y el Desarrollo (&lt;a href="http://www.blogger.com/www.nodo50.org/ceprid"&gt;www.nodo50.org/ceprid&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  class="MsoNormal" style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  class="MsoNormal" style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Original em inglês: &lt;a href="http://www.informationclearinghouse.info/article21584.htm"&gt;Arab Connivance in the Gaza Massacre&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  class="MsoNormal" style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.informationclearinghouse.info/article21584.htm"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-1061386495240390064?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1061386495240390064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1061386495240390064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2009/01/conivncia-rabe-no-massacre-de-gaza.html' title='A conivência árabe no Massacre de Gaza'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-1972759813299003132</id><published>2008-07-31T19:13:00.007-04:00</published><updated>2008-07-31T19:40:14.958-04:00</updated><title type='text'>Banco sem pecados</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Adaptar produtos financeiros ao Alcorão virou um bom negócio para os bancos ocidentais, que já lideram o mercado de títulos islâmicos. Sem cobrar juros e longe da especulação, eles obedecem os preceitos religiosos e já atraem até clientes que não seguem as leis do Islã&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;por Camila Hessel&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Imagine um financiamento imobiliário em que as parcelas podem diminuir caso o imóvel se desvalorize. Ou um empréstimo bancário sem a cobrança de juros. Bom demais para ser verdade? Não para os clientes dos bancos islâmicos, que oferecem produtos e serviços compatíveis com a sharia, a lei religiosa que orienta não apenas os preceitos da fé, mas também o dia-a-dia (e as finanças) dos muçulmanos. Diz a sharia que dinheiro não pode gerar dinheiro e, portanto, estão proibidos a cobrança e o recebimento de juros. Pelas regras, "o dinheiro só existe para promover o desenvolvimento do mundo". Tradução: todo e qualquer recurso de um seguidor do Alcorão deve ser destinado a investimentos produtivos. Assim, o valor de qualquer produto financeiro deve refletir o de um bem tangível estabelecido como lastro. Se o preço de um imóvel hipotecado cai, por exemplo, o valor da hipoteca (ijara) seguirá na mesma direção. A relação entre banco e cliente é semelhante à de uma sociedade, em que lucro e prejuízo são compartilhados. &lt;p&gt;Mas as proibições não param por aí. Nenhum investimento pode ser direcionado a atividades vistas como pecado (haram). São condenadas pela sharia a fabricação e a comercialização de bebidas alcoólicas, carne de porco e armas. Jogos de azar, pornografia e todos os ramos da indústria do entretenimento, como o cinema e a televisão, também são atividades pecaminosas. É vetada ainda qualquer forma de especulação. "As finanças islâmicas são muito mais do que uma modalidade onde os juros são proibidos", afirma Angela Martins, diretora da área internacional do banco ABC Brasil. Apesar de ter capital árabe e uma subsidiária islâmica no Bahrein, o ABC é um banco comercial comum. Angela trabalha na instituição há 11 anos, interessou-se pelo assunto e o elegeu como tema de sua tese de mestrado, depois transformada no livro A Banca Islâmica (editora Qualitymark).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;"A essência da banca islâmica é evitar que qualquer das partes envolvidas numa transação financeira leve vantagem", diz Angela. Por esse motivo, os bancos islâmicos estão sendo cada vez mais procurados por clientes que não seguem a religião de Maomé, especialmente no Reino Unido e em Dubai, onde a presença de grandes comunidades muçulmanas estimulou a oferta desse tipo de serviço. Nesses países, os clientes são atendidos tanto por bancos árabes quanto por ocidentais que seguem a sharia. Instituições como HSBC, Citibank, Deutsche Bank, Lloyds, Barclays e Merrill Lynch se lançaram nesse mercado em busca de um pedaço da riqueza muçulmana, turbinada, nos últimos anos, pela alta nos preços do petróleo. No começo, as iniciativas desses bancos eram dirigidas ao segmento de títulos emitidos por empresas e pelo governo para financiar grandes empreendimentos. &lt;/p&gt;  Chamados de sukuk, plural da palavra em árabe antigo utilizada para designar os cheques, esses papéis foram criados na década de 70, à semelhança dos títulos de dívida tradicionais, os bonds. Por todos os impedimentos envolvidos em seu desenho, os sukuk eram vistos como aberração fora do mundo muçulmano. Mas a explosão imobiliária em Dubai mostrou aos executivos de bancos europeus e americanos que eles eram a chave para o cofre de boa parte das fortunas do Oriente Médio. Isso porque grandes hotéis e parte da infra-estrutura portuária do emirado árabe foram financiados com sukuk e deram ótimos retornos aos seus investidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; Há uma outra característica nos títulos islâmicos que chamou a atenção dos ocidentais: eles não são outorgados a empresas que tenham dívidas de mais de um terço de seu valor de mercado (medido pelo preço das ações ou pelo total dos ativos, quando a empresa não é de capital aberto). Quando se deram conta de que essa restrição havia livrado investidores fiéis ao islã dos prejuízos com a bolha da internet, os analistas financeiros se convenceram de que valia a pena tirar esse mercado das sombras. De acordo com a agência de classificação de risco Standard &amp;amp; Poors, os sukuk já movimentaram US$ 500 bilhões e devem superar US$ 1 trilhão até o final da década. O volume de recursos captados com sukuk cresceu 74%, de 2005 para 2006, e 114% em 2007. A participação dos bancos internacionais saltou junto. Se, em 2006, apenas HSBC e Merrill Lynch figuravam entre os dez maiores financiadores das operações, em 2007, Citibank, Deutsche Bank, Standard Chartered e Barclays entraram para a lista. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O grande impulso veio em 2001, como conseqüência dos ataques de 11 de setembro. O preconceito generalizado contra os muçulmanos se refletiu no mercado financeiro e nos investimentos realizados por eles. Contas correntes foram congeladas, sob suspeita de financiamento de células terroristas. Bancos e fundos de investimento de capital árabe foram processados pelas famílias das vítimas do ataque às Torres Gêmeas, em Nova York, que os acusaram de financiar a Al-Qaeda. Estimativas levantadas por grandes bancos de investimento mostram que investidores árabes retiraram mais de US$ 800 bilhões de bancos americanos e europeus, entre setembro de 2001 e setembro de 2002.&lt;/p&gt;SEM ESPECULAÇÃO&lt;br /&gt;Regras que os bancos devem observar para operar de acordo com a sharia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JUROS&gt;&gt;&gt;&lt;/strong&gt; Há 1,4 mil anos, o profeta Maomé determinou que dinheiro não pode gerar mais dinheiro. Todos os recursos devem ser canalizados para investimentos produtivos. Qualquer lucro obtido de outra maneira é considerado usura. Por isso, um seguidor do islã não pode pagar ou receber juros. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;SPECULAÇÃO&gt;&gt;&gt;&lt;/strong&gt; Toda transação deve ser lastreada por um bem ou serviço que já exista e cujo valor seja determinado na assinatura do contrato, eliminando o risco de especulação (gharar). Os recursos investidos por um cliente são destinados à compra e venda de commodities. O lucro é compartilhado entre o cliente e o banco.&lt;/p&gt;              &lt;p&gt;&lt;strong&gt;ENDIVIDAMENTO&gt;&gt;&gt; &lt;/strong&gt;Companhias com endividamento superior a um terço de seu valor não podem se beneficiar dos serviços de um banco islâmico.&lt;/p&gt;              &lt;p&gt;&lt;strong&gt;ATIVIDADES IMPRÓPRIAS&gt;&gt;&gt; &lt;/strong&gt;Bancos não podem investir em atividades condenadas pela sharia, como a produção e comercialização de bebidas, tabaco, armas e jogos, além de cinema e TV.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Para minimizar o preconceito e evitar que os bancos islâmicos sejam efetivamente utilizados para financiar atividades terroristas, uma série de medidas de supervisão foi posta em curso. Sediado em Londres, o Institute of Islamic Banking and Insurance coordena a discussão de iniciativas de monitoramento de dois aspectos principais: as remessas de dinheiro feitas por muçulmanos a seus países de origem e as doações a instituições de caridade islâmicas. O fluxo de recursos também é analisado segundo uma metodologia desenvolvida em 2003 pelo FMI, pelo Banco Mundial e pela Financial Action Task Force, força-tarefa mundial que previne a lavagem de dinheiro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No Brasil, o banco ABC foi o único a captar recursos com produtos financeiros islâmicos. Angela Martins e um colega da sede do banco no Bahrein montaram o primeiro título de financiamento ao comércio exterior (murabaha), em 1997. O ABC fez vários deles no início da década, captando quantias entre US$ 10 milhões e US$ 15 milhões. Os contratos foram estruturados tendo como base operações de exportação de empresas brasileiras. "Hoje estamos costurando uma nova operação, de empréstimo sindicalizado", diz Angela. Há vários bancos envolvidos e a captação poderá superar US$ 100 milhões.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A construtora brasileira WTorre utilizou murabahas para financiar seu primeiro projeto nos Emirados Árabes. Trata-se da Desert Rose, um empreendimento com condomínios residenciais, torres de escritórios e centros comerciais em construção na cidade de Sharjah, vizinha a Dubai. O sócio local da WTorre, Najieb Khoory, afirma que a escolha foi motivada pela estrutura de sociedade que existe entre o cliente e o banco. "O financiamento islâmico garante uma proteção adicional", diz Khoory. "Como as condições são todas preestabelecidas e o risco compartilhado, há uma clara vantagem financeira." Khoory não revela o total captado até o momento, mas o valor do projeto é estimado em US$ 1 bilhão. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em busca da simpatia de indivíduos com fortuna estimada em US$ 1,5 trilhão (segundo relatório da Capgemini e do Merrill Lynch), o HSBC foi um dos primeiros bancos internacionais a se lançarem nesse mercado, com a criação, em 1998, do HSBC Amanah. "No começo, nosso único foco eram os produtos corporativos", disse a Época NEGÓCIOS, de Dubai, Nabeel Shoaib, presidente regional do HSBC. "Hoje também trabalhamos com produtos de varejo", diz Shoaib. O HSBC Amanah tem sede em Dubai e agências na Malásia, Arábia Saudita, em Cingapura e no Reino Unido. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Nenhuma tarifa é cobrada pelo gerenciamento de uma conta corrente, por exemplo. Os fundos de investimento (mudharaba) estabelecem antecipadamente como e em que produtos os recursos do cliente serão investidos. O banco se encarrega de comprar e, posteriormente, de vender esses produtos. O lucro obtido com a transação é dividido com o cliente, numa proporção determinada no fechamento do contrato. Para uso de cartão de crédito, o correntista paga uma taxa mensal pelo processamento dos pagamentos. Os seguros (takaful) prevêem a garantia conjunta do bem segurado. Assim, cliente e banco compartilham tanto os lucros quanto as perdas da operação. Para que possa ser comercializado pelo banco, um produto precisa ser aprovado por um conselho de estudiosos da sharia, o sharia board. Religiosos especializados em finanças avaliam cada detalhe para certificar aos investidores que nenhuma regra foi quebrada. Os "selos de aprovação" são chamados fatwa. Só assim o cliente do banco islâmico pode ter certeza de que seu dinheiro não será investido em algo proibido.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;O xeque Hussein Hamid Hassan, 76 anos, é o maior expoente dos estudiosos da sharia. Nascido num vilarejo pobre do Egito, é formado em direito pela Universidade de Al-Azhar, no Cairo, e em economia pela Universidade de Nova York. Foi ele quem inventou o primeiro sukuk, em 1975. Antes disso, em 1963, atuou como consultor na criação do primeiro banco islâmico moderno, o Tabung Haji, da Malásia. "Naquele tempo, as pessoas achavam a idéia de um banco que não cobrasse juros tão absurda quanto uma destilaria de uísque sagrado", disse Hassan a Época NEGÓCIOS. Hoje ele preside os sharia boards de 15 bancos, incluindo o Deutsche Bank e o britânico Amiri Capital, e supervisiona o principal órgão regulador, a Accounting and Auditing Organization for Islamic Institutions, e a agência islâmica de classificação de riscos (rating).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/SJJNIaQkE3I/AAAAAAAAAEk/8ZxoHnOfu30/s1600-h/Xeque_Hussein.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/SJJNIaQkE3I/AAAAAAAAAEk/8ZxoHnOfu30/s320/Xeque_Hussein.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5229326924213654386" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;GUARDIÃO DA SHARIA&lt;/strong&gt; O xeque Hussein Hamid Hassan, 76 anos, atuou na criação do primeiro banco islâmico moderno. Hoje preside os sharia boards de 15 bancos e os ajuda a desenhar produtos de acordo com a lei islâmica&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Especialistas como Hassan são raros. Além do conhecimento religioso, precisam ter domínio de finanças e fluência em inglês. O forte crescimento do mercado nos últimos cinco anos e a chegada dos bancos internacionais fazem com que os poucos estudiosos participem de um grande número de conselhos. Os mais experientes chegam a receber até US$ 100 mil por produto aprovado. Hassan diz que o importante é saber que os membros do conselho não têm nenhum tipo de influência no dia-a-dia da instituição. "Nossa única preocupação é assegurar que os produtos sejam compatíveis com a sharia." O maior banco islâmico do mundo é o Al Rajhi Bank, da Arábia Saudita, seguido pelo Kuwait Finance House, que atua no Oriente Médio, na Turquia e na Malásia. Dominic Selwood, que coordena a área de finanças islâmicas no Deutsche Bank, disse ao Financial Times que os produtos islâmicos são a principal fonte de inovação hoje. "Os bancos ocidentais irão investir para ter participação num mercado que já movimenta 1% dos ativos bancários do mundo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;ROUBANDO A CENA Bancos ocidentais começam a se destacar no ranking das instituições que operam com títulos islâmicos&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/SJJMZEiMm5I/AAAAAAAAAEc/NxNrRf5onP0/s1600-h/tabela.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/SJJMZEiMm5I/AAAAAAAAAEc/NxNrRf5onP0/s320/tabela.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5229326110928182162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG84191-8381-18-1,00-BANCO+SEM+PECADOS.html"&gt;Época Negócios &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-1972759813299003132?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1972759813299003132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1972759813299003132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2008/07/banco-sem-pecados.html' title='Banco sem pecados'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/SJJNIaQkE3I/AAAAAAAAAEk/8ZxoHnOfu30/s72-c/Xeque_Hussein.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-2007853349489347228</id><published>2008-07-31T19:08:00.001-04:00</published><updated>2008-07-31T19:41:22.765-04:00</updated><title type='text'>A brasileira das finanças islâmicas</title><content type='html'>&lt;p class="materiaTitulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;                              &lt;p class="materiaAutor"&gt;Por Camila Hessel&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:chessel@edglobo.com.br?subject=MENSAGEM%20DE%20LEITOR"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ângela Martins trabalha em bancos há mais de vinte anos. Só no ABC Brasil, onde é diretora da área internacional, já são 11 anos. Foi em seus primeiros anos no banco de capital árabe que ela tomou contato com os títulos financeiros que obedecem a preceitos religiosos e se apaixonou pelo assunto, que acabou virando o tema de sua tese de mestrado. Depois de trocar idéias com um colega na sede do banco ABC, que fica no Bahrain, ela visitou diversos bancos islâmicos no Oriente Médio. Católica, sem ascendência árabe, ela diz que o interesse sobre o assunto é estritamente profissional e que nunca pensou em se converter muçulmana. Ângela é autora do único livro em língua portuguesa sobre o assunto: A Banca Islâmica, da Editora Qualitymark. Conheça mais a respeito dessa escola financeira que é considerada uma das principais fontes de inovação no setor bancário na entrevista a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;EN - Quais são as principais características das finanças islâmicas?&lt;br /&gt;Ângela Martins - &lt;/strong&gt;Todas as estruturas são montadas em torno de um princípio fundamental que é o de evitar a especulação. Na banca islâmica, todas as escolas legais trabalham para evitar que quem tem dinheiro tire vantagem daquele que não tem - ou que precisa dele. Em muitas circunstâncias, os instrumentos são considerados semelhantes aos de bancos tradicionais justamente por que nem todos os produtos e serviços existentes num banco comum contêm elementos especulativos. Por outro lado, num banco islâmico não existem muitos produtos do mercado financeiro tradicional como, por exemplo, os derivativos. No fundo, o que um banco islâmico faz pode ser comparado ao comércio. Para todo título emitido existe um produto tangível por trás, um lastro. Isso porque tudo o que você quiser comprar ou vender é saudável dentro do islamismo. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;EN - Mas a cobrança de juros é proibida, certo?&lt;br /&gt;Ângela - &lt;/strong&gt;Diferentemente do catolicismo, em que o rico nunca vai para o céu, no islamismo, o dinheiro deve ser usado para fazer a economia crescer. Não há nada de errado em ganhar dinheiro, desde que sua atividade agregue algum tipo de valor. A única proibição é a de que dinheiro não pode gerar mais dinheiro. E assim, fica proibida a cobrança ou o recebimento de juros. No Islã, a crença é de que o dinheiro existe para circular. Ele precisa ser utilizado, posto para girar para que não seja consumido pelo zakah, que é uma espécie de imposto de renda. Não há nada de errado com o lucro, tampouco. Imagine que uma pessoa quer comprar um carro, mas não tem dinheiro. Você pode comprá-lo e revendê-lo para ela a prazo, cobrando um prêmio por isso. Esse tipo de transação é perfeitamente aceita e considerada justa. O que não se pode fazer é especular.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;EN - Os produtos e serviços financeiros islâmicos passam por um processo de aprovação específico?&lt;br /&gt;Ângela - &lt;/strong&gt;Sim, eles são avaliados por um conselho de estudiosos da lei islâmica, a sharia. Por isso esses órgãos são chamados de sharia boards. E é nos sharia boards que reside uma das grandes dificuldades da banca islâmica hoje, que é a carência de padronização. E por que isso? Porque muitos bancos têm seus conselhos formados por estudiosos de escolas legais diferentes. Existem cinco escolas principais: hanafitas, malequitas, chafeitas, hambanitas e jafaritas. Cada uma delas tem entendimentos diferentes a respeito de diversas questões. Conseqüentemente, o que um determinado estudioso considera compatível com a lei islâmica pode ser tido como inadequado por outro. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;EN - Em que países as finanças islâmicas estão mais disseminadas?&lt;br /&gt;Ângela - &lt;/strong&gt;Muito embora tenham florescido na região do Golfo, em países como Arábia Saudita e Bahrain, a Malásia é um centro de desenvolvimento de produtos muito importante. O primeiro sukuk (título islâmico formatado à semelhança de um título de dívida tradicional, também conhecido como bond), por exemplo, nasceu lá, como um produto para o mercado local. Em países onde a comunidade muçulmana é relevante, a banca islâmica também tem uma presença forte, como no Reino Unido, por exemplo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;EN - Algumas estatísticas, como a apresentada pelo segundo maior banco islâmico do mundo (a Kuwait Financia Bose) revela que 40% de seus clientes na Malásia não são seguidores da fé islâmica. Que atrativos os não-muçulmanos vêem nas finanças islâmicas?&lt;br /&gt;Ângela - &lt;/strong&gt;Os investidores de bancos convencionais se sentem atraídos pelas finanças islâmicas por que as enxergam como uma forma mais ética de fazer banco. Existe uma percepção de que há uma preocupação maior com o cliente, um cuidado, visto que a estrutura de sociedade torna o banco um devedor solidário do cliente. Eles partilham os resultados da transação, tanto no ganho quanto nas perdas. É um modelo mais ético, acho que a palavra é mesmo essa. Além disso, o islamismo é a religião que mais cresce no mundo. É natural, portanto, que haja um interesse crescente em entender e seguir os preceitos dessa religião.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;EN - O que acontece com o cliente de um banco islâmico que deixa de pagar a prestação de um financiamento, por exemplo?&lt;br /&gt;Ângela - &lt;/strong&gt;Normalmente, não se cobra nenhuma taxa. Mas as condições variam de uma instituição para outra. De toda maneira, as condições são sempre detalhadamente negociadas no momento da celebração do contrato. Então, se o banco decidir cobrar uma taxa de processamento da cobrança, por exemplo, sua incidência e seu valor terão sido negociados previamente. Mas isso é muito raro. De modo geral, o banco corre o risco de inadimplência. É esperado dele, aliás, que corra esse risco. É justamente por isso que se percebe que o trabalho de financiamento que ele faz agrega algum tipo de valor. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;EN - E como funciona o processo de avaliação de crédito de um cliente?&lt;br /&gt;Ângela - &lt;/strong&gt;É semelhante ao de um banco tradicional, mas um pouco mais complexo. A avaliação do objeto do contrato, do projeto que se quer desenvolver com os recursos que se toma do banco é realizada de maneira muito mais aprofundada. Isso porque mais do que um cliente, quem trabalha com um banco islâmico acaba se tornando sócio dele.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;EN - Existem também restrições a determinadas atividades, certo?&lt;br /&gt;Ângela - &lt;/strong&gt;Sim. Indústrias como as de carne de porco e bebida alcoólica são proibidas. Então, um banco islâmico jamais financiaria a compra de grãos que fossem destinados à produção de bebida, por exemplo. A produção de armas e a indústria de jogos de azar também ficam de fora. A avaliação que se faz do projeto e da empresa é extensa. O financiamento a um hotel é perfeitamente possível. Mas se um cassino fizer parte do complexo, o negócio é inviabilizado. Ao fazer a avaliação é preciso ir bem fundo para entender se de alguma forma - direta ou indireta - esses recursos serão utilizados para financiar uma atividade que não seja permitida pela sharia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;EN - E se a empresa tiver no seu controle investidores judeus, por exemplo. Será que existe algum tipo de restrição?&lt;br /&gt;Ângela - &lt;/strong&gt;Em tese não teria. Agora muito dificilmente uma empresa que tenha judeus no seu controle irá buscar algum tipo de financiamento islâmico. O simples fato de ser judeu para um muçulmano não teria essa restrição. Pode haver algum tipo de resistência em trabalhar em conjunto, mas não há qualquer espécie de restrição explícita. Eu nunca vi isso escrito em lugar nenhum.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;EN - Conte-nos um pouco da sua história: como uma brasileira foi parar no mundo das finanças islâmicas?&lt;br /&gt;Ângela - &lt;/strong&gt;Uma brasileira cristã, ainda por cima... e sem nenhuma gotinha de sangue árabe. Por isso achei todo esse mundo ainda mais fascinante. Se eu fosse muçulmana, talvez não fosse tão interessante, provavelmente eu já estaria acostumada com o que inicialmente vi de tão diferente. Quando vim trabalhar no ABC Brasil ele ainda se chamava ABC Roma e era controlado por Roberto Marinho. Era um banco brasileiro controlado por um grupo brasileiro. Mas desde 1997, quando o capital foi adquirido pelo Arab Banking Corporation, tomei contato com a existência dos títulos de financiamento ao comércio exterior, os murabahas. Consultei um colega que trabalhava na sede do ABC em Bahrain e ele teve o maior prazer em me explicar tudo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;EN - E você enfrentou algum tipo de dificuldade por ser mulher?&lt;br /&gt;Ângela - &lt;/strong&gt;Por desconhecimento, no início, achei que poderia encontrar algum tipo de resistência, por ser mulher. Quebrei a cara. Acabei fazendo amigos fantásticos. Costumo dizer que o Oriente Médio é o lugar em que tenho mais facilidade de montar minha agenda. As pessoas chegam a desmarcar viagens para nos receber. Nunca tive de enfrentar nenhum tipo de situação complicada ou onde não fosse recebida de braços abertos. A primeira vez que visitei bancos islâmicos no Oriente Médio em 1997 cheguei até mesmo a visitar bancos islâmicos na Arábia Saudita, que é um país extremamente fechado. Precisei de uma autorização especial para visitar o banco, onde só entravam homens. Lá fiz a minha apresentação e tenho um ótimo relacionamento com eles. Outra coisa interessante é que nunca ninguém tentou me "catequizar", me convencer a mudar de religião. E isso eu acho muito fascinante. No começo até me perguntavam se eu era muçulmana e eu explicava que não e que não via razão para me converter já que meu marido e meus filhos são cristãos. Mesmo assim todos me respeitam muito como estudiosa e os executivos do banco têm grande orgulho do fato de eu ter escrito um livro sobre o tema. Eu costumo dizer que foi mais difícil a minha trajetória como mulher dentro da indústria financeira brasileira do que no âmbito dos bancos islâmicos, dentro do ABC.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;EN - Você coordenou captações de recursos usando murabahas no início da década. O que vem a seguir para o Brasil no mercado de finanças islâmicas?&lt;br /&gt;Ângela -&lt;/strong&gt; Estamos trabalhando numa operação grande, de empréstimo sindicalizado, que envolve vários bancos e sobre a qual infelizmente não posso dar maiores detalhes. A previsão é de que tudo esteja aprovado e pronto para ser divulgado até o final do ano. Mas, de toda maneira, acho que estamos num momento muito interessante. Os países emergentes e os investimentos alternativos estão em alta. Digo que aqui no ABC estamos no melhor de dois mundos. Somos um banco com capital majoritariamente árabe que atua num mercado aquecido para investimentos como o Brasil, que tem economia grande, diversifica e produz muito alimento num período em que o mundo está carente de alimento... Temos presença em três países produtores de petróleo, onde a riqueza vem crescendo à medida que os preços da commodity sobem. Então é muito natural que haja um interesse mútuo e cada vez maior em intensificar os negócios e, com isso, virão também as operações financeiras nos moldes islâmicos.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG84190-8381-18,00-A+BRASILEIRA+DAS+FINANCAS+ISLAMICAS.html"&gt;Época Negócios&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-2007853349489347228?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/2007853349489347228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/2007853349489347228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2008/07/brasileira-das-finanas-islmicas.html' title='A brasileira das finanças islâmicas'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-3844771886156202515</id><published>2008-02-15T16:53:00.008-04:00</published><updated>2008-02-15T17:09:57.407-04:00</updated><title type='text'>Por que o Ocidente despreza o Islã</title><content type='html'>&lt;h1 style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;p style="font-weight: bold; font-style: italic;" class="MsoNormal"&gt;Nas simplificações grosseiras sobre o mundo árabe, a vítima oculta somos nós mesmos. Ao projetarmos sobre o outro nossa visão de atraso, intolerância e fundamentalismo, não enxergamos como estão sob ameaça os melhores valores de nossa civilização&lt;/p&gt;  &lt;p class="autor"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://diplo.uol.com.br/_Claudio-Cesar-Dutra-de-Souza_"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="autor"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://diplo.uol.com.br/_Claudio-Cesar-Dutra-de-Souza_"&gt;Cláudio César Dutra de Souza&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://diplo.uol.com.br/_Silvia-Ferabolli_"&gt;Sílvia Ferabolli&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="spip"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="spip"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Khaled Hosseini é um fenômeno editorial. Suas duas últimas publicações, &lt;i class="spip"&gt;O Caçador de Pipas&lt;/i&gt; e &lt;i class="spip"&gt;A Cidade do Sol&lt;/i&gt;, figuram nas listas dos mais vendidos nos Estados Unidos, na Europa e no Brasil. A obra de Hosseini é lida por um público ávido por entender como vivem “os muçulmanos”. E ele parece cumprir muito bem o seu papel de (des)informar leigos pelo mundo sobre o que vem a ser o &lt;i class="spip"&gt;modus vivendi&lt;/i&gt; islâmico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="spip"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Talvez essa não tenha sido a intenção do autor. Em seus livros, ele parece ser muito claro em situar seus personagens no interior do Afeganistão, mas como o entendimento dos conceitos religiosos, étnicos e de identidade nacional que definem muçulmanos, árabes e afegãos não é o forte da maioria da população, acabam todos sendo identificados, sem distinção, como seguidores do Islã. Essa associação não é de todo incorreta, já que a maioria dos árabes são muçulmanos, assim como o são os afegãos. O grande problema é associar o Islã com os segmentos mais retrógrados e atrasados da sociedade afegã – algo como definir o cristianismo como a religião que queima mulheres e hereges em fogueiras, permite a escravidão e silencia frente aos horrores do holocausto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="spip"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em seu &lt;i class="spip"&gt;Orientalismo&lt;/i&gt;, Edward Said mostrou como a representação literária dos povos orientais, especialmente dos muçulmanos, como bárbaros, primitivos, violentos, decadentes e irracionais legitimou os interesses dos grandes poderes da era colonial. No pós-11 de setembro, a mídia de massas retoma o projeto orientalista e passa a demonizar os muçulmanos com vistas a iniciar um novo ciclo histórico de dominação e subjugação, agora comandado pelos Estados Unidos. Árabes, afegãos, paquistaneses, indonésios, indianos, enfim, qualquer indivíduo que ostente um turbante ou véu na cabeça, ou que pelo menos pareça alguém que usaria esse tipo de vestimenta, é quase que automaticamente definido como fanático, fundamentalista, atrasado e, a palavra do momento, terrorista. O entendimento do cidadão médio, filtrado por aquilo que deve ser mostrado, constrói um Islã wahabista, pleno de explosivos Osamas e reprimidas mulheres sob véus; um povo que corta mãos de ladrões, apedreja condenados até a morte e proíbe, tal como os talibãs, qualquer forma de prazer e diversão. Não é a toa que temos &lt;i class="spip"&gt;O Livreiro de Cabul&lt;/i&gt;, &lt;i class="spip"&gt;Mulheres de Cabul&lt;/i&gt;, qualquer coisa de Cabul vira &lt;i class="spip"&gt;best-seller&lt;/i&gt; e abastece o imaginário de milhões de cidadãos no Ocidente que se horrorizam e se deliciam com esse tipo de representação do “muçulmano”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3 class="spip"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Uma época na qual a racionalidade parece estar em extinção&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p class="spip"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Além de servir às práticas de dominação política, militar e cultural norte-americana, essas projeções do “outro” também servem para reforçar a nossa suposta normalidade em face de um contraponto tão bizarro. Gostamos de nos imaginar como filhos da modernidade, livres de superstições e paixões primitivas que um dia fizeram parte da nossa história, mas que hoje, enfim, libertos, avançamos em direção a uma liberdade nunca dantes sonhada, liberdade essa que foi duramente atacada em 11 de setembro de 2001 pelos fanáticos de Allah.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="spip"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas, sejamos pragmáticos: o que o mundo livre tem a ver com dois prédios destruídos em Nova York ou o que eles simbolizavam? Ficamos menos livres a partir daquele momento? Estamos sendo ameaçados? A resposta, se é que existe apenas uma, seria que, efetivamente, uma parte do mundo está menos “livre”, mas isso diz respeito àqueles poucos que gozam dessa liberdade tão duramente conquistada através de séculos de exploração colonial, invasões e desrespeito à soberania de inúmeros povos, que agora se insurgem de uma forma desagradável para quem pensava que a história havia chegado ao seu fim com o triunfo do capitalismo liberal. Não estaríamos nos focando excessivamente no chamado “fanatismo religioso” muçulmano e esquecendo que vivemos em uma época no qual a racionalidade parece estar em extinção? Fanáticos islâmicos versus fanáticos judeus e suas intermináveis políticas fratricidas; fanáticos católicos irlandeses e norte-americanos; fanáticos amishes; um renascido em Cristo na Casa Branca e um Papa de passado duvidoso, tão ou mais fundamentalista em sua leitura tendenciosa do mundo contemporâneo quanto o mais caricato dos Aiatolás.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="spip"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fanáticos os temos para todos os gostos, com a diferença, alguém notará, que “os nossos” não explodem. Ledo engano. Norte-americanos e israelenses explodem a tudo e a todos que ousem ir contra os seus “interesses de Estado”. Os Estados Unidos “previnem” e Israel “se defende”, exatamente do quê? Sim, dos bárbaros, fanáticos e torpes muçulmanos cuja diversão e meta suprema são a de destruir a cultura e a liberdade democrática do Ocidente e, neste ínterim, vão todos à mesma vala comum, do intelectual muçulmano (sim, eles existem!), à mãe de família árabe chegando ao talibã mais raivoso, passando pelos casseurs franceses e suas demais ramificações européias – e contra todos eles é lançado o anátema de terroristas ou fanáticos muçulmanos, em uma das mais absurdas e brutais demonstrações de racismo, ignorância e manipulação midiática da atualidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3 class="spip"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como se em nossa sociedade as mulheres vivessem em integridade absoluta&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p class="spip"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O modo como as mulheres muçulmanas são tratadas constitui-se em um escândalo, como se em nossas sociedades as mulheres vivessem em um patamar de integridade absoluto e não fossem estupradas, agredidas e mortas, não bastando isso, ganhassem menos, mesmo trabalhando mais do que os homens, e ainda tendo de se submeter a todo o tipo de tratamento estético, cirúrgico e dietético que já ceifaram a vida de milhares de fêmeas modernas – mortes nas mesas cirúrgicas de lipoaspiração; morte por distúrbios alimentares como bulimia e anorexia; morte por intoxicação de produtos químicos fortíssimos que visam alisar, afinar, reduzir, rejuvenescer e infantilizar cabelos, corpos e mentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="spip"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Durante a guerra da Bósnia, dentre as tantas atrocidades perpetradas contra o povo muçulmano, talvez a pior tenha sido aquela cometida contra suas mulheres. Segundo Tadeusz Mazowiecki, investigador de Direitos Humanos da ONU, que se afastou do cargo em protesto contra a impotência da organização frente aos horrores da guerra, a "limpeza étnica" não foi resultado de ações militares, mas o objetivo principal do conflito. Os sérvios, na sua maioria cristãos ortodoxos, usaram o estupro sistemático como arma de terror para obrigar a população não-sérvia a deixar a região. Mais de 20 mil muçulmanas foram violentadas. Houve casos de mulheres inválidas torturadas com tesoura e cacos de vidro antes de serem mortas. Algumas mulheres escaparam da morte, mas não da humilhação. Quando se viram grávidas de seus estupradores, o bom Papa João Paulo II exortou-as piedosamente a não abortarem essas inocentes vidas, sob ameaça de excomunhão e de uma ida sem retorno para um lugar bem quente no outro mundo...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="spip"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Aliás, a igreja católica não flexibiliza a proibição do aborto em casos de estupro, nem em casos de fetos anencéfalos e muito menos se a gravidez trouxer risco de vida à mãe. Efetivamente, o cristianismo representado pelo Vaticano não se constitui em nenhum exemplo de tratamento às mulheres que o faça estar em posição de tecer críticas ao Islã. Da mesma forma que não pode endossar a falácia de que o Corão exorta a violência, o genocídio e a usurpação e que a expansão islâmica se fez através da morte, da chacina e do roubo (a propósito: você já leu o Corão?). É necessário recordar que a expansão do cristianismo foi forjada no aço das espadas e à custa de milhões de vidas perdidas e, apesar da recomendação de amor ao próximo dos evangelhos canônicos, a imagem que parece ter sido desenvolvida pelo apologista Paulo de Tarso foi a do Cristo da Espada, o que expulsou os vendilhões do templo a chibatadas, um discurso bem mais palatável para um agonizante e bélico império Romano recém convertido por razões bem mais políticas do que de fé (a propósito: você realmente conhece a história do cristianismo?).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3 class="spip"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Hanna Arendt já denunciava &lt;i&gt;lobby&lt;/i&gt; sionista e superfaturamento do Holocausto&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p class="spip"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quanto aos judeus, se foram perseguidos também foram perseguidores e, como “povo eleito” foram intolerantes contra os “não eleitos”, vide a vergonhosa política israelense em relação aos palestinos, confinados em bantustões, segregados, marginalizados e humilhados em nome da proteção dos cidadãos de Israel – mas quem protegerá os palestinos do terrorismo de Estado israelense? (a propósito: você lê jornais?) Na década de 1960, Hanna Arendt já denunciava o &lt;i class="spip"&gt;lobby&lt;/i&gt; da comunidade sionista norte-americana em prol de Israel, o superfaturamento do Holocausto e a participação dos conselhos judaicos na eliminação de seu próprio povo na Alemanha nazista, o que lhe rendeu censuras e ameaças, semelhantes àquelas que Norman Finkelstein recebeu ao publicar &lt;i class="spip"&gt;A Indústria do Holocausto&lt;/i&gt; na década de 1990, denunciando o devir persecutório dos perseguidos além de uma série de outras distorções políticas e ideológicas que infelizmente fazem sofrer não apenas o povo palestino como igualmente a população judaica e israelense, à mercê da manipulação de sua própria história e de seu sofrimento por uma pequena elite religiosa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="spip"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pode ser o Islã hoje um retrato daquilo que o Ocidente foi antes do advento das luzes, momento em que a religião possuía um efetivo poder político e transcendental sobre corações e mentes e que unia os cidadãos em verdadeiras comunidades, ao contrário de hoje, quando a idéia de Deus segue o princípio narcisista-individualista de nossos tempos? Irá o Islã, algum dia, secularizar-se e seus líderes religiosos tornarem-se uma espécie de fantoches nostálgicos como é o Papa na atualidade? Qualquer que seja o cenário a se desenhar no futuro próximo, ainda teremos muitos anos de teocracias e líderes espirituais de diversos matizes a explorar questões políticas e atuar sobre os excluídos da globalização sob a mediação do discurso religioso – mas o Islã não está sozinho no monopólio do irracionalismo! Essa exclusividade é real apenas no contexto rasamente etnográfico dos “romances de burca”, e é uma pena que a leitura desses livros outorgue a um número cada vez mais expressivo de pessoas viciadas em best-sellers o direito de julgar 1,3 bilhões de muçulmanos tendo como ferramenta analítica, única e exclusivamente, esses mal escritos recortes tendenciosos da realidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="spip"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Passivamente assistimos ao preocupante desmonte de uma série de mitos fundadores da chamada civilização ocidental. Rasgamos a declaração universal dos direitos do homem, herança da revolução francesa, e parece que estamos em vias de reverter os processos de descolonização do pós-guerra, em uma retomada de práticas extrativistas, desrespeito a soberanias nacionais e tentativas de imposição de valores que visam aniquilar as diferenças e promover a intolerância ou algum suposto choque de civilizações. Não aceitar a confusão entre os conceitos de resistência e terrorismo; entender que as mulheres muçulmanas, na sua maioria, não vivem cobertas por burcas, mas são advogadas, engenheiras, médicas, cineastas, jornalistas e professoras com ativa participação em suas sociedades; e ousar duvidar do que nos é informado pelas agências de notícias e intelectuais de diversos matizes — comprometidos com seus governos e seus próprios preconceitos, agindo em uníssono a fim de que tenhamos medo daqueles que ousam contestar a posição vassala que lhes cabe no latifúndio mundial — é condição necessária para que possamos promover um verdadeiro diálogo entre o Islã e o mundo tributário do Ocidente que, para ser realmente livre, precisa aprender a conhecer, compreender e respeitar as diferenças culturais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="spip"&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://diplo.uol.com.br/2007-10,a1985"&gt;Le Monde Diplomatique Brasil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-3844771886156202515?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/3844771886156202515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/3844771886156202515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2008/02/por-que-o-ocidente-despreza-o-isl.html' title='Por que o Ocidente despreza o Islã'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-5717412279230935054</id><published>2008-02-15T16:29:00.006-04:00</published><updated>2008-02-15T16:34:55.082-04:00</updated><title type='text'>No topo do pódio com véu islâmico</title><content type='html'>&lt;h5 style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Atleta muçulmana do Bahrein é campeã dos 400m rasos indoor nos Jogos Asiáticos&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/R7X2WqU_TlI/AAAAAAAAACw/IYQo1H0BnN4/s1600-h/atleta_Bahrein.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/R7X2WqU_TlI/AAAAAAAAACw/IYQo1H0BnN4/s320/atleta_Bahrein.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5167307016657391186" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Com nuca e pesoços cobertos pelo véu islâmico, Ruqaya al-Ghasara, do Bahrein, vence prova dos 400m rasos em Doha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/R7X2s6U_TmI/AAAAAAAAAC4/LotM6iw_n5s/s1600-h/atleta_Bahrein2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/R7X2s6U_TmI/AAAAAAAAAC4/LotM6iw_n5s/s320/atleta_Bahrein2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5167307398909480546" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Enrolada na bandeira no Bahrein, a atleta sobe ao topo do pódio nos Jogos Asiáticos da capital do Catar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://globoesporte.globo.com/ESP/Noticia/0,,MUL300957-4271,00-FOTOS+NO+TOPO+DO+PODIO+COM+VEU+ISLAMICO.html"&gt;Globoesporte&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-5717412279230935054?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/5717412279230935054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/5717412279230935054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2008/02/no-topo-do-pdio-com-vu-islmico.html' title='No topo do pódio com véu islâmico'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/R7X2WqU_TlI/AAAAAAAAACw/IYQo1H0BnN4/s72-c/atleta_Bahrein.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-1922728823704805986</id><published>2008-01-25T17:27:00.000-04:00</published><updated>2008-01-25T17:31:27.030-04:00</updated><title type='text'>É o respeito que gera a igualdade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/R5pUpEu0xxI/AAAAAAAAACo/YUYUpbi1WtE/s1600-h/minhafe5_110.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/R5pUpEu0xxI/AAAAAAAAACo/YUYUpbi1WtE/s320/minhafe5_110.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159529387727832850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="textomateria"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Ilma Maria Vieira, 51 anos, pedagoga, muçulmana&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="textomateria"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="textomateria"&gt;O profeta Mohamed nunca desrespeitou as outras religiões dos territórios conquistados pelo povo muçulmano. Nunca obrigou ninguém a se converter à força, pois, para o Criador, não existe diferença entre as pessoas por sua religião. Humildemente, procuro manter nas minhas relações pessoais e profissionais este respeito que o profeta nos ensinou. Sou professora de História e falo sobre todas as religiões, sempre com muito respeito e sem tentar impor nada a ninguém. Na sexta série, discutimos as religiões em sala de aula, como parte do programa curricular. Eu evito falar muito na minha, mas até pela minha aparência, os alunos têm curiosidade de saber mais. É interessante a reação deles depois que eles vêem filmes e descobrem diferentes costumes da religião muçulmana. Eles aprendem que algumas coisas são diferentes e começam a me cumprimentar com muito carinho, com uma expressão comum em minha religião: “assalámoalaikumwarahmatullah, professora!” (&lt;em&gt;que a paz e as bênçãos de Alá estejam convosco&lt;/em&gt;). Eles também passam a se preocupar com os meus costumes e tradições, com a questão do véu, por exemplo, sempre me avisam se por acaso alguns fios de cabelo escaparam para fora. Fico comovida, pois essa é a maior prova que eles poderiam me dar de que as aulas estimulam a reflexão sobre as diferenças culturais e religiosas. Considero isso uma questão de respeito, uma maneira de entender o outro em seus sentimentos e valores. Procuro não trabalhar com a temática da igualdade, mas sempre com o respeito às diferenças. É o respeito que gera a igualdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;NOTA: Essa entrevista é parte da matéria "Minha fé é o amor", veiculada na &lt;a href="http://revistauma.uol.com.br/Edicoes/87/artigo67224-1.asp"&gt;revista UMA&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="textomateria"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="textomateria"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-1922728823704805986?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1922728823704805986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1922728823704805986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2008/01/o-respeito-que-gera-igualdade.html' title='É o respeito que gera a igualdade'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/R5pUpEu0xxI/AAAAAAAAACo/YUYUpbi1WtE/s72-c/minhafe5_110.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-1618147249461582009</id><published>2007-11-04T16:38:00.000-04:00</published><updated>2007-11-04T16:43:33.524-04:00</updated><title type='text'>Uma outra imagem do Sudão</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="txt11"&gt;&lt;span class="txt11"&gt;&lt;i&gt;Christian Trombetta, suíço radicado no Brasil, passou quase três anos no país africano trabalhando na administração de acampamentos da ONU e outras organizações. Durante este período ele fotografou o cotidiano da população local, registros que mostram orgulho e esperança.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/Ry4uGAfaYtI/AAAAAAAAACg/INrY-y8ijd4/s1600-h/sudao.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/Ry4uGAfaYtI/AAAAAAAAACg/INrY-y8ijd4/s320/sudao.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5129087706367419090" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="txt11"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="txt11"&gt;&lt;p&gt;São Paulo – Registrar imagens pouco conhecidas do Sudão. Este foi o hobby de Christian Trombetta, suíço radicado no Brasil, durante o período em que passou no país trabalhando na montagem, administração e logística de acampamentos da Organização das Nações Unidas (ONU), entidades de ajuda humanitária e forças de paz. "Minha idéia era retratar um outro lado do país, verdadeiro, onde independentemente da guerra existem sorrisos e esperança nos olhos das pessoas", disse ele ontem (25) à ANBA.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Trombetta clicou crianças brincando, mulheres vestidas com roupas coloridas, homens em trajes tradicionais, cenas do cotidiano da população local. "Apesar de tudo há esperança, orgulho e uma certa beleza", disse. "A pobreza a gente já vê na televisão e nos jornais, mas ninguém mostra o lado bom do país", acrescentou.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Neste sentido, ele fez uma comparação com o Brasil. "Se você mostrar só o filme 'Tropa de Elite' lá fora, todo mundo vai pensar que o Brasil todo é assim", disse Trombetta, referindo-se ao filme recém lançado que mostra ações violentas do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia contra traficantes no Rio de Janeiro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Antes de ir para o país africano, Trombetta trabalhava com publicidade, marketing, organização e logística de eventos. Ele sempre atuou na área, mesmo sendo formado em direito. Veio para o Brasil em 1991, ao se casar com uma brasileira.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Durante um evento na Suíça, Trombetta foi convidado pelo Afex Group, empresa de capital norte-americano sediada no Quênia, a trabalhar no gerenciamento de acampamentos no Sul do Sudão. A Afex oferece serviços de suporte e logística para entidades e companhias em lugares remotos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Trombetta esteve na região de 2005 até dezembro do ano passado, trabalhando em acampamentos nas localidades de Juba, Rumbek e redondezas. Foi aí que surgiu a idéia de começar a fotografar. "Gosto de arte, de pintar, mas no lugar onde eu estava não havia telas nem espaço. Então eu comecei a fazer fotos, durante o trabalho mesmo. Quando eu ia para alguma vila sempre levava a máquina", disse. "A realidade lá era como um filme e eu queria gravar as imagens desse filme."&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vida simples&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Após décadas de guerra civil, um acordo de paz foi assinado em dezembro de 2004 entre o governo sudanês e rebeldes do Sul. Apesar do acordo ser considerado frágil, ele trouxe relativa estabilidade à região. Segundo Trombetta, gradativamente a atividade econômica tem retornado. "A população tem grandes esperanças no crescimento econômico, sobretudo em Juba", afirmou.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Lá estão instalados os órgãos da ONU e organizações não governamentais, o que ajudou a impulsionar o comércio local, além de criar empregos. Segundo Trombetta, empresas chinesas estão trabalhando na reconstrução de estradas, e outras companhias, especialmente dos Emirados Árabes Unidos, atuam na importação de bens de consumo e alimentos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Além disso, as instituições de auxílio estão capacitando a população no uso racional da água e na agricultura. "Em Juba eles já plantam verduras, batatas, tomates", disse o fotógrafo amador. Parte dos habitantes atua no comércio, outros em pequenos serviços, como conserto de bicicletas, ou nas pesca durante a estação de chuvas, mas muitos ainda sobrevivem da ajuda de órgãos como o Programa Mundial de Alimentos da ONU. "É uma vida extremamente simples, eles vivem em cabanas ou em campos de refugiados."&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No entanto, a principal atividade, segundo Trombetta, é a criação de gado. Ter bois é considerado um símbolo de status, e famílias que têm muitas reses são consideradas ricas. Os animais só são abatidos em ocasiões especiais, como casamentos e funerais. Na dieta do dia-a-dia estão mais presentes o leite de cabra e a carne de cabrito.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Trombetta afirmou que sempre foi tratado com muito carinho pela população local, pois sempre os tratou com respeito. Segundo ele, os dinka, uma etnia local, são muito orgulhosos e gostam de quem fala com a cabeça erguida. "É uma tradição tribal", afirmou.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Contraste&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para mostrar ao seu filho, hoje com 13 anos, e amigos a realidade do seu local de trabalho, Trombetta começou a postar suas fotos num blog e elas começaram a se espalhar pela internet. "Gente do mundo inteiro passou e entrar em contato comigo", disse.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em janeiro deste ano, ele se mudou para Darfur, região do Sudão ainda em conflito, para trabalhar em um acampamento das forças de paz da União Africana, desta vez contratado pela PAE Government Services, que pertence à norte-americana Lockheed Martin. Lá a situação é diferente, a mobilidade era pouca e as saídas do campo eram realizadas somente com escolta armada. Mesmo assim Trombetta continuou a fotografar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"Foi um contraste. Antes eu trabalhava em eventos de marcas famosas, como Louis Vuitton e Hugo Boss, o extremo do luxo europeu, e fui viver no meio de pessoas saídas de uma guerra", disse. Para ele, no entanto, foi a oportunidade de ver uma região que poucos conhecem. Lá, além das fotos, ele ajudou jovens a aprender informática. "Há muita busca por escolaridade", declarou.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Trombetta retornou ao Brasil em agosto, para ficar ao lado do filho. A temporada no Sudão era intercalada por quatro meses de trabalho contínuo com três semanas de férias. "Eu vi o que tinha que ver", disse. Agora ele quer mostrar o que viu para outros, pois pretende montar uma exposição de suas fotos e está um busca de um local e patrocinadores.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="txt11"&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Contatos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Christian Trombetta&lt;br /&gt;Tel: +55 (11) 3881-9377&lt;br /&gt;E-mail: &lt;a href="mailto:christian.trombetta@ticino.com"&gt;christian.trombetta@ticino.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Site de fotos: &lt;a href="http://www.picturesofsouthsudan.blog.kataweb.it/"&gt;www.picturesofsouthsudan.blog.kataweb.it&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/orientese.php?id=92"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-1618147249461582009?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1618147249461582009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1618147249461582009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/11/uma-outra-imagem-do-sudo.html' title='Uma outra imagem do Sudão'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/Ry4uGAfaYtI/AAAAAAAAACg/INrY-y8ijd4/s72-c/sudao.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-5383180254533510189</id><published>2007-11-04T16:30:00.000-04:00</published><updated>2007-11-04T16:44:18.503-04:00</updated><title type='text'>Conferência alerta para nova forma de preconceito contra muçulmanos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Córdoba (Espanha), 9 out (EFE) - Os participantes da Conferência sobre Intolerância e Discriminação contra os Muçulmanos, que começou hoje em Córdoba, no sul da Espanha, alertaram para a nova forma de preconceito representado pela "islamofobia" e pediram que a comunidade internacional adote medidas para prevenir este fenômeno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a mensagem emitida pelo ministro de Assuntos Exteriores espanhol, Miguel Ángel Moratinos, na inauguração do fórum internacional, promovido pela Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE), que reúne na cidade espanhola representantes de mais de 60 países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro espanhol e atual presidente da OSCE ressaltou a necessidade de evitar o risco de que um novo fenômeno de xenofobia "perturbe as relações sociais e lese os direitos humanos e a segurança" dos muçulmanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, a islamofobia "é uma realidade que ameaça a convivência nas sociedades", e é um problema contra o qual é preciso "lutar e dispor de medidas de prevenção e alerta".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moratinos admitiu que a ação do terrorismo internacional ajudou a alimentar este fenômeno, mas considerou "irresponsável" estender sua rejeição a todos os muçulmanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário-geral da Liga Árabe, Amre Moussa, qualificou Córdoba de "um dos lugares mais importantes para a tolerância, praticada (no local) há dez séculos". Ele se referia ao fato de a cidade espanhola ter ficado sob domínio muçulmano entre os séculos VIII e XI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moussa destacou ainda o papel da Espanha na promoção do diálogo entre as culturas e da Aliança de Civilizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu pronunciamento na conferência, o secretário-geral da Liga Árabe afirmou que o conflito entre o Islã e o Ocidente "carrega dentro de si a semente de um confronto a longo prazo", principalmente no Oriente Médio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A culpa deste choque, acrescentou, é dos "extremismos" das duas civilizações e daqueles que defendem comportamentos "hegemônicos" e incentivam o que definiu como "anarquia criativa".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o dirigente árabe, a intolerância ao islamismo não tem origem nos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, e sim no fim da Guerra Fria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moussa censurou atos como a charge de Maomé e os que criticam a forma de viver dos muçulmanos que moram na Europa, e lembrou que aos ocidentais que viviam em países islâmicos há um século "ninguém perguntava por que se vestiam de uma maneira ou de outra".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Islã não é fácil de vencer; é fácil de conviver com ele", disse o responsável da Liga Árabe, organização que reúne 22 países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro dos oradores na conferência, o alto representante da ONU para a Aliança de Civilizações, Jorge Sampaio, afirmou que iniciativas como esta reunião organizada pela OSCE podem ajudar na "compreensão" entre culturas e religiões e a superar a "ansiedade social" contra os muçulmanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sampaio insistiu em que "não há lugar para soluções unilaterais ou isoladas" e, por isso, recomendou unir esforços entre organismos como a ONU e a OSCE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da região de Andaluzia, Manuel Chaves, também discursou na conferência e ressaltou a importância de realizar encontros deste tipo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, a visão da religião islâmica por parte do Ocidente "está freqüentemente carregada de um conjunto de estereótipos, percepções negativas e preconceitos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante dois dias, representantes dos 56 Estados-membros da OSCE - entre países de Europa, Ásia Central, Estados Unidos e Canadá - e de nações associadas, como Marrocos, Argélia, Egito, Israel e Afeganistão, estudarão a intolerância contra os muçulmanos e recomendarão medidas para reduzir seus efeitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os debates serão divididos em cinco mesas-redondas nas quais diversos especialistas discutirão o papel da imprensa e a importância da educação para superar os preconceitos contra os muçulmanos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2007/10/09/ult1808u102969.jhtm"&gt;UOL Notícias&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-5383180254533510189?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/5383180254533510189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/5383180254533510189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/11/conferncia-alerta-para-nova-forma-de.html' title='Conferência alerta para nova forma de preconceito contra muçulmanos'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-8065241560866726629</id><published>2007-10-23T20:20:00.000-04:00</published><updated>2007-11-04T16:44:41.152-04:00</updated><title type='text'>Mutilação de clitóris atinge até 140 milhões de mulheres no mundo</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt; Paris, 22 out (EFE).- Entre 100 e 140 milhões de mulheres sofreram ablação de clitóris no mundo todo, especialmente na África Subsaariana, mas também em outras regiões onde a prática é tradicional, e inclusive nos países da Europa e América do Norte, onde o total chega a 6,5 milhões.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Estas são algumas das principais conclusões de um relatório divulgado nesta segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estudos Demográficos da França (Ined). O relatório rompe com a idéia de que a mutilação genital feminina é uma prática vinculada à religião muçulmana.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;"O principal fator é o étnico, e não o religioso", ressaltam as autoras, Armelle Andro e Marie Lesclingand. A prática, observam, tem a ver com os ritos de iniciação e de entrada na idade adulta de alguns povos.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Andro e Lesclingand explicam que a ablação de clitóris era praticada na África muito antes da chegada das religiões monoteístas. A incidência geográfica corrobora que "não há relação entre a difusão do Islã num país e a proporção de mulheres afetadas pela mutilação", concluem.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Como exemplo, elas apontam o fato de que na Etiópia três quartos das mulheres sofreram a operação, mas os muçulmanos não passam de um terço da população. Já no Níger, só 2% foram mutiladas, quando o país é quase inteiramente muçulmano. Nos países do norte da África, onde a população é também quase 100% muçulmana, a cisão não existe.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Um caso interessante que confirma a tese das especialistas é o do Senegal, também majoritariamente muçulmano. A ablação não é praticada na população mais numerosa, a wolof, mas é relativamente freqüente em grupos minoritários, como os peul, os toulouleur, os soninké e os malinké.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nos outros continentes, os principais focos nos quais a mutilação feminina é uma prática tradicional são certas partes do Oriente Médio e do sudeste asiático. Os índices mais altos são em países como Iêmen, Indonésia e Malásia.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A imigração levou a ablação a países europeus, como a França.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Segundo as estimativas do Ined, de 42 mil a 61 mil mulheres francesas sofreram a extirpação do clitóris.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; As autoras do relatório constataram que a prática está retrocedendo na maior parte dos países. A tendência, avaliam, tem muito a ver com "o grau de mobilização dos Estados" e as recomendações internacionais explícitas contra a ablação nos anos 90. Elas destacam o protocolo assinado em 2003 por todos os países-membros da União Africana, que condena oficialmente e proíbe as mutilações sexuais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://br.noticias.yahoo.com/s/22102007/40/entretenimento-mutila-clitoris-atinge-ate-140-milhoes-mulheres-no-mundo.html"&gt;Yahoo Brasil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-8065241560866726629?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/8065241560866726629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/8065241560866726629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/10/mutilao-de-clitris-atinge-at-140-milhes.html' title='Mutilação de clitóris atinge até 140 milhões de mulheres no mundo'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-1214026184360244897</id><published>2007-10-11T11:54:00.000-04:00</published><updated>2007-10-11T12:00:00.580-04:00</updated><title type='text'>Primeiro astronauta muçulmano embarca à Estação Espacial Internacional, que terá mulher no comando</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/Rw5IQhL--WI/AAAAAAAAACY/RMpVNGRyuZU/s1600-h/muslim_astronaut.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/Rw5IQhL--WI/AAAAAAAAACY/RMpVNGRyuZU/s320/muslim_astronaut.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5120109274990573922" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;KUALA LUMPUR - O primeiro astronauta malaio e de religião muçulmana da História, Sheik Muszaphar, embarcou na manhã desta quarta-feira na nave Soyuz TMA-11, juntamente com o russo Yuri Malenchenko e a americana Peggy Whitson, rumo à Estação Espacial Internacional, na qual deverá acoplar no início da sexta-feira. O lançamento foi feito do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão. Outra novidade da missão é que Whitson será a primeira mulher a comandar a estação. &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;- O lançamento transcorreu com normalidade - disse um porta-voz do Centro de Controle de Vôos Espaciais da Rússia.  &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Após se separar do foguete lançador, a nave russa se encontra em órbita.  &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;- É um pequeno passo para mim, mas um grande passo para o povo malaio - disse Muszaphar, antes de embarcar, citando a célebre frase do astronauta americano Neil Amstrong, quando pisou na Lua pela primeira vez, em 1969. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O "angkasawan" (astronauta em malaio) passará oito dos dez dias da missão na estação. Nela, ele realizará experiências elaboradas por cientistas malaios, como um estudo sobre os efeitos da microgravidade e o uso de proteínas em uma vacina contra o HIV.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O cirurgião ortopedista de 35 anos foi escolhido para a missão há poucas horas, depois de vários meses de treinamento em bases russas e americanas ao lado de outro candidato malaio, o capitão do Exército Faiz Khaled. Muszaphar disse que, mesmo no espaço, vai rezar cinco vezes por dia, voltado para Meca, como manda a religião muçulmana. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A participação da Malásia na missão foi acertada durante uma negociação para a venda de aviões russos ao governo malaio.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2007/10/10/298085889.asp"&gt;O Globo online&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-1214026184360244897?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1214026184360244897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1214026184360244897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/10/primeiro-astronauta-muulmano-embarca.html' title='Primeiro astronauta muçulmano embarca à Estação Espacial Internacional, que terá mulher no comando'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/Rw5IQhL--WI/AAAAAAAAACY/RMpVNGRyuZU/s72-c/muslim_astronaut.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-6208079807824803222</id><published>2007-10-08T22:14:00.000-04:00</published><updated>2007-10-08T22:30:28.227-04:00</updated><title type='text'>Estudante de Bangladesh cria robô inteligente com sucata</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Aluno da graduação criou robô com peças recolhidas em lojas de eletrônicos e oficinas.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; E&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;le espera vender a criação, que atende a comandos sonoros, por menos de US$ 1 mil.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/Rwrk2hL--UI/AAAAAAAAACI/hcVw4hmShfk/s1600-h/robo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 242px; height: 320px;" src="http://bp0.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/Rwrk2hL--UI/AAAAAAAAACI/hcVw4hmShfk/s320/robo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5119155551732693314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Um estudante da Universidade Islâmica Internacional em Chittagong, Bangladesh, está desenvolvendo um robô capaz de pegar objetos, mapear ambientes e realizar outras tarefa simples com apenas uma fração do custo de outros humanóides.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;  &lt;br /&gt;Feroz Ahmed Siddiky afirma que seu “IRobo” responde a comandos de voz, tem inteligência espacial e é barato por ser feito de sucata recolhida em lojas de eletrônicos e oficinas mecânicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Além disso, esse robô irá atender a diferentes comandos verbais, realizando tarefas como mudar objetos de lugar, limpar superfícies e manter-se em guarda”, afirmou Siddiky. “Ele também poderá ser utilizado em alguns trabalhos arriscados, como em minas de carvão, onde os trabalhadores geralmente sofrem muitos acidentes”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudante vem trabalhando no robô há dois anos e diz que precisa de mais um ano de trabalho de engenharia antes que ele esteja completo. Segundo Siddiky, ele já tem discutido sobre produção comercial do robô com uma empresa de softwares australiana. “Espero que as pessoas possam comprá-lo por menos de US$ 1 mil”, disse.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL146781-6174,00-ESTUDANTE+DE+BANGLADESH+CRIA+ROBO+INTELIGENTE+COM+SUCATA.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: Globo.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-6208079807824803222?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/6208079807824803222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/6208079807824803222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/10/estudante-de-bangladesh-cria-rob.html' title='Estudante de Bangladesh cria robô inteligente com sucata'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/Rwrk2hL--UI/AAAAAAAAACI/hcVw4hmShfk/s72-c/robo.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-7303631798509910358</id><published>2007-10-01T09:47:00.000-04:00</published><updated>2007-10-01T10:06:12.907-04:00</updated><title type='text'>Fundamentalismo Religioso</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-size:100%;" &gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Abaixo estão trechos do artigo&lt;b&gt; O DIÁLOGO EM TEMPOS &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;b&gt;  DE FUNDAMENTALISMO RELIGIOSO&lt;o:p&gt;        &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-size:100%;" &gt;do teólogo Faustino Teixeira. O artigo inteiro, &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-size:100%;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;com suas notas de referências,&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 0, 128);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-size:100%;" &gt; fornece reflexões e informações muito interessantes e oportunas, e os trechos apresentados aqui visam somente a divulgação do artigo e não substituem a leitura do artigo completo:&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;[...O fundamentalismo é uma realidade recorrente nas religiões nos tempos modernos, surgindo sempre como uma reação aos problemas da modernidade. Com respeito ao contexto religioso,  este termo foi aplicado pela primeira vez por volta da passagem do século XIX para o século XX, referindo-se a um movimento teológico de origem protestante. Este movimento nasce nos Estados Unidos como reação ao modernismo e liberalismo  teológico,  e assume como bandeira as idéias de inerrância bíblica, de escatologia milenista e anti-ecumenismo...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;...Sobretudo após os episódios&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;violentos de 11 de setembro de 2001, a questão do fundamentalismo foi muito enfatizada pelos diversos meios de comunicação. Há uma tendência na mídia ocidental, fortalecida após esta data, de identificar e/ou reduzir&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;o fenômeno do fundamentalismo&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;à questão islâmica.&lt;a style="" href="http://empaz.org/dudu/du_art24.htm#_ftn18" name="_ftnref18" title=""&gt;&lt;/a&gt; Trata-se na realidade de um grande equívoco. Na verdade, a tendência fundamentalista&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;irá marcar presença no Islã bem mais tarde do que a verificada nas outras duas grandes tradições monoteístas, ou seja, o judaísmo e o cristianismo.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Esta tendência irá ocorrer no Islã sobretudo por volta dos anos de 1960 e 1970, em reação ao enraizamento da cultura moderna em solo muçulmano...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;...Não há como desconhecer a presença do fenômeno fundamentalista em curso no Islã. Mas seria incorreto e equivocado concluir que todo o Islã é fundamentalista, como afirmou ultimamente o historiador inglês Paul Johson&lt;/span&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://empaz.org/dudu/du_art24.htm#_ftn33" name="_ftnref33" title=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;. Na verdade, “a atual explosão integralista, nas suas várias formas e facetas, significa certamente um fenômeno profundo e preocupante mas claramente minoritário (e se espera não duradouro) da secular tensão entre tradição e modernidade, entre sabedoria divina e sabedoria humana que caracteriza o Islã desde suas origen&lt;/span&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://empaz.org/dudu/du_art24.htm#_ftn34" name="_ftnref34" title=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;s". As formas mais “explosivas” e contundentes dos movimentos islamitas&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;acabam prevalecendo e abafando a realidade mais ampla e complexa do fenômeno do Islã. A exigência de uma relativização não invalida&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;a importância de um trabalho crítico&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;e científico que deve ser feito em favor da compreensão da tradição islâmica para além das transgressões que ela sofreu ao longo da história&lt;/span&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://empaz.org/dudu/du_art24.htm#_ftn35" name="_ftnref35" title=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;. Não se pode, entretanto deixar de acentuar a difícil&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;e dolorosa situação que vem provocando a insurgência e afirmação fundamentalista no Islã. Embora seja difícil diagnosticar&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;com precisão&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;as causas deste fundamentalismo, não há como negar sua realidade de “efeito objetivo&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;de fatores cuja eliminação requer nada menos que uma correção de rumos na estrutura de nossa modernidade”.]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;&lt;a href="http://empaz.org/dudu/du_art24.htm"&gt;Leia o artigo completo aqui&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="" href="http://empaz.org/dudu/du_art24.htm#_ftn36" name="_ftnref36" title=""&gt;&lt;span style="" class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-7303631798509910358?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/7303631798509910358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/7303631798509910358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/10/fundamentalismo-religioso.html' title='Fundamentalismo Religioso'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-1610899933641610562</id><published>2007-09-07T18:53:00.000-04:00</published><updated>2007-09-07T19:00:07.838-04:00</updated><title type='text'>Comida Muçulmana Invade Nova York</title><content type='html'>Assista a reportagem do Jornal Hoje, que informa que a comida dos muçulmanos, conhecida como halal &lt;span style="color: rgb(255, 255, 204); font-weight: bold;"&gt;(*)&lt;/span&gt; , está agradando os nova-iorquinos e desbancando o famoso cachorro quente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM728096-7823-COMIDA+MULCUMA+INVADE+NOVA+YORK,00.html"&gt;Link para o vídeo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 204); font-style: italic;"&gt;(*) halal quer dizer "lícita", em árabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-1610899933641610562?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1610899933641610562'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1610899933641610562'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/09/comida-muulmana-invade-nova-york.html' title='Comida Muçulmana Invade Nova York'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-478907987501673778</id><published>2007-07-03T13:34:00.000-04:00</published><updated>2007-07-03T13:35:42.022-04:00</updated><title type='text'>Programa brasileiro oferece bolsas no Egito</title><content type='html'>&lt;span class="txt11"&gt;&lt;i&gt;Por meio de uma parceria entre as unidades brasileira e egípcia da organização não governamental AFS Intercultural Programs é possível para alunos de escolas públicas fazer intercâmbio de um ano no país árabe. O catarinense Bruno Bortoli já participou e tem vontade de voltar ao Egito.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          &lt;span class="txt11"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marina Sarruf&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:marina.sarruf@anba.com.br"&gt;marina.sarruf@anba.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;São Paulo – Os alunos brasileiros de escolas públicas municipais, estaduais ou federais também podem ter a oportunidade de fazer intercâmbio no exterior, inclusive num país árabe, como o Egito. Isso é possível devido à parceria entre as unidades brasileira e egípcia da organização internacional não governamental AFS Intercultural Programs, presente em mais de 50 países, que oferece bolsas de estudo para alunos carentes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A AFS Intercultura Brasil, unidade brasileira, tem como objetivo promover o aprendizado intercultural por meio de intercâmbios entre os povos, principalmente para jovens que desejam estudar ou trabalhar no exterior. Este ano foram selecionados dois brasileiros, um de São Paulo e outro do Rio de Janeiro, para estudar no Cairo, capital do Egito, no ano que vem. Desde 2004, quando foi firmada a parceria entre as duas unidades, dois estudantes já ganharam bolsa de estudo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com a assistente de marketing da AFS Intercultura Brasil, Luiza Fischer, a bolsa inclui um ano de estudo, passagens aéreas e seguro saúde. "Os alunos selecionados ficam durante um ano morando na casa de uma família, que também é voluntária, não recebe nada por acolher o estudante", afirmou.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo Luiza, para concorrer às bolsas de estudo, os alunos devem ter entre 15 e 17 anos, terem boas notas e estarem regularmente matriculados na escola. "Além disso, o aluno tem que ser engajado socialmente e levar a causa da paz, que é um dos nossos objetivos também", disse. Os estudantes interessados passam por um processo seletivo feito por voluntários da AFS Brasil.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O estudante de Florianópolis, Santa Catarina, Bruno Bortoli, foi o segundo bolsista a participar do intercâmbio para o Egito. Ele foi para o Cairo em agosto de 2005 e voltou em julho do ano passado. "Escolhi o Egito porque era o país mais diferente e acho que quanto mais diferente é o país mais a gente aprende", disse ele que concluiu o último ano do Ensino Médio numa escola americana do Cairo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com Bortoli, ele sempre teve curiosidade e vontade de conhecer o Egito. "Sempre tive interesse pela cultura árabe, pelos muçulmanos e pela própria história egípcia". No início, Bortoli estranhou, segundo ele tudo era muito diferente, desde a comida até os costumes. "Fiquei numa casa de uma família muçulmana. Tinha o pai, a mãe e cinco filhos, era uma família grande. Lá eles comiam muito, dançavam e cantavam bastante. Eu me apaixonei.”&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A experiência para Bortoli valeu a pena. Ele disse que para se comunicar melhor com a família e os colegas aprendeu até a língua árabe. "Consigo entender mais do que falar, mas sei me virar", disse. "Penso muito em voltar para lá", completou. Atualmente, Bortoli, que está com 19 anos, está cursando duas faculdades, de Geografia, na Universidade de Santa Catarina (UDESC), e de Matemática, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Outros programas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A AFS do Brasil também oferece programas regulares de intercâmbio, que são pagos, mas o aluno recebe todo o apoio da organização no país escolhido. Inclusive, existe atualmente um estudante no Egito fazendo intercâmbio pelo programa regular e para o ano que vem, além dos dois bolsistas, um outro aluno também escolheu o país árabe para fazer o intercâmbio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com Luiza, também existe a possibilidade de trazer estudantes egípcios para o Brasil, mas até o momento ainda não houve interessados. Pelos programas da AFS do Brasil, cerca de 500 brasileiros vão para o exterior por ano, principalmente para os Estados Unidos, Canadá, Austrália e Alemanha. Já no caminho inverso o número é bem menor, cerca de 200 estrangeiros vêm para o Brasil pelo programa da AFS. Os intercambistas, na maioria, são da Alemanha.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Além dos programas de intercâmbio para estudantes, a AFS do Brasil oferece programas de estágio não remunerado, de trabalho voluntário, para professores e programa de intercâmbio intensivo Brasil-Alemanha.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Contato&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;AFS Intercultura Brasil&lt;br /&gt;Tel: +55 (21) 3724-4464&lt;br /&gt;Fax: (21) 3724-4400&lt;br /&gt;Site: &lt;a href="http://www.afs.org.br/"&gt;www.afs.org.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/noticia.php?id=15187"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.afs.org.br/"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-478907987501673778?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/478907987501673778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/478907987501673778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/07/programa-brasileiro-oferece-bolsas-no.html' title='Programa brasileiro oferece bolsas no Egito'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-2375770192246182411</id><published>2007-06-26T21:20:00.000-04:00</published><updated>2007-06-26T21:22:12.259-04:00</updated><title type='text'>Muçulmanos brasileiros sofrem de preconceito importado</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: left;" class="por"&gt;Por &lt;strong&gt;Isabelle Somma&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Uma pesquisa realizada pelo instituto Datafolha e divulgada  pela Folha de S. Paulo em 6 de maio passado demonstra que no Brasil existe de  fato preconceito contra muçulmanos. Para 49% dos entrevistados, a frase “os  muçulmanos defendem o terrorismo” é verdadeira. A pesquisa entrevistou 5.700  pessoas entre os dias 19 e 20 de março de 2007, em 236 municípios de 25 unidades  da federação. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos e o nível de  confiança é de 95%. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Esse fato não é novidade para a comunidade. Após 11 de setembro de 2001, até  mesmo quem fazia curso de língua árabe na Universidade de São Paulo passou a ser  visto com olhar de espanto pelos colegas. Para as mulheres muçulmanas, o  preconceito é ainda mais evidente. Não é raro ver pessoas na rua apontando para  uma passante que veste o hijab. Também não é raro ouvir pessoas comentando sobre  a “burca” de uma muçulmana. Se nem mesmo o nome da vestimenta é conhecido,  imagine o resto. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O preconceito é algo que homossexuais e negros sofrem diariamente neste país  que se gaba pela tolerância. Mas, de todos os preconceitos, me parece que o  contra os muçulmanos é o único “importado”. Explico: não temos uma história  própria de intolerância contra a comunidade muçulmana. Ao contrário. Em lugares  como Foz do Iguaçu, no Paraná, e São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo,  onde se encontram grandes contingentes de fiéis, jamais se registrou algum  problema que pudesse gerar conflitos. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;E não é apenas a maioria da comunidade muçulmana brasileira que vive em paz.  Isso acontece no mundo inteiro. Outra pesquisa recente, realizada do Marrocos à  Indonésia pelo Instituto Gallup, “&lt;strong&gt;The Gallup World&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Poll  of Muslims from North Africa to&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Southeast Asia, Listening to a  Billion&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Muslims&lt;/strong&gt;”, demonstra que a maioria dos  muçulmanos admira o Ocidente, em particular a tecnologia, o sistema democrático  e a liberdade de expressão. A mesma pesquisa indicou que dos entrevistados,  somente 7% eram favoráveis aos ataques que ocorreram em 11 de setembro de 2001.  &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Então, de onde vem essa desconfiança? Por um lado, acredito que a preferência  de jornais, revistas e canais de televisão brasileiros em publicar assuntos  associados a atos de violência é maior do que aos relativos a cultura. A  cobertura é feita com base em reportagens enviadas de agências de notícias,  jornais e revistas norte-americanos e europeus. Importamos a idéia de que há uma  guerra de civilizações, em que muçulmanos estão querendo tomar o mundo e  implantar uma visão radical de sua própria religião.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O que esquecemos, porém, é que esses meios de comunicação internacionais se  coadunam com a velha visão de potências hegemônicas. Trazem a visão de que  devemos dominar os bárbaros, sejam eles quem for, mas principalmente aqueles que  vivem em cima do petróleo. Essas mesmas potências pretendem continuar  hegemônicas e, por isso, tudo que as ameaça está em sua mira. E os meios de  comunicação acompanham, sem ao menos duvidar das intenções de seus governos. O  apoio em massa da mídia norte-americana à Guerra do Iraque é o exemplo mais  notório. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O que fazer então? Talvez exercermos o direito que qualquer cidadão tem de  duvidar e, principalmente, exigir coberturas mais justas e menos dependentes de  visões importadas dos veículos de comunicação brasileiros. Independência de  opinião nos faria muito bem.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Isabelle Somma&lt;/strong&gt; é jornalista.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: Correio do &lt;a href="http://www.icarabe.org/"&gt;Icarabe&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-2375770192246182411?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/2375770192246182411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/2375770192246182411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/06/muulmanos-brasileiros-sofrem-de.html' title='Muçulmanos brasileiros sofrem de preconceito importado'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-9027455764051686607</id><published>2007-06-21T19:12:00.000-04:00</published><updated>2007-06-21T19:27:25.834-04:00</updated><title type='text'>Impressões do Norte da África</title><content type='html'>&lt;span class="txt11"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;Viajar por Marrocos, Tunísia e Egito serve para desmistificar. A cultura é diferente, mas o povo é hospitaleiro. A barreira do idioma não é tão grande assim e o mercado é mais diversificado do que se imagina. Estas são algumas das impressões de um repórter que passou 11 dias na região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/RnsGMSgEHFI/AAAAAAAAACA/xUPbhEd81Kg/s1600-h/na-bardo2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/RnsGMSgEHFI/AAAAAAAAACA/xUPbhEd81Kg/s320/na-bardo2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5078659812984888402" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;          &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Museu do Bardo, na Tunísia, amostra da riqueza histórica do Norte da África&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="txt11"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Alexandre Rocha&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="txt11"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="mailto:alexandre.rocha@anba.com.br"&gt;alexandre.rocha@anba.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;São Paulo – É surpreendente! Esta foi a expressão utilizada por vários integrantes da missão empresarial brasileira que passou pelo Marrocos, Tunísia e Egito, entre o final de maio e o início de junho, organizada pela &lt;strong&gt;Câmara de Comércio Árabe Brasileira&lt;/strong&gt; e pela Agência de Promoção das Exportações e Investimentos do Brasil (Apex). E a surpresa foi positiva, tanto do ponto de vista cultural, como de mercado.&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;&lt;p&gt;Tanto no Egito, como na Tunísia e no Marrocos, o povo ouve muita música, seja nos restaurantes, cafés, no táxi, no supermercado. Geralmente música árabe. Fazem sucesso jovens cantoras e cantores que mesclam elementos folclóricos com ritmos pop. Toca muita música brasileira também, desde Tom Jobim, passando por Gilberto Gil e até a o Carrapicho: "Bate forte o tambor, eu quero é tic, tic, tic, tic, tac", cantava um trio no bar de nosso hotel no Cairo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A presença brasileira pode ser vista também de outras maneiras, como na propaganda de uma churrascaria em nosso hotel no Marrocos, no anúncio de café no Aeroporto de Túnis, nas duas filiais do restaurante paulista Mori Sushi no Cairo e até numa velha Brasília que passou rodando na nossa frente nas ruas da capital egípcia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Viajar por Marrocos, Tunísia e Egito serve também para desmistificar um pouco a questão do papel da mulher no mundo árabe. Nos três países muitas mulheres trabalham e ocupam cargos importantes nos setores público e privado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nota: Essa é uma versão editada da reportagem. Para lê-la na íntegra &lt;a href="http://www.anba.com.br/noticia.php?id=15091"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="txt11"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-9027455764051686607?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/9027455764051686607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/9027455764051686607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/06/viajar-por-marrocos-tunsia-e-egito.html' title='Impressões do Norte da África'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/RnsGMSgEHFI/AAAAAAAAACA/xUPbhEd81Kg/s72-c/na-bardo2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-6288857552096995827</id><published>2007-06-20T12:19:00.000-04:00</published><updated>2007-06-20T12:20:22.484-04:00</updated><title type='text'>Argelino mostra arte islâmica em Maricá</title><content type='html'>&lt;span class="txt14bgreen"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;     &lt;span class="txt11"&gt;&lt;i&gt;O desenhista e pintor Yevid Zedenny Al Zarhak Al Koef nasceu na Argélia, mas vive na cidade de Maricá, interior do Rio de Janeiro. No mês de julho ele fará uma exposição na sede do Grupo de Artistas de Maricá, onde vai mostrar quadros com paisagens de países muçulmanos. Algumas pinturas receberam aplicação de bordados ponto cruz feitos pela espanhola Haddad Medina Garcia. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;          &lt;!--&lt;span class="txt11"&gt;Isaura Daniel&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--&gt;      &lt;span class="txt11"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Isaura Daniel&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:isaura.daniel@anba.com.br"&gt;isaura.daniel@anba.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;São Paulo – No mês de julho, a sede do Grupo de Artistas de Maricá (GAM), que fica na cidade de Maricá, no estado do Rio de Janeiro, vai receber uma exposição islâmica de artes. A mostra ocorrerá entre os dias 06 e 29 de julho e vai apresentar as pinturas do argelino Yevid Zedenny Al Zarhak Al Koef e da bordadeira espanhola Haddad Medina Garcia. Al Koef, que nasceu na Argélia mas mora na cidade fluminense, produz quadros com pintura sobre papel e molduras de materiais recicláveis. Haddad, que é casada com o argelino, borda em ponto cruz sobre alguns desenhos de Al Koef feitos em etamine.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As peças do artista mostram elementos da religião islâmica como mesquitas e minaretes e também paisagens de países árabes muçulmanos pelos quais Al Koef já passou, como a sua nação de origem, a Argélia, a Tunísia e a Jordânia. "Eu faço pinturas sobre a minha terra porque sinto saudades de lá", diz. Ele também pinta lugares de outras regiões do mundo para as quais já viajou nos 21 anos em que trabalhou como diretor de uma multinacional. Uma rua de muçulmanos na Bósnia, por exemplo, já foi pintada por Al Koef. Os camelos também são figuras comuns em seu trabalho.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Al Koef, que se mudou para o Brasil ainda na adolescência, depois que teve aulas de geometria espacial em um curso preparatório do Colégio Pentágono para ingressar no Instituto Militar de Engenharia. "Percebi que a partir de um ponto podia fazer um espaço volumétrico", conta o artista. Al Koef começou então a desenhar para se distrair, em guardanapos de papéis de restaurantes. Depois foi aperfeiçoando o trabalho e passou também a pintar. "A minha mãe pintava. Ela me passou toda a sua experiência com cores", diz o argelino.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A vida de Al Koef, que tem 47 anos, sempre foi cheia de idas e vindas entre o Brasil e a Argélia. Os seus pais nasceram e moraram no Brasil, mas a sua avó paterna era argelina. Dessa maneira, o artista foi criado na Argélia por tios. Voltou para o Brasil para estudar. Al Koef fez vários cursos técnicos e se formou em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing. Ele também estudou em outros países, como a Alemanha, e fez Mestrado em Finanças. "Minha distração sempre foi estudar", diz. Al Koef é muçulmano. A sua esposa, Haddad, nasceu no sul da Espanha e vive no Brasil há 19 anos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A exposição no GAM terá um total de 121 obras. Algumas serão de pacientes do Hospital Dia, voltado para tratamento mental, onde Al Koef ensinou desenho e pintura. A exposição deve ter também artesanato de Maricá, que é semelhante ao de países muçulmanos, e peças de roupas do estilo usado em países islâmicos. A abertura da exposição ocorrerá às 19 horas do dia 06 de julho. Ela estará aberta para visitação de terça-feira a domingo, das 14h às 18h. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Serviço&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Semana Islâmica de Artes&lt;br /&gt;De 06 a 29 de julho&lt;br /&gt;Das 14h às 18h&lt;br /&gt;Na sede do Grupo de Artistas de Maricá (GAM)&lt;br /&gt;Rua Álvares de Castro, 1277 - Orla de Araçatiba&lt;br /&gt;Maricá, no Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Informações: (21) 2637-8021&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/orientese.php?id=82"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-6288857552096995827?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/6288857552096995827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/6288857552096995827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/06/argelino-mostra-arte-islmica-em-maric.html' title='Argelino mostra arte islâmica em Maricá'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-1388386657993043100</id><published>2007-06-16T13:10:00.000-04:00</published><updated>2007-06-16T13:17:07.340-04:00</updated><title type='text'>Sushi brasileiro no Cairo</title><content type='html'>&lt;span class="txt11"&gt;&lt;i&gt;O Egito é um dos principais parceiros do Brasil no mundo árabe, mas agora, além de produtos como carne, açúcar e minérios, o país importou também a arte brasileira da fazer sushis, aprimorada durante os quase 100 anos de imigração japonesa. Dois estabelecimentos funcionam na capital egípcia com a marca Mori Sushi, restaurante fundado há 15 anos em São Paulo.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/RnQavCgEHEI/AAAAAAAAAB4/Uv1GlKgcZWQ/s1600-h/mori.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/RnQavCgEHEI/AAAAAAAAAB4/Uv1GlKgcZWQ/s320/mori.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5076712075380923458" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;         Aoyagi (E) e Morita passaram a ter uma outra imagem dos árabes após temporada no Cairo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="txt11"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Alexandre Rocha&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:alexandre.rocha@anba.com.br"&gt;alexandre.rocha@anba.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;São Paulo e Cairo – Não é de hoje que a culinária japonesa faz sucesso no Brasil. Em São Paulo, por exemplo, faz muito tempo que os restaurantes do gênero deixaram os limites do bairro da Liberdade, tradicional local de moradia de imigrantes japoneses e descendentes, para se espalhar por todos os cantos da cidade. Agora, porém, o know-how brasileiro na preparação de sushis e sashimis chegou ao mundo árabe.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Desde o início do ano funcionam no bairro de Zamalek, no Cairo, dois pontos-de-venda com a marca do Mori Sushi, criado em São Paulo há 15 anos pelo filho de japoneses Francisco Morita Filho. Um deles, na rua Gabalaya, é um restaurante japonês propriamente dito, o outro é um sushi bar instalado dentro do Sequoia, badalado restaurante na capital egípcia que mistura aromas e sabores de várias partes do mundo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O Sequóia, aliás, é algo à parte. Localizado às margens do Nilo, com uma bela vista, o ambiente é amplo, arejado, com decoração moderna e tem um cardápio internacional que vai dos suhis às especialidades libanesas tão conhecidas no Brasil, como quibes e charutinhos. Lá é possível também se recostar nas confortáveis cadeiras rentes ao chão e fumar uma shisha, como é conhecido o narguilé no Egito, escolhendo entre fumos de diversos aromas, que vão da maçã, passando pela banana, pêssego, laranja, café, entre muitos outros.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Morita Filho, cujo pai era dono da antiga rede de Supermercados Morita, conheceu seu parceiro egípcio, o empresário Hossam Fahmy, no ano passado em São Paulo. Fahmy atua no ramo de calçados e estava no Brasil a negócios. “Ele comeu no restaurante, gostou e propôs a abertura no Cairo”, disse Morita à ANBA. “Na época eu estava tranqüilo com os negócios aqui e decidi ir atrás de uma nova experiência”, acrescentou.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A convite de Fahmy, o empresário brasileiro foi ao Cairo para conhecer a cidade e levar o negócio adiante. Além de ceder a marca, Morita também transferiu o know-how na preparação dos pratos japoneses. Seu sushiman, Aldo Aoyagi, passou três meses no Egito treinando colegas árabes na arte de fazer sushis à moda brasileira.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“Eles conheciam os sushis tradicionais, não os que temos aqui, inventados no Brasil”, disse Aoyagi, filho de pai japonês e mãe nissei. Durante sua estada no Cairo, ele introduziu ingredientes nas receitas como camarões empanados, cream cheese e frutas como morango e manga. A inventividade dos sushimen brasileiros pode ser comparada à dos chefs da cozinha contemporânea, que inclui a elaboração dos bolinhos de arroz acompanhados dos ingredientes mais simples, como atum e salmão crus, passando por frutas e vegetais tipicamente brasileiros, até foie gras.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A estadia e o salário de Aoyagi, que montou o cardápio básico do Mori no Cairo, foram pagos por Fahmy. “Dei prioridade para três sushimen, que já tinham alguma experiência, para que depois eles repassassem o que aprenderam para outros”, disse. “Fui muito bem recebido por lá, me trataram super bem, estive nas casas dos colegas e conheci suas famílias”, acrescentou.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com a experiência, Aoyagi e Morita passaram a ter uma nova imagem do mundo árabe. Acostumados a ver no noticiário cenas de conflitos no Oriente Médio, eles encontraram no Egito um povo amável e hospitaleiro. “No plano pessoal, a experiência serviu para desmistificar a imagem que eu tinha da religião muçulmana”, disse Morita. “Ao chegar no Egito a gente encontra pessoas amigáveis. Você pode, por exemplo, andar na rua com uma máquina fotográfica sem ter medo de ser assaltado. As pessoas param para conversar, parecem até com os brasileiros”, acrescentou.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo Morita, o acordo com o empresário egípcio não envolveu ganhos financeiros. “No longo prazo, a experiência, a ampliação do conhecimento, valem mais do que o ganho financeiro”, acrescentou. Assim como Aoyagi foi ao Egito, Fahmy enviou um funcionário seu, chamado Abdul Kareim, para passar uma temporada em São Paulo aprendendo com o dia a dia do Mori Sushi, que tem dois endereços na capital paulista, um em Perdizes, na zona oeste, e outro nos Jardins, na zona sul.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Imigrantes&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Embora as culturas árabe e japonesa sejam bastante diferentes, suas presenças no Brasil têm traços semelhantes. Assim como reúne a maior coletividade árabe fora do mundo árabe, o país concentra também a maior colônia japonesa fora do Japão e, nos dois casos, São Paulo tem as maiores comunidades.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O início da imigração japonesa ao Brasil vai completar um século no próximo ano. Os primeiros japoneses chegaram ao Porto de Santos a bordo do Kasato Maru em 1908. Já os árabes começaram a desembarcar no Brasil no fim do século 19. No início, os integrantes das duas coletividades trabalharam em ramos diferentes, os japoneses principalmente na agricultura e os árabes no comércio. Hoje, porém, os descendentes destes imigrantes estão presentes em praticamente todos os segmentos da sociedade brasileira.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Outra semelhança é a presença cultural. Existem diversas entidades e agremiações de origem árabe e japonesa. Assim como é possível comer quibes, esfihas, homus e kaftas em qualquer ponto de São Paulo, se pode também saborear sushis, sashimis, tempurás e yakissobas em todo lugar, até em carrinhos de ambulantes nas ruas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Se você quiser comprar um narguilé, ou shisha, basta ir à Rua 25 de Março, no centro da capital paulista, para encontrar um. Mas se você quiser preparar um bom sukyaki, tradicional ensopado japonês, é só ir ao bairro da Liberdade, também na região central da cidade, para se abastecer dos ingredientes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Contatos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mori Sushi&lt;br /&gt;Tel: +55 (11) 3872-0976&lt;br /&gt;Rua Melo Palheta, 284, Perdizes, São Paulo - SP&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mori Sushi Jardins&lt;br /&gt;Tel: +55 (11) 3898-2977&lt;br /&gt;Rua da Consolação, 3610, Jardins. São Paulo - SP&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mori Sushi Cairo&lt;br /&gt;Tel: +202 135-0206&lt;br /&gt;Rua Gabalaya, 19, Zamalek, Cairo&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sequoia&lt;br /&gt;Tel: +202 735-0014&lt;br /&gt;Rua Abu El-Feda, Zamalek, Cairo&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="txt11"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/noticia.php?id=15035"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-1388386657993043100?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1388386657993043100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1388386657993043100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/06/sushi-brasileiro-no-cairo.html' title='Sushi brasileiro no Cairo'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/RnQavCgEHEI/AAAAAAAAAB4/Uv1GlKgcZWQ/s72-c/mori.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-1421262331978330821</id><published>2007-06-06T09:32:00.000-04:00</published><updated>2007-06-06T09:35:39.404-04:00</updated><title type='text'>Mohammed é o segundo nome mais popular dado a bebês britânicos</title><content type='html'>&lt;h5 style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Quase 6.000 recém-nascidos receberam o nome, em 12 variações, só em 2006. O nome mais comum dos bebês da Grã-Bretanha é Jack.&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mohammed se tornou o segundo nome mais popular para os recém-nascidos no Reino Unido e, em breve, pode se transformar no primeiro, segundo um estudo do jornal "The Times". &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;No total, 5.991 bebês que nasceram no país em 2006 receberam este nome - em uma de suas 12 diferentes variações -, que ficou imediatamente atrás de Jack, o mais popular, e à frente em popularidade de Thomas, Joshua e Oliver. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;A escolha do nome deve-se ao crescente número de jovens muçulmanos que têm filhos, unido ao desejo de fazer uma homenagem ao profeta Maomé. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Segundo Muhammad Anwar, professor de Relações Étnicas da Universidade de Warwick, "os pais muçulmanos querem ter algo que mostre um vínculo com sua relação ou com o profeta". &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Para o mufti Abdul Barkatullah, ex-imã da mesquita londrina de Finchley, "os pais que dão esse nome a seus filhos acham que terá um efeito sobre sua personalidade e seu caráter". &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Se a atual tendência for mantida - a freqüência de escolha do nome aumentou 12% em 2006 -, Mohammed, que passou a figurar entre os 30 preferidos em 2000, ocupará o primeiro lugar ainda neste ano. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Com 1,5 milhão, os muçulmanos representam apenas 3% da população do Reino Unido, mas os membros desta religião têm em média três vezes mais filhos que os não-muçulmanos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Segundo estatísticas oficiais, uma família muçulmana média era formada por 3,8 pessoas, enquanto um terço das famílias desta religião tinha mais de cinco integrantes. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;    O nome preferido das filhas de pais muçulmanos é Aisha, que, em 2006, ocupava apenas a 110ª posição de preferência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Fonte: &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL47912-5602,00.html"&gt;Globo.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-1421262331978330821?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1421262331978330821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1421262331978330821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/06/mohammed-o-segundo-nome-mais-popular.html' title='Mohammed é o segundo nome mais popular dado a bebês britânicos'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-1643326657517242126</id><published>2007-06-04T15:54:00.000-04:00</published><updated>2007-06-04T15:55:49.902-04:00</updated><title type='text'>Famílias de Srebrenica processam ONU e Estado holandês</title><content type='html'>&lt;cite&gt;Reuters/Brasil Online&lt;/cite&gt;&lt;p&gt;Por Harro ten Wolde  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; HAIA (Reuters) - Parentes das vítimas do massacre de Srebrenica, em 1995, processaram na segunda-feira o Estado holandês e a Organização das Nações Unidas por permitirem que muçulmanos fossem mortos por forças sérvio-bósnias. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Advogados disseram que a Holanda é culpada por recusar apoio aéreo para suas próprias tropas que defendiam a cidade bósnia de acordo com um mandato da ONU, abrindo caminho para os assassinatos de 8 mil a 10 mil homens e garotos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Cerca de 200 mulheres, parentes das vítimas de Srebrenica, marcharam até o gabinete do primeiro-ministro holandês, Jan Peter Balkenende, e entregaram documentos legais. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Carregando faixas com os nomes das vítimas, as mulheres caminharam silenciosamento em círculos do lado de fora do ministério, perto do Parlamento, por mais de uma hora. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; "Esperei 12 anos por isso, pode ser uma outra injustiça se levar muito tempo de novo", disse Munera Subasic, presidente da Fundação de Mães de Srebrenica. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Durante a guerra da Bósnia, de 1992 a 1995, Srebrenica foi declarada área segura e guardada por uma unidade do Exército holandês que servia como parte de uma força maior da ONU na Bósnia. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Os soldados holandeses, levemente armados e sem apoio aéreo, foram forçados a entregar o enclave às forças sérvio-bósnias, que massacraram homens e garotos muçulmamos que confiavam na proteção das tropas holandesas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2007/06/04/296017749.asp"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: O Globo Online&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-1643326657517242126?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1643326657517242126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1643326657517242126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/06/famlias-de-srebrenica-processam-onu-e.html' title='Famílias de Srebrenica processam ONU e Estado holandês'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-292027908170334702</id><published>2007-05-29T17:03:00.000-04:00</published><updated>2007-05-29T17:04:45.993-04:00</updated><title type='text'>Feira de produtos de beleza movimenta Arábia Saudita</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Silwan Abbassi*&lt;/strong&gt;&lt;span class="txt11"&gt; &lt;p&gt;Brasília - Começou ontem (28) em Riad a feira Lady Beauty. Com três dias de duração, a feira conta com a participação de mais de 100 companhias nacionais e internacionais especializadas em produtos de beleza femininos. Após o sucesso da feira no ano passado, o número de participantes aumentou de modo significativo este ano. As informações são do jornal saudita &lt;em&gt;Al Riyadh&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Promovida no Four Seasons Hotel, em Riad, a Lady Beauty é uma das maiores feiras do setor de produtos de beleza na região. A organização espera mais de 20 mil mulheres na feira este ano. O valor total dos produtos expostos é de aproximadamente 200 milhões de riais sauditas (US$ 53 milhões). Os últimos lançamentos do mundo dos cosméticos e da moda serão apresentados ao público, predominantemente feminino. Novos tratamentos de beleza serão apresentados pela primeira vez no mercado saudita.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com o aumento no número de companhias participantes neste ano, a feira gerou mais de 180 empregos para mulheres até agora, a maioria deles em marketing e vendas. A indústria da beleza está crescendo de forma nunca vista no Oriente Médio, principalmente na Arábia Saudita, onde foram abertas lojas e grandes centros que oferecem todos os programas modernos de tratamento de beleza para mulheres.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com o jornal &lt;em&gt;Arab News&lt;/em&gt;, Hammed Al-Hushan, secretário do Comitê Nacional de Companhias Expositoras da Arábia Saudita, disse que haverá 400 feiras no país durante o verão. Cinqüenta e cinco dessas feiras serão voltadas exclusivamente para produtos femininos. Segundo Abdullah Al-Gubairy, membro do Comitê de Conferências e Showrooms da Câmara de Comércio, as feiras para mulheres correspondem a 15% do total de feiras comerciais que acontecem no país.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"As feiras comerciais desempenham um papel econômico e social no país. O mercado saudita precisa de mais feiras voltadas ao público feminino e das quais companhias populares possam participar. Isso dá às mulheres a oportunidade de escolher seus produtos cosméticos, roupas e jóias favoritas, além de conhecer as mais novas marcas e produtos sem ter que sair do país", disse Nabilah Yagmour, especialista em gerenciamento de show rooms. Nos últimos anos, as feiras de produtos femininos têm gerado centenas de empregos temporários para as mulheres sauditas, entre as quais há um alto índice de desemprego.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;*Tradução de Gabriel Pomerancblum&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/noticia.php?id=14864"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-292027908170334702?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/292027908170334702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/292027908170334702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/05/feira-de-produtos-de-beleza-movimenta.html' title='Feira de produtos de beleza movimenta Arábia Saudita'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-5062921711425132589</id><published>2007-05-26T10:07:00.000-04:00</published><updated>2007-05-26T10:09:06.010-04:00</updated><title type='text'>Pela Paz</title><content type='html'>&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;                           Este ano marca o 40º aniversário da chamada Guerra dos Seis Dias,             que resultou na ocupação por Israel dos territórios palestinos de             Gaza e Cisjordânia, das colinas de Golan (Síria) e do deserto do             Sinai (devolvido ao Egito, em 1982, em troca de um tratado de paz).             Também foi conquistada a parte oriental de Jerusalém, que poucos             países reconhecem como capital de Israel.             &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"&gt;  &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;  &lt;v:formulas&gt;   &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;  &lt;/v:formulas&gt;  &lt;v:path extrusionok="f" gradientshapeok="t" connecttype="rect"&gt;  &lt;o:lock ext="edit" aspectratio="t"&gt; &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1026" type="#_x0000_t75" style="'position:absolute;"&gt;  &lt;v:imagedata src="file:///C:/DOCUME~1/eu/CONFIG~1/Temp/msoclip1/01/clip_image001.wmz" title=""&gt;  &lt;w:wrap type="square"&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![if gte mso 9]&gt;&lt;o:oleobject type="Embed" progid="Word.Picture.8" shapeid="_x0000_s1026" drawaspect="Content" objectid="_1240590519"&gt; &lt;/o:OLEObject&gt; &lt;![endif]&gt;&lt;![endif]--&gt; &lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;A             experiência da ocupação provou que não há solução militar             para o conflito palestino-israelense e que a paz é vital para os             dois povos. Escaramuças permanentes, onde não faltam atos de             terrorismo e violações das leis internacionais, trazem sofrimento             e tensão para ambos os lados. Uma cultura de ódio e segregação             dificulta o trabalho de aproximação e reconhecimento. O             fundamentalismo religioso, presente em ambas as partes, apimenta a             situação.&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                        &lt;/span&gt;Organizações não-governamentais de Israel e dos territórios             palestinos, juntamente com personalidades comprometidas com a solução             do conflito, lançaram a Iniciativa Cinco de Junho para a&lt;i style=""&gt;             &lt;/i&gt;Paz Israelense-Palestina&lt;i style=""&gt; &lt;/i&gt;(&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;a href="http://www.june5thinitiative.org/" target="_blank"&gt;www.june5thinitiative.org&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;).             Durante uma semana, a partir do próximo dia 5 de junho, serão             convocadas manifestações em muitos países, imantadas pelo princípio             de Dois Povos, Dois Estados, Uma Paz&lt;i style=""&gt;.&lt;/i&gt;             A intenção é mobilizar o maior número possível de pessoas e             entidades para que pressionem as lideranças de ambos os povos com             vistas a discutir seriamente um acordo de paz. A base do diálogo             seriam as fronteiras de junho de&lt;span style=""&gt;              &lt;/span&gt;1967. Já há adesões em países como Austrália, Estados             Unidos, Bélgica, Canadá, Egito, França e Jordânia, em uníssono             com pacifistas de Jerusalém, Ramala, Tel Aviv e Gaza.&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                        &lt;/span&gt;A &lt;b style=""&gt;ASA&lt;/b&gt; considera             relevante esta proposta, embora ela não contemple questões             delicadas como a situação dos refugiados palestinos (mais de 4             milhões, segundo a ONU) e o status final de Jerusalém. Entretanto,             tendo em vista a animosidade acumulada em décadas de conflitos             intermináveis, ela pode ajudar a quebrar a couraça e mandar um             sinal claro para os beligerantes: setores importantes das             comunidades judaica e árabe condenam a carnificina e defendem o             direito de israelenses e palestinos viverem em paz, segurança e             prosperidade. Se árabes e judeus marcharem juntos nas ruas de             muitos países, estará criado um fato político denso. Ficaremos ao             lado daqueles que, no Brasil, se incorporarem a este movimento.&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.asa.org.br/boletim/106/106_editorial.htm"&gt;ASA&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-5062921711425132589?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/5062921711425132589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/5062921711425132589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/05/pela-paz.html' title='Pela Paz'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-3389359308005025593</id><published>2007-05-26T09:55:00.001-04:00</published><updated>2007-05-26T10:05:51.103-04:00</updated><title type='text'>Irã - um ponto de vista</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;por Michael Gordon&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;              &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35px;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Sob a sombra dos atentados terroristas recentes, uma imagem vem a minha cabeça: um mulá na rua Ferdosi, centro de Teerã, me explicando como chegar ao cemitério judaico. Mas poderia ter me lembrado de outra cena. No mesmo cemitério, uma tumba de um jovem judeu que morreu na guerra contra o Iraque. Quem diria? Quem poderia imaginar que um judeu daria sua vida pelo regime do aiatolá? É assim que vivem os judeus iranianos. Têm seus cemitérios, suas sinagogas, seus clubes, trabalham no comércio, são médicos, professores etc. Há apenas uma exigência para que essa paz não seja destruída: devem ser contrários à existência do Estado de Israel. Evidentemente essa não é uma tarefa fácil. Os judeus do mundo todo rezam pedindo que no ano seguinte estejam em Jerusalém! Nem todos os judeus iranianos seguem à risca essa recomendação, eles dão um jeito, arrumam estratagemas para visitar Israel, mas se são pegos nessa empreitada, têm seus passaportes confiscados e não podem sair do país por vários anos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35px;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;O roteiro preferido para essa viagem é através da Turquia ou Chipre. No aeroporto israelense já é praxe carimbar o visto num papel separado e não no passaporte, justamente para casos como esses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35px;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Há alguns anos, treze judeus foram presos, acusados de espionagem para o Estado de Israel. Em sua maioria, são professores de Teologia das cidades de Isfahan e Shiraz, no centro sudoeste do país. A prisão fica em Shiraz e atualmente onze permanecem presos e sem julgamento. Nem o próprio Khatami, o presidente legitimo, com quase 80% dos votos, pode fazer alguma coisa, já que, no poder judiciário, quem manda é o aiatolá Khamenei, sucessor de Khomeini desde 1989.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35px;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Na sede do Jewish Committee, em Teerã, encontrei algumas fotos do funeral do aiatolá que mudou a história do Irã, transformando-o na primeira república islâmica do mundo. Interessante foi observar um grupo de judeus em luto pela morte deste líder, que pregou a destruição de Israel. Segundo os próprios judeus que encontrei pelos corredores, ele foi um bom homem, inclusive para os judeus, mantendo uma espécie de proteção aos judeus e cristãos, como os dhimmi, os "protegidos" do Império Otomano, que, embora fossem designados por este termo no mundo islâmico, tinham que pagar impostos mais elevados e de vez em quando sofriam perseguições.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35px;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Claro que a maioria dos judeus saiu do Irã após a revolução de 1979, assim como saíram do Marrocos após a independência deste, em 1956. Embora eles tenham sempre tido um status de minoria protegida nos países islâmicos, desde a criação de Israel as hostilidades aumentaram e esses países passaram a tratar os judeus como possíveis espiões do Estado judeu. Mas, ainda assim, o Irã engolfa a maior comunidade judaica do Oriente Médio. Não só a maior, como uma das mais antigas, remontando aos tempos dos aquemênidas, muito antes do islamismo se tornar a religião oficial dos persas. Naquele tempo, a religião oficial era o zoroastrismo, e ainda hoje existem praticantes, principalmente em Yazd, onde está o Ateshkade, o templo zoroastrista que guarda a chama eterna.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35px;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Essa comunidade está dividida por várias cidades. Teerã, a capital, abriga cerca de doze mil judeus e tem mais de vinte sinagogas, sendo as principais Abrishami e Youssefabad. Em Shiraz encontra-se o segundo maior grupo, oito mil judeus. Isfahan tem cerca de mil e quinhentos e outras cidades abrigam pequenos grupos de cem, as vezes cinqüenta; em Kerman, sudeste do Irã, havia cerca de trinta judeus. A cidade baixa, onde eles vivem, não tem ruas asfaltadas, mas tem uma belíssima sinagoga. Dentro dela há um telefone para chamar os poucos adultos que formam o minian, os dez homens necessários para que se dê início aos serviços religiosos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35px;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Uma das mais agradáveis surpresas da viagem foi a visita ao mausoléu de Esther e Mordechai, os protagonistas de uma das mais belas histórias judaicas, que está inserida na Bíblia, no Livro de Esther. Esse mausoléu se encontra em Hamadã, cidade próxima ao Iraque, e próxima ao sítio arqueológico de Shush, onde supostamente os dois viveram.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35px;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;No extremo oposto do país, na cidade de Mashad, encontra-se o maior centro de peregrinação do Islã: o túmulo do imã Reza. Os imãs são os profetas do islã. Enquanto os sunitas acreditam em apenas três, os xiitas acreditam em doze, sendo que o último, o imã Zaman, ainda vai chegar &lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;(* VER NOTA)&lt;/span&gt;. O único dos imãs que está enterrado no Irã é o oitavo, Reza, que foi envenenado e morreu em 817. Portanto, esse local é sagrado apenas para uma pequena parte dos muçulmanos, já que a grande maioria é sunita.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35px;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;O Irã dos contrastes preserva na indumentária feminina a insígnia de seu fundamentalismo. Nada comparado ao vizinho Afeganistão, mas, mesmo assim, os direitos adquiridos nas últimas décadas pelas mulheres ocidentais estão longe de ser alcançados pelas iranianas. Entretanto, muitas delas aprovam o uso obrigatório do xador, o manto preto que as cobre dos pés aos cabelos. Elas acreditam que o pano é uma ferramenta de segurança para a mulher nas ruas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35px;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Os costumes são diferentes e há certas regras que não compreendemos. Parece-nos difícil de entender a necessidade do uso do xador. As mulheres não podem sair de casa sem se cobrir e isso soa como um cerceamento dos direitos da mulher, o que não deixa de ser verdade. Apenas devemos analisar e buscar respostas de acordo com os costumes islâmicos. Os próprios judeus iranianos aprovam o uso do xador para suas mulheres, afirmando que o judaísmo também proíbe as mulheres de mostrar seus cabelos. Às vezes surge entre nós uma sensação de retrocesso na vida dessas pessoas. Mas essa não é a pura expressão da verdade. Nós temos muito a aprender com os iranianos, particularmente com relação à sua hospitalidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35px;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;OLHO - Interessante foi observar um grupo de judeus em luto pela morte de Khomeini.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;*&lt;br /&gt;*  *&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;a name="autor"&gt;&lt;/a&gt;Michel Gordon, 26 anos, é doutorando em Física dos Oceanos pela USP e viajou ao Irã para tentar entender como vivem os judeus num país islâmico fundamentalista.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.asa.org.br/boletim/73/73_comunidades.htm"&gt;ASA&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 204);font-size:85%;" &gt;* NOTA: Os imames não são os profetas do Islã. São líderes religiosos. Mesmo para os xiitas eles não são considerados profetas, mas líderes religiosos inspirados por Deus. Os sunitas não consideram que seus imames sejam inspirados por Deus e os vêem como pessoas comuns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-3389359308005025593?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/3389359308005025593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/3389359308005025593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/05/ir-um-ponto-de-vista_26.html' title='Irã - um ponto de vista'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-7324598147589007755</id><published>2007-05-24T15:39:00.000-04:00</published><updated>2007-05-24T15:51:18.580-04:00</updated><title type='text'>Capoeira conquista adeptos no mundo árabe</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span class="bylinename"&gt;Monica Yanakiew&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="bylinedescription"&gt;De Rabat&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quando o berimbau começou a tocar, havia 26 pessoas na pequena sala de ginástica em Rabat: a maioria marroquinos, meia dúzia de refugiados do Congo e uma dezena de belgas, franceses, espanhóis e angolanos. Apenas três, incluindo &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="font-style: italic;"&gt;Braz, um dos instrutores, eram brasileiros.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="storytext"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/RlXqzPYi6EI/AAAAAAAAABg/iY0KoAYqAjc/s1600-h/capoeira_marrocos.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 203px; height: 152px;" src="http://bp1.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/RlXqzPYi6EI/AAAAAAAAABg/iY0KoAYqAjc/s320/capoeira_marrocos.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068215121699072066" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mas quase toda a aula de capoeira, além dos cantos, foi em português, língua que muitos começam a dominar. &lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;Depois da Europa e dos Estados Unidos, a capoeira está ganhando adeptos no mundo árabe. &lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;&lt;!-- end_story --&gt;No Marrocos, onde acaba de ser realizado um encontro internacional, existem grupos em pelo menos quatro cidades: Casablanca, Essaouira, Salé e na capital, Rabat. &lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;Mas a arte marcial brasileira, desenvolvida pelos escravos vindos da África, já fincou seus pés também na Argélia e no Egito.&lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;&lt;b&gt;Integração&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;Para o instrutor Zohir Lakhdar, mais conhecido como Saguim, "a capoeira é um instrumento de integração" num mundo marcado por tensões sociais, culturais e religiosas. &lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;Nascido há 32 anos na Bélgica, de pais marroquinos, ele aprendeu capoeira e português em Bruxelas, com o mineiro Venceslau Augusto de Oliveira - o Braz. Em maio de 2005 resolveu mudar-se para o Marrocos e introduziu a capoeira em Rabat. &lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;Seguindo o exemplo de Braz, Saguim incorporou a capoeira a projetos de integração social. &lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;Funcionário do Ministério das Relações Exteriores e de Desenvolvimento do Marrocos, nas horas vagas ele dá aulas de capoeira numa academia, a um grupo de meninos pobres de Rabat, a outro de adolescentes de Salé e a cerca de 20 refugiados do Congo. &lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;Foi ele que organizou o encontro internacional, realizado no início do mês, com a participação de capoeiristas da Bélgica, França, Espanha e Brasil. &lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;"Com tanto conflito, desemprego e pobreza, os jovens de hoje precisam de um modelo, para não caírem no fatalismo e no desespero", diz Saguim, que dá suas aulas num português salpicado de francês e árabe. &lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;Segundo o marroquino Driss Jaouzi, de 33 anos, nada mais natural do que ter aula numa língua estrangeira.  &lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;"É o que acontece no mundo islâmico. Existem muçulmanos de muitas nacionalidades, mas na hora de rezar todos rezam em árabe. Sendo assim, por que não jogar capoeira em português, já que a capoeira é brasileira?" pergunta Jaouzi, o Tijolo. &lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;&lt;b&gt;Projetos sociais&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;Aluno de Braz em Bruxelas, Tijolo é seu braço direito nos projetos sociais que está desenvolvendo, tanto no Brasil e na Bélgica quanto no Congo. &lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;Em Bruxelas, eles trabalham com jovens de bairros pobres da periferia – muitos deles filhos de imigrantes marroquinos. &lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;O próprio Braz conta que é "fruto de um projeto social". Ele praticava capoeira desde os seis anos de idade com seus irmãos em Vila Maria – uma favela de Belo Horizonte que virou bairro. &lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;"Na época, havia tanta violência que a favela era conhecida como Poca Olho", lembra Braz. "Mas o Projeto de Integração da Criança pela Arte (Poca) transformou um nome de conotação pejorativa em algo positivo."&lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;Foi graças a um intercâmbio cultural que Braz viajou para a Bélgica, onde formou-se em educação física e acabou se instalando. Mas ele continua promovendo projetos sociais em Minas Gerais e, a partir deste ano, começou a trabalhar no Congo, com "meninos soldados" e orfãos da guerra. &lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;"A capoeira é mais do que uma disciplina esportiva. É um instrumento para estabelecer certos parâmetros e canalizar energia, num mundo de violência."&lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;Nas aulas durante o encontro internacional, Braz explicava que na capoeira "ninguém luta, todos jogam" e que "não existem adversários, apenas parceiros". &lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;O mesmo recado foi dado pelo instrutor espanhol David Balarezo, o Bala, que vive em Madrid e desembarcou em Rabat com um grupo de capoeiristas espanhóis e duas educadoras sociais. &lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;&lt;b&gt;Diálogo&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;Mesmo sem a presença de instrutores, grupos de capoeiristas estão brotando em diversas cidades. &lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;É o caso da associação Capoeira Mogador, de Essaouira – cidade turística na costa marroquina. Foi formada por jovens que descobriram a capoeira na Internet, graças a sites como You Tube. &lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;Um deles, Redouan, de 27 anos, fabricou um berimbau. "Tinha mil defeitos. A corda estava mal-amarrada, o som estava errado, mas um turista me viu andando na praia com o instrumento e me perguntou se eu era capoeirista", conta Redouan. "Para minha sorte, ele era capoeirista e nos deu algumas aulas." &lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;No Cairo, um grupo de 20 pessoas está treinando sozinho, enquanto espera que alguém responda a um anúncio de "busca-se professor" no site www.capoeira.com. &lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;Segundo o capoeirista belgo-marroquino Jaouzi, o sucesso da capoeira é a sua versatilidade. &lt;/p&gt;&lt;p class="storytext"&gt;"A capoeira é um diálogo, aberto a todos. Reúne tradição e muitas formas de expresão: canto, percussão, ginga e acrobacia. Ou seja, é sempre possível encontrar alguma coisa para fazer."&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/05/070515_capoeira_as.shtml"&gt;BBC Brasil&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-7324598147589007755?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/7324598147589007755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/7324598147589007755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/05/capoeira-conquista-adeptos-no-mundo.html' title='Capoeira conquista adeptos no mundo árabe'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/RlXqzPYi6EI/AAAAAAAAABg/iY0KoAYqAjc/s72-c/capoeira_marrocos.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-7152484223299963523</id><published>2007-05-24T08:28:00.000-04:00</published><updated>2007-05-24T08:30:07.804-04:00</updated><title type='text'>Empresárias do Golfo têm investimentos de US$ 25 bilhões</title><content type='html'>&lt;span class="txt14bgreen"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Os investimentos das mulheres do Golfo Arábico estão concentrados nas áreas de comércio, imóveis e no setor bancário. No Catar há mil empresas pertencentes a mulheres, com capital de US$ 852 milhões. &lt;/span&gt;&lt;span class="txt11"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          &lt;span class="txt11"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Silwan Abbassi*&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Brasília - As mulheres de negócios dos países do Golfo Arábico têm investimentos de aproximadamente US$ 25 bilhões, segundo o jornal jordaniano &lt;em&gt;Addustour.&lt;/em&gt; Os investimentos estão concentrados nas áreas de comércio, imóveis e no setor bancário. Segundo estimativas, 12% das executivas da região ocupam cargos de direção geral e 48% trabalham no comércio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Estatísticas recentes mostram que no Catar há atualmente mil empresas pertencentes a mulheres. Estas organizações têm investimentos de 3,1 bilhões de riais, o equivalente a US$ 852 milhões, principalmente no setor imobiliário e no mercado de ações, mas também em indústria, no setor bancário, em turismo e comércio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo o jornal, as cidadãs do Catar são atualmente mais da metade das operadoras de bolsa no país, tendo em mãos cerca de 1 bilhão de ações avaliadas em 10 bilhões de riais, ou US$ 2,7 bilhões.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Já na Arábia Saudita, segundo informa o jornal árabe &lt;em&gt;Asharq Alawsat&lt;/em&gt;, o capital em poder de mulheres já alcança 60 bilhões de riais sauditas, equivalentes a US$ 16 bilhões. Os dados são do Centro Khadeejah bint Khuwailed, afiliado à Câmara de Comércio e Indústria de Jeddah. De acordo com a instituição, os fundos administrados por mulheres sauditas são geralmente aplicados nas bolsas de valores e geram bons retornos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sempre de acordo com o jornal árabe, as mulheres são atualmente 56,5% das alunas de graduação na Arábia Saudita, representam 14,11% da mão-de-obra do país, 30% da mão-de-obra no setor público, 84,1% das trabalhadoras na educação pública. Elas também formam 40% da classe médica e detêm 20% do capital em fundos de investimento. São proprietárias de cerca de 20 mil empresas de pequeno e médio porte no país.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conferência&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para discutir as oportunidades e o desenvolvimento de investimento de empresárias nos países do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC), bloco econômico que inclui Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Omã, ocorreu ontem (26) em Doha, capital do Catar, a conferência do Comitê de Empresárias do Golfo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A pauta da reunião incluiu formas de fortalecimento da operação de mulheres no setor econômico e também a comparação da participação de empresárias e empresários nas comunidades do Golfo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Outro assunto abordado foi a criação de uma empresa para mulheres do GCC cujo objetivo seria o financiamento de pequenos projetos de investimento e também o treinamento de mulheres, com a intenção de auxiliar a iniciativa privada na contratação de mulheres. Também está planejada a criação de uma página de internet dedicada às empresárias da região mostrando suas atividades, investimentos e áreas de trabalho.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O Comitê de Empresárias do Golfo é uma organização ligada à Federação de Câmaras de Comércio e Indústria do GCC, e tem em seu conselho administrativo doze mulheres.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;*Tradução de Mark Ament&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/noticia.php?id=14532"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-7152484223299963523?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/7152484223299963523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/7152484223299963523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/05/empresrias-do-golfo-tm-investimentos-de.html' title='Empresárias do Golfo têm investimentos de US$ 25 bilhões'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-6861719899625525781</id><published>2007-05-19T11:48:00.000-04:00</published><updated>2007-05-19T11:53:10.785-04:00</updated><title type='text'>Ser árabe no mundo atual*</title><content type='html'>&lt;p style="font-weight: bold; font-style: italic;" class="por"&gt;Por Mohamed Habib&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Sentir-se um cidadão respeitado nos seus direitos e integrado  numa sociedade fraterna e solidária, hoje em dia, é extremamente difícil para  qualquer um. Imagine, então, caro leitor, o que um árabe poderia sentir no mundo  atual?&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Ele vem sofrendo durante as últimas décadas, seja dentro ou  mesmo fora do seu país de origem. O povo árabe, entre decepção e amargura, vive  numa realidade de sociedades oprimidas, pobres e com os índices de  desenvolvimento humano mais baixos na sua história. Independentemente das  causas, naqueles países não há democracia. Não há respeito aos direitos humanos,  muito menos perspectivas para alcançá-lo. O árabe buscou a sua dignidade durante  a guerra fria, quando houve o maior movimento para conquistar a sua liberdade e  a sua independência, tornando-se livre dos colonizadores europeus. Nasser foi o  símbolo do pan-arabismo e da dignidade árabe. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Hoje é diferente, visível é a segregação aguda entre esses  povos, e dentro deles, além de muros de separação que levam palestinos, por  exemplo, à vida mais humilhante que alguém poderia imaginar. As últimas semanas  vêm testemunhando, ainda, a construção de outros muros de separação, agora na  cidade de Bagdá, tirando dos iraquianos o direito de ir e vir dentro de seu  próprio país, que sofre de uma ocupação militar dos Estados Unidos desde 20 de  março de 2003. Os tribunais internacionais repudiam e condenam a construção de  tais muros de segregação de civis, porém o império continua surdo e mudo.      &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Percebe-se hoje, e de uma forma bastante visível, que a  colonização continua existindo, embora de formas diferentes. O mundo árabe  perdeu a sua autonomia quando perdeu a sua capacidade de elaborar e executar  programas para o desenvolvimento dos seus povos, que consomem produtos e  serviços, na sua maioria, produzidos por outros. Vender petróleo como  matéria-prima ou receber turistas para mostrar glórias de passados remotos não  garante a soberania dos povos. Além de não aproveitarem cérebros já existentes,  induziram pensadores e intelectuais a deixar seus países de origem para poder  atuar com mais liberdade em vários cantos do mapa &lt;em&gt;mundi&lt;/em&gt;. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;A dominação política e econômica exercida sobre o mundo árabe  pelos países que detêm o conhecimento científico e tecnológico já extraiu quase  tudo que significa de ético nas relações dos países centrais, liderados pelos  Estados Unidos, com o mundo árabe. A interferência, a pressão política e a  violência exercidas pela potência resultaram, entre várias conseqüências  catastróficas, na deterioração da qualidade de vida desses povos, na destruição  do patrimônio histórico da humanidade e na total desesperança do árabe em  relação ao amanhã.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;E aquelas comunidades árabes que vivem fora do Oriente Médio, e  são identificáveis pela fisionomia, ou mesmo pelo seu rótulo de identificação,  como elas vivem o seu cotidiano? &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Além da tristeza e da amargura lá sentida, no Ocidente sofrem  da solidão étnica, de campanhas de difamação lideradas pela mídia conservadora e  pela indústria cinematográfica norte-americana, além de manifestações  preconceituosas de organizações e de instituições aliadas às políticas  imperialistas do atual governo dos Estados Unidos.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Por sorte da comunidade brasileira de origem árabe, a  pluralidade étnica cultural deste país abençoado vem aumentando cada vez mais a  sua solidariedade com o mundo árabe e com os seus descendentes brasileiros. O  grande encontro dos chefes dos Estados árabes no Brasil e a visita do Presidente  Lula à quase a totalidade daqueles países são indicadores bastante fortes desta  harmonia. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Cabe, aos árabes do Oriente Médio, assumir seu papel para a  construção da sua cidadania, qualificar seus filhos, gerar ciências e  tecnologias, conquistar a liberdade dos seus povos e construir regimes  democráticos respeitadores dos direitos humanos. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;E aqueles descendentes que hoje pertencem a outras nações  precisam honrar a sua origem, contribuindo cada vez mais, nos seus postos, para  merecer a confiança a eles dada pelas suas novas pátrias. Ainda, os nossos  filhos, principalmente no Ocidente, devem informar-se corretamente sobre a  história do Oriente Médio e sobre o interesse dos países dominantes naquela  região. Aí, sim, eles poderão participar efetivamente do debate e do diálogo  para esclarecer para a sociedade mundial o porquê da injustiça que o árabe sofre  no mundo atual. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="font-style: italic;" class="por" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Mohamed Habib&lt;/strong&gt;, engenheiro agrônomo e  doutor pela Universidade de Alexandria, Egito, e pela UNICAMP. Ecologista, é   especialista em biologia vegetal e autor de livros e artigos. É professor  titular de Ecologia e pró-reitor de Extensão e Assuntos Comunitários. Nasceu em  Port Said, é egípcio de nascimento. Vive há 31 anos no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-style: italic;" class="por" align="justify"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-style: italic;" class="por" align="justify"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fonte&lt;/span&gt;: &lt;a href="http://www.icarabe.org/default.asp"&gt;ICARABE&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-6861719899625525781?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/6861719899625525781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/6861719899625525781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/05/ser-rabe-no-mundo-atual.html' title='Ser árabe no mundo atual*'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-399310323995702906</id><published>2007-05-17T15:57:00.000-04:00</published><updated>2007-05-17T16:05:55.213-04:00</updated><title type='text'>Mulheres disputam Rali de Teerã</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Com suas vestimentas típicas, iranianas mostram toda a sua beleza antes da largada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/Rkyz4vYi58I/AAAAAAAAAAg/PkoX9emSFW4/s1600-h/navegadora_iraniana.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/Rkyz4vYi58I/AAAAAAAAAAg/PkoX9emSFW4/s320/navegadora_iraniana.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5065621468258428866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;A navegadora Razieh Jalilipour estuda o mapa da corrida antes da largada da quarta etapa do Rali de Teerã, no Irã&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h5&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h5&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/Rky0NvYi59I/AAAAAAAAAAo/QC9qM8JQiNQ/s1600-h/corredora_iraniana.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/Rky0NvYi59I/AAAAAAAAAAo/QC9qM8JQiNQ/s320/corredora_iraniana.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5065621829035681746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Marzieh Jalilipour e sua irmã Razieh conversam com um competidor durante os preparativos para a etapa de quinta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/Rky0ivYi5-I/AAAAAAAAAAw/bn0Z70cT5EQ/s1600-h/corredora_iraniana2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/Rky0ivYi5-I/AAAAAAAAAAw/bn0Z70cT5EQ/s320/corredora_iraniana2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5065622189812934626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;A iraniana Zohreh Vatanpour ajeita o protetor de pescoço antes da largada do Rali de Teerã&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/Rky07PYi5_I/AAAAAAAAAA4/4WiiOyH7xYM/s1600-h/corredora_iraniana3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/Rky07PYi5_I/AAAAAAAAAA4/4WiiOyH7xYM/s320/corredora_iraniana3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5065622610719729650" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Concentradas para a largada, as iranianas mostram seus belos olhos para os fotógrafos do Rali de Teerã&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Fonte: &lt;a href="http://globoesporte.globo.com/ESP/Noticia/0,,MUL38097-1310,00.html"&gt;Globo Esporte&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-399310323995702906?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/399310323995702906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/399310323995702906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/05/mulheres-disputam-rali-de-teer.html' title='Mulheres disputam Rali de Teerã'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Z4ggwleSyIY/Rkyz4vYi58I/AAAAAAAAAAg/PkoX9emSFW4/s72-c/navegadora_iraniana.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-1658832962035315387</id><published>2007-05-05T00:32:00.000-04:00</published><updated>2007-05-05T00:33:15.632-04:00</updated><title type='text'>Fome Zero no Egito</title><content type='html'>O ministro brasileiro de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, participa na quarta e quinta-feira desta semana de um encontro ministerial da área social de países árabes e sul-americanos no Cairo. Lideranças das duas regiões vão apresentar, no encontro, suas políticas de desenvolvimento social. Ananias vai falar dos programas nacionais de transferência de renda.&lt;span class="txt11"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          &lt;span class="txt11"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Isaura Daniel&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:isaura.daniel@anba.com.br"&gt;isaura.daniel@anba.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;São Paulo - O governo brasileiro vai apresentar as suas políticas públicas sociais aos países árabes na próxima semana, no Cairo, capital do Egito. O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, participa, na quarta (02) e quinta-feira (03), de um encontro entre ministros da área social de países árabes e sul-americanos. A reunião faz parte da agenda de seguimento da Cúpula dos Países Árabes e Sul-Americanos, encontro de chefes de estado das duas regiões que ocorreu em maio de 2005 no Brasil. De acordo com o coordenador de seguimento da cúpula no Itamaraty, Ânuar Nahes, essa é a primeira reunião ministerial sul-americana e árabe feita para tratar do tema social.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"A reunião servirá para uma troca de experiências entre os programas sociais desenvolvidos em cada um dos países, que têm nível de desenvolvimento semelhante e também problemas semelhantes", disse Nahes, que deve acompanhar o ministro na viagem. Um dos programas brasileiros dos quais o ministro Ananias vai falar, de acordo com material divulgado pela assessoria de imprensa do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, é o Fome Zero, do qual faz parte o Bolsa Família. Ele é um projeto de transferência de renda para a população carente, que beneficia 11 milhões de famílias no Brasil, e tem sido citado como modelo por outros países e organismos internacionais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com Nahes, o Fome Zero pode interessar aos árabes. Segundo informações do Ministério de Desenvolvimento Social, o Egito é um dos países que tem demonstrado interesse no programa. O Banco Mundial apresentou ao país árabe, em 2005, o Bolsa Família, além de um projeto mexicano, como alternativa para combate à pobreza e para a inclusão social. No encontro que ocorre no Cairo vão participar autoridades dos 34 países árabes e sul-americanos. Na pauta estarão, além dos programas sociais de combate à pobreza, outros temas ligados aos objetivos do milênio, determinados pelas Nações Unidas. As metas englobam desde a melhoria do ensino básico até o combate a doenças mundiais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O ministro brasileiro Patrus Ananias vai participar já da abertura do encontro, na quarta-feira, estará também durante as discussões da reunião e no seu encerramento, na quinta. A assessora especial do Fome Zero no Ministério, Adriana Aranha, também acompanha o ministro e participa, nesta segunda (30) e terça-feira (01), de reuniões prévias de especialistas para preparação do encontro ministerial. Atualmente, o Brasil tem 62 milhões de brasileiros beneficiados por programas do Ministério de Desenvolvimento Social. O país é conhecido por seus graves problemas sociais, mas agora, no governo de Luiz Inácio Lula da Silva,  está também ganhando destaque internacional pelos programas criados para combatê-los.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/noticia.php?id=14546"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-1658832962035315387?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1658832962035315387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/1658832962035315387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/05/fome-zero-no-egito.html' title='Fome Zero no Egito'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-4233293548570277570</id><published>2007-05-05T00:23:00.000-04:00</published><updated>2007-05-05T00:24:03.265-04:00</updated><title type='text'>O português nascido do árabe</title><content type='html'>&lt;span class="txt14bgreen"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="txt11"&gt;&lt;i&gt;O médico catarinense Júlio Doin Vieira lançou o livro "Dicionário de termos árabes da língua portuguesa", que revela a origem de diversas palavras utilizadas no cotidiano brasileiro. Ele passou dois anos debruçado em dicionários para pesquisar o assunto. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;          &lt;!--&lt;span class="txt11"&gt;Isaura Daniel&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--&gt;      &lt;span class="txt11"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Isaura Daniel&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:isaura.daniel@anba.com.br"&gt;isaura.daniel@anba.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;São Paulo - Enxoval é um conjunto de roupas e certos complementos, em geral úteis, de quem se casa, de recém-nascido ou de jovem que se interna em colégio. Essa é a explicação para a palavra que está no livro do catarinense Júlio Doin Vieira. O livro também diz que enxoval é uma palavra originária do termo árabe as-siwâr, que significa utensílios ou mobiliário. Vieira publicou há cerca de três meses um livro para mostrar as palavras em português que são originárias do idioma árabe. Na lista estão desde acelga, verdura cujo nome vem do árabe as-silq, fatia, que vem de futât, fulano, originária de fulân, e mameluco, do termo árabe mamlûks, que quer dizer escravo ou propriedade de alguém.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O livro, chamado "Dicionário de termos árabes da língua portuguesa", foi lançado pela Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e tem 215 páginas. Vieira, que é médico, foi professor no curso de Medicina na instituição. Hoje com 82 anos, o catarinense está aposentado. Foi na rotina de aposentado, aliás, que surgiu a inspiração para fazer o livro. "Eu estava com insônia, aí tive a idéia de escrever o livro", diz Vieira, com seu jeito brincalhão. Somado à falta de sono, Júlio Doin Vieira tinha - e tem - na sua casa, em Florianópolis, cerca de 70 dicionários. Mesmo sem ser especialista em línguas, ele se aventurou no trabalho de resgatar a paternidade árabe das palavras faladas no Brasil.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O trabalho durou cerca de dois anos e foi concluído no final do ano passado. Vieira já conhecia a influência árabe sobre o idioma português em função dos seus conhecimentos de história, e conseqüentemente das invasões mouras à Europa, onde os árabes deixaram uma vasta herança cultural. O médico não era, porém, especialista no assunto antes de escrever o livro. No decorrer da pesquisa, que fez junto aos seus dicionários, foi tendo agradáveis surpresas. "Você sempre acha coisas para decifrar, para ler, rir e comentar", diz. Vieira não tem descendência árabe, mas portuguesa, francesa, alemã e cabocla. E bom humor. "Dizem que árabes  são todos que têm cabelo no dedo anular da mão esquerda. Eu não tenho", fala.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Vieira exerceu a Medicina por 54 anos, deu aulas na Universidade Federal de Santa Catarina por 30 anos e foi chefe do Serviço Médico do Diretório Estadual de Trânsito (Detran) de Santa Catarina por 38 anos. Tem também sete livros publicados sobre Medicina, Espiritismo e Maçonaria. Morador de Florianópolis, Vieira se mudou para a cidade com um ano de idade. Nasceu no interior, em uma cidade chamada Campos Novos. Na cabeceira da cama, ele mantém livros de poetas como Castro Alves e Augusto dos Anjos. Vieira é também presidente de honra da Academia Catarinense Maçônica de Letras. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O prefácio do livro de Vieira foi feito pelo presidente do Clube Homs, Sergio Zahr. Foi no clube, aliás, que foi feito o lançamento da publicação na cidade de São Paulo, no final do mês de abril.  Júlio Doin Vieira vai dar uma sessão de autógrafos na Feira de Rua do Livro, que começou no dia 02 e segue até o dia 12, no Largo da Alfândega em Florianópolis. A sessão vai ocorrer no próximo domingo (06) a partir das 16 horas. O livro "Dicionário de termos árabes da língua portuguesa" custa R$ 30 e pode ser adquirido junto à Editora da UFSC.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Contato&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Editora da UFSC&lt;br /&gt;Telefone: +55 (48) 3721-9408&lt;br /&gt;Site: &lt;a href="http://www.editora.ufsc.br/"&gt;www.editora.ufsc.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E-mail: &lt;a href="mailto:edufsc@editora.ufsc.br"&gt;edufsc@editora.ufsc.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/orientese.php?id=78"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-4233293548570277570?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/4233293548570277570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/4233293548570277570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/05/o-portugus-nascido-do-rabe.html' title='O português nascido do árabe'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-2713439035986181875</id><published>2007-05-05T00:03:00.000-04:00</published><updated>2007-05-05T00:19:30.600-04:00</updated><title type='text'>Fim de um tabu: empresas e religião entram em acordo</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Esse é o nome de um artigo muito interessante disponível no site mantido pela Warthon School, da Universidade da Pensilvânia. Infelizmente essa não é a realidade no Brasil e nem mesmo em alguns países da Europa, onde existe um número significativo de muçulmanos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Alguns trechos relevantes do artigo, no que diz respeito aos muçulmanos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-family:trebuchet ms;"&gt;"...Em um mundo de diversidade corporativa e de inclusão, primeiro havia a raça, depois o sexo e a etnia, mais tarde veio a orientação sexual. Agora chegou a vez da religião e, de acordo com especialistas e praticantes, ela veio para ficar por um bom tempo..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“...Os acontecimentos mundiais giram em torno de questões religiosas diversas, portanto cabe às empresas reconhecer isso e trabalhar com esse elemento. Se você entende a religião como algo que permite às pessoas serem elas mesmas por inteiro também no trabalho, em vez de encarar a questão como uma barreira, tanto melhor para sua empresa...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"...De acordo com o documento de ação executiva da Conference Board, empresa de pesquisa de Nova York, o empregado pode, dentro de determinados limites, usar medalhas ou vestimentas religiosas, discutir com outros colegas sobre matéria de fé e até mesmo distribuir literatura alertando os demais para o perigo que correm de queimar no inferno, a menos que mudem de vida. O empregador não pode insistir com uma mulher muçulmana para que ela tire o &lt;i style=""&gt;hijab&lt;/i&gt; (véu utilizado sobre a cabeça) com base no pressuposto de que os clientes se sentirão incomodados..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia o artigo &lt;a href="http://www.wharton.universia.net/index.cfm?fa=viewArticle&amp;id=1293&amp;amp;language=portuguese&amp;amp;specialId="&gt;"Fim de um tabu: empresas e religião entram em acordo"&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; completo, para ter a informação em seu contexto.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-2713439035986181875?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/2713439035986181875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/2713439035986181875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/05/fim-de-um-tabu-empresas-e-religio.html' title='Fim de um tabu: empresas e religião entram em acordo'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-117666440598584855</id><published>2007-04-15T15:11:00.000-04:00</published><updated>2007-04-15T15:19:17.530-04:00</updated><title type='text'>Brasileira convertida fala de preconceitos sobre a religião</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Por Gilmar Rodrigues&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperando Maria Moreira, brasileira convertida ao islã, para a entrevista no centro do Rio, eu estava com uma preocupação: como cumprimentá-la? Eu já havia conversado com alguns homens muçulmanos, com diferentes graus de devoção, mas era a primeira vez que eu teria um contato próximo com uma mulher devota da fé islâmica. Cumprimentar com dois beijinhos nem pensar, isso eu já previa. Felizmente, a caminho do restaurante do Clube de Engenharia Civil onde conversamos, ela me ligou e advertiu que muçulmanos de sexos opostos não se cumprimentam com toques corporais. Fiquei mais aliviado. Questão resolvida, ela chegou vestindo hijab e, como era de se esperar, chamando a atenção por onde passava. Foi uma primeira lição de como o Brasil desconhece e estranha as manifestações religiosas muçulmanas. Durante o desenrolar da entrevista, muitos estereótipos vão sendo derrubados por Maria que, sem fazer proselitismo religioso, defende o Islã, a paz, o debate aberto e o conhecimento como forma de libertação dos preconceitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Moreira é engenheira civil - não é descendente de árabes - de família católica, mas não muito praticante. Quando criança, ela às vezes freqüentava a igreja e gostava de ler a bíblia em quadrinhos. Na fase adulta, até 20 e poucos anos, virou agnóstica e aos 30 converteu-se ao islamismo. Hoje ela não só segue os preceitos, as regras, a filosofia da sua religião como a estuda e mantém um site de informação sobre o Islã (http://islamicchat.org). O site, que mantém um dinâmico fórum de debates, é mais voltado às mulheres, mas não só. No fórum de discussão opinam os dois sexos. Muitos dos assuntos tratados dizem respeito a todos. Há diversos artigos e com títulos instigantes como “As Raízes Islâmicas Esquecidas Dos Escravos”, “Entendendo As Diretrizes Políticas Islâmicas”, “Aids e Circuncisão”, “Entender o Fenômeno Talebã: Uma Tarefa Crucial Para O Movimento Islâmico”, “Muçulmanas e o Dever De Participação Na Sociedade” e “A Imagem Distorcida Da Mulher Muçulmana”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria conta que a sua conversão deu-se por etapas. Certa vez em Salvador, onde tirava férias, conheceu um grupo de egípcios que trabalhava num petroleiro. Percebeu que eram pessoas muito simpáticas e agradáveis. Quando soube que eram muçulmanos levou um choque, “mas então não eram os monstros, os opressores de mulheres, e sim pessoas normais que tinha à sua frente?”, pensou. Como é uma pessoa curiosa, procurou ler sobre o islamismo para debater com o novo grupo de amigos. A princípio houve um proselitismo por parte deles, mas depois as conversas evoluíram para o debate. Quanto mais ela lia sobre o islamismo, mais achava interessante. Começou a ter dúvidas sobre sua posição agnóstica e passou a considerar a existência de Deus. Depois a aceitou. Como o motivo que a levou a voltar a acreditar em Deus foi o Islã, por coerência, achou que deveria abraçar essa religião. E assim o fez. Deixou de ir à praia, começou a usar roupas mais cobertas e acabou casando-se com um egípcio. Com o marido, viveu cinco anos no Rio de Janeiro e sete no Egito. No final de 2005, ela voltou para o Rio, o marido permanece em Alexandria. Um dos motivos que a fez voltar para o Brasil foi não ter conseguido trabalhar por lá. Esqueçam as falsas imagens do mundo árabe: as mulheres lá trabalham sim, mas o desemprego é muito grande. Se não é fácil nem para um egípcio conseguir emprego, imaginem para um estrangeiro. Como detesta ser dona de casa, a falta de uma ocupação a incomodava muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reação dos egípcios, diante de uma não-descendente de árabes que virou muçulmana era, na grande maioria das vezes, de contentamento. Ficavam felizes, mas pensavam que ela não conhecia a religião, uma das perguntas mais comuns que faziam era “você sabe fazer as orações”? Evidentemente sabia. Segundo ela, sabe mais sobre o Islã que muito egípcios. “A pessoa vai para um país árabe e as pessoas tentam te empurrar os costumes árabes. Confunde-se muito o que é da cultura árabe e o que é islâmico. Narguilé e dança do ventre, por exemplo, não têm nada de islâmico. Em pequenas cidades no interior do Egito é comum colocarem as mulheres dentro de casa e restringir seus movimentos, não mandam as meninas para a escola. Eu demonstrava que isso não tem nenhuma base religiosa. As esposas do profeta estudavam, uma delas, Aisha, era alfabetizada e tornou-se o primeiro modelo de jurista da religião muçulmana. Quando alguns queriam justificar o machismo pela religião, eu logo citava os exemplos da vida de Mohamed e eles ficavam quietos”. Sobre a poligamia tão questionada no Ocidente, e permitida na fé islâmica, Maria chama a atenção para uma regra que poucos conhecem. A mulher tem a opção de exigir a monogamia no contrato de casamento. Foi isso que ela fez, exigiu que o marido abrisse mão de mais esposas. Mas isso não a preocupa, até porque a poligamia está em virtual desuso nos países de maioria muçulmana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua opinião há um clima de suspeita e perseguição contra os muçulmanos no mundo inteiro. “Aqui no Brasil, tem muita gente na comunidade que está com medo de ações anti-islâmicas violentas. As mulheres mais jovens não querem usar o véu para não serem vítimas de violência. Eu mesma já sofri uma tentativa de agressão. As agressões verbais são diárias. No metrô do Rio, seguidamente, param do meu lado, principalmente evangélicos, e cantam hinos ‘para espantar demônios’. Eu nem ligo mais, não respondo às agressões”. Mesmo antes dos atentados ao World Trade Center, Maria era sempre parada em portas de bancos. Ela lembra que, certa ocasião, foi ao shopping e notou que todos os seguranças atrás dela começaram a se movimentar e a falar nos walk-talkies freneticamente. Para ela, a aceitação aos muçulmanos no país melhorou após a novela “O Clone” da Rede Globo, apesar de muitos devotos terem reclamado de simplificações e estereótipos negativos expressos pela telenovela de Glória Perez. Alguns fatos derivados da falta de informação sobre a religião no Brasil são apenas pitorescos. Muita gente ao vê-la vestida com hijab acha que ela é estrangeira e dizem: “você fala bem o português, veio pequenininha pra cá”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, ainda é difícil para uma mulher abraçar o Islã. No caso dela, as reações da família foram negativas. A sua mãe chegou a pensar que Maria havia sofrido lavagem cerebral, que estava sendo drogada para aderir à religião. “Ela dizia que se eu casasse com um muçulmano tinha que andar atrás dele, se eu atrasasse para chegar em casa o marido iria me bater, essas coisas. Ela não se conformava com a minha escolha”. Logo depois da adesão, a cobrança de amigos e parentes foi enorme. “As pessoas acham que quando a gente se converte tem resposta para tudo, mas a gente não sabe tudo, eu me identifiquei com um princípio. Se as pessoas passassem a conhecer o Islã, parariam de me infernizar com essas perguntas”. Por isso uma das principais intenções do Islamic Chat é debater e trazer informação sobre a religião. Essa falta de informação, segundo ela, é muito grande também no mundo árabe. Isso se deve a falta de questionamento, onde a maioria muçulmana acha que já sabe tudo, não há debate. Essa livre discussão na internet provocou uma certa celeuma na comunidade muçulmana brasileira. “O fato de uma mulher sem origem árabe estar administrando o site incomodou uma parcela dos árabe-muçulmanos daqui. Diziam que eu era casada com um religioso, como se as idéias que expresso não pudessem sair da minha cabeça”. Não houve apenas reações dos devotos, até mesmo um pastor protestante chegou a afirmar que Maria era a testa-de-ferro da tentativa de islamização do Brasil. Contudo, as reações contrárias foram diminuindo e hoje até já existem mais sites na internet debatendo a religião islâmica. Para Maria, sempre há espaço para o questionamento, mesmo dentro de uma religião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre os acontecimentos dos últimos anos, quando o mundo árabe e muçulmano foi atacado violentamente, ela acha que os muçulmanos têm direito de se defender. “A luta contra um exército uniformizado que representa a força opressora é legítimo. Mas não há lógica em explodir uma bomba no meio de uma fila de crianças para pegar bala. Mesmo que fosse num jardim de infância norte-americano. Isso não é jihad. Não se pode matar uma pessoa só porque nasceu no mesmo país de um tirano”. Para Maria Moreira, os muçulmanos que praticam atos de violência que atingem civis estão fazendo o trabalho do inimigo. “O grupos exaltados usam o Corão para justificar a violência porque hoje não há mais liderança, cada um interpreta como quer. Se eu estou com raiva do meu vizinho, vou achar um versículo nos livro sagrado que justifique a violência”. Em tese, ela é a favor de um Estado islâmico se a maioria da população for muçulmana. Mas hoje Maria acha que há tanto atraso no mundo árabe, causado pelo colonialismo, guerras e governos ditatoriais, que a aplicação da xariá seria muito perigosa. Poderia ser usada para justificar uma ditadura de ignorantes das leis do Profeta, como aconteceu no Afeganistão com Talibã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.icarabe.org/CN02/noticias/nots_det.asp?id=99"&gt;ICARABE&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-117666440598584855?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.icarabe.org/CN02/noticias/nots_det.asp?id=99' title='Brasileira convertida fala de preconceitos sobre a religião'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/117666440598584855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/117666440598584855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2007/04/brasileira-convertida-fala-de.html' title='Brasileira convertida fala de preconceitos sobre a religião'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-112480769781672944</id><published>2005-08-23T10:26:00.000-04:00</published><updated>2005-08-23T10:34:57.820-04:00</updated><title type='text'>A influência árabe no Brasil em música, teatro e prosa</title><content type='html'>A influência árabe no Brasil em música, teatro e prosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a Mostra Sesc de Artes Mediterrâneo, envolvendo 18 países da África, Ásia e Europa, que será realizada entre os dias 18 e 28 de agosto na capital paulista. O objetivo do evento, segundo os organizadores, é discutir a origem da identidade do povo brasileiro e procurar contemplar a diversidade cultural que forma o país. Entre os músicos que se apresentarão está o percussionista egípcio Hossam Ramzy, que tocará com o brasileiro João Bosco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gilberto G. Pereira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo - Não dá para discutir a cultura ocidental sem falar dos povos do Mediterrâneo, fonte da chamada civilização judaico-cristã. Com eles nasceram as três religiões monoteístas que dominam o ocidente: judaísmo, cristianismo e islamismo. Na região também surgiram a filosofia, a geometria, a prática do comércio e muitas tradições que se misturaram a outras e hoje estão presentes em todos os países do lado oeste da Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para estabelecer um diálogo entre as diversas culturas das nações banhadas pelo mar Mediterrâneo, e mostrar o quanto elas contribuíram na formação da cultura brasileira, o Sesc São Paulo está realizando um evento proporcional à importância dessa contribuição. É a Mostra Sesc de Artes Mediterrâneo, envolvendo 18 países da África, Ásia e Europa, que será realizada entre os dias 18 e 28 de agosto na capital paulista. Entre os representantes da cultura árabe estão países como Egito, Argélia, Marrocos, Síria e Líbano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o diretor regional do Sesc São Paulo, Danilo Santos de Miranda, o objetivo da mostra é discutir a origem da identidade do povo brasileiro e procurar contemplar a diversidade cultural que forma o Brasil. "Esse encontro também serve para trazer a contribuição dos países mediterrâneos para o nosso atual momento cultural. Isso é importante porque representa uma tomada de posição frente às nossas origens e ao nosso futuro", avalia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento terá a apresentação de 163 grupos, divididos em diversas áreas, como dança, cinema, teatro, artes plásticas, literatura e música. Nesta última, o destaque árabe fica por conta do franco-argelino Rachid Taha e do egípcio Hossam Ramzy. Músico muito conhecido e respeitado no mundo árabe e na França, Taha faz uma fusão do raï - ritmo pop da Argélia - com o rock e o techno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Ramzy, percussionista famoso por ter tocado jazz e rock com Peter Gabriel, Robert Plant, Gypsy Kings, Luciano Pavarotti e Rolling Stones, vai mostrar seu lado mais criativo, apresentando uma música árabe baseada nos arranjos de corda do Norte da África. Ele também trabalhou nas trilhas sonoras de vários filmes, entre os quais estão "O Corcunda de Notre Dame" e "Beleza Roubada". Junto com ele estará o brasileiro João Bosco, cujas músicas sofreram muita influência das canções árabes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda na música, a Orquestra Mediterrânea. Com regência e composição dos brasileiros Carlinhos Antunes, Lívio Tragtemberg e Magda Pucci, a orquestra terá a participação de músicos de vários países, como Grécia, Turquia e Marrocos, representado por Ramzy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teatro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No teatro, a grande atração da cultura árabe é o grupo marroquino Coletivo Acrobático de Tanger, encenando o Taoub, espetáculo de acrobacia milenar daquele país que envolve elementos de circo, música e vídeo. Para as crianças, serão setes peças, entre elas "Sherazade visita a Grécia Antiga".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o coordenador da programação da mostra, Gilson Tacker, todas as apresentações são inéditas, com exceção do cinema, e não há nada que não tenha sido escolhido pela excelência. Para ele, uma das recomendações é o "Seminário Internacional Fronteiras do Mediterrâneo: Tecendo Culturas, Memórias e Identidade". "Será um momento de congregação, e por isso mesmo a hora mais propícia para o diálogo, que é uma das intenções do evento", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seminário vai reunir pensadores de vários países. Entre os participantes está a antropóloga argelina Tassadit Yacine, professora titular na École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris, que vai falar sobre a questão do povo magrebino, situado no Norte da África.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mostra também existe espaço para a literatura e para o cinema. Na primeira, haverá o "Tendas Literárias – Encontros e Pensares", um ciclo de debates e leituras dos autores participantes, entre eles, Salim Miguel, escritor líbano-brasileiro, Mamede Jarouche, tradutor do árabe de "As Mil e Uma Noites", Eugênia Zerbini, autora de "As netas de Ema".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No cinema, dos 17 filmes da mostra, sete são sobre a cultura árabe. Os destaques são "A batalha de Argel" e "Selves and others: a portrait of Edward Said". O primeiro é um filme de 1965, que conta a guerra da independência da Argélia contra a França, prêmio da Crítica Internacional no Festival de Veneza (1966) e duas indicações para o Oscar de 1969. O outro é um documentário sobre os últimos dias do renomado intelectual palestino Said, que morreu em 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mostra pôs em circuito todas as unidades do Sesc da capital e algumas de cidades vizinhas, como a de São Caetano do Sul. Mas quem mora no interior e não pode vir a São Paulo, terá a chance de apreciar parte do evento, que de 24 de agosto a 12 de setembro passará por 72 cidades do estado de São Paulo, entre elas, Araraquara, Bauru, Campinas, Rio Preto e Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja abaixo parte da programação musical&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abdullah Chhadeh.&lt;br /&gt;Sesc Consolação: dia 19/08, às 20 horas. Grátis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gaâda Diwane de Béchar (Argélia).&lt;br /&gt;Sesc Carmo: dia 23/08, às 16 horas. Grátis.&lt;br /&gt;Sesc Ipiranga: dia 24/08. De R$ 3 a R$ 6.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ensemble Al-Kindï (Síria), com o Show Cantos de Amor Profanos e Sufis.&lt;br /&gt;Sesc Pompéia (teatro): dias 25/08 e 26/08, às 21 horas. De R$ 10 a R$ 20.&lt;br /&gt;Sesc Vila Mariana (sala Corpo e Artes): dia 27/08, às 17h30. Grátis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rachid Taha, com o show Tekitói.&lt;br /&gt;Sesc Pompéia (choperia): dias 26/08 e 27/08, às 21h30. De R$ 7,5 a R$ 15.&lt;br /&gt;Sesc Itaquera (palco): dia 28/08, às 15 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hossam Ramzy e João Bosco.&lt;br /&gt;Sesc Vila Mariana (teatro): dia 27/08, às 21 horas; e dia 28/08, às 18 horas. De R$ 15 a R$ 30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orquestra Mediterrânea (Brasil e países convidados).&lt;br /&gt;Sesc Pinheiros&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-112480769781672944?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/112480769781672944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/112480769781672944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2005/08/influncia-rabe-no-brasil-em-msica.html' title='A influência árabe no Brasil em música, teatro e prosa'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-112480681550014046</id><published>2005-08-23T10:15:00.000-04:00</published><updated>2005-08-23T10:20:15.510-04:00</updated><title type='text'>A língua portuguesa tem um pé no mundo árabe</title><content type='html'>O livro do libanês Assaad Zaidan identificou mil palavras árabes no português. O texto mostra que a influência árabe no Brasil vai muito além da culinária. Termos como tarifa, mascate, alface e lacaio vêm do árabe. Na literatura, além das palavras, é possível ver traços da cultura daquela região na obra de Guimarães Rosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cláudia Abreu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo - Um árabe chamado Tarif Bem Amer montou um posto fiscal em uma pequena ilha na entrada do estreito de Gibraltar. Era o ano 710. Todos os navios que iam da Europa para a África, do Atlântico para o Mediterrâneo, e vice-versa, pagavam taxas aduaneiras ao comandante. De tanto dizerem expressões como "já paguei o Tarif", surgiu o termo tarifa. Essa e outras histórias estão no livro "Letras e História: mil palavras árabes na língua portuguesa", do escritor libanês Assaad Yoessef Zaidan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obra proporciona ao leitor uma interessante viagem pela história da língua árabe, seu nascimento, suas longas viagens e sua influência no português falado no Brasil. Além de tarifa, outras 999 palavras aparecem no texto do libanês. Para reuní-las, Zaidan pesquisou em mais de 100 fontes bibliográficas e mais de 200 dicionários. Os cinco mil exemplares de sua biblioteca pessoal não foram o bastante, o escritor mandou buscar exemplares no mundo árabe para complementar o trabalho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Zaidan, a idéia do livro nasceu nos anos 70, depois de um encontro com o intelectual Tufic Curban. "Ele me disse que tinha conseguido identificar 700 palavras árabes na língua portuguesa e aquilo ficou na minha cabeça", conta o escritor. O tempo passou, Zaidan escreveu outros livros em árabe e, em 1991, o primeiro volume em português, "Guerra do Golfo". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assunto de Curban, no entanto, nunca foi deixado de lado. As palavras em português cuja pronúncia era parecida com o árabe eram anotadas, cuidadosamente, por Zaidan. Depois, uma a uma, foram confirmadas e incluídas no texto final. O livro, no entanto, não começa por elas, faz uma introdução rápida, porém precisa, sobre as primeiras letras, as primeiras línguas até chegar no árabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zaidan conta, por exemplo, que o árabe é escrito da direita para a esquerda por influência dos fenícios, que, por sua vez, aprenderam com os garimpeiros, que escavavam as minas usando a broca com a mão esquerda e batendo o martelo com a direita. "Essa forma de escavação foi transformada em primeira impressão de textos, que só depois foi passada para o papel. A tinta surgiu pouco tempo antes de Cristo, espremendo carvão com goma", revela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A língua árabe data de 1500 anos antes de Cristo, é uma das mais antigas e aperfeiçoadas. "Adquiriu ricas heranças das línguas dos povos das primeiras civilizações e dos impérios que se instalaram no Oriente Médio, como Mesopotâmia, Egito, Síria, Etiópia, Pérsia e Índia", escreve Zaidan. "Como em qualquer cultura, recebeu várias influências, é fruto de uma miscigenação", completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poesia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primeira parte, o escritor ainda reservou espaço para falar da importância da poesia no desenvolvimento do árabe. "Os árabes, entre todos os povos do mundo, foram os que mais amaram e versificaram a poesia. Cada poeta era representante e defensor de sua tribo, relator de sua história, de glórias e trajetórias dos povos", escreve.  Por meio dos poemas, eles escreviam sobre teologia, filosofia, gramática, contos lendários, astronomia e até matemática e álgebra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Zaidan, somente o Alcorão conseguiu fazer com que os árabes esquecessem um pouco a poesia e melhorassem bastante a linguagem em forma de prosa, com frases rimadas e criativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da Península Arábica para a Espanha. Os árabes aproveitaram a divisão interna da Península Ibérica para invadir a região, levaram junto toda a bagagem cultural. Córdoba, na Espanha, destacou-se tanto quanto Constantinopla e Bagdá, reconhecida como a capital cultural do mundo. Analfabetos eram raros na região e em 1130 começaram as traduções de livros científicos árabes para o latim.  Obras de médicos famosos como Al Razi e Avicena (Ibn Sena) foram traduzidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A relação com os portugueses começou nos anos seguintes. Um grande exemplo está no nome de várias cidades. Alenquer, Almerim, Fátima e Foro vêm do árabe. "Uma dica simples é saber que todas as palavras que começam com 'al' têm origem árabe. Pouca gente sabe também que Fátima é o nome da filha do profeta Maomé", explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Literatura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Europa, o árabe influenciou grandes personalidades. Miguel de Cervantes, por exemplo, citou muitos provérbios árabes por meio do discurso de Sancho Pança, em "Dom Quixote". Traços do estilo de poesia árabe também estão nos trabalhos do poeta alemão Goethe, na obra de Dante e de Victor Hugo. O primeiro, leitor do Alcorão, inclusive escreveu o famoso poema "Divã Oriental-Ocidental".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A influência árabe também está presente em obras de sul-americanos. Os textos do argentino Jorge Luis Borges e do brasileiro João Guimarães Rosa são marcados pela cultura árabe. Milton Hatoun, que escreveu o prefácio do livro de Zaidan, lembra que em "Grande Sertão Veredas", o personagem Riobaldo conhece a família árabe Assis Wababa em pleno sertão de Minas Gerais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda na segunda parte do livro, Zaidan conta sobre as duas viagens de dom Pedro II ao mundo árabe. Ele visitou a Palestina, o Líbano, o Egito e a Síria. Foi dom Pedro que deu permissão para os árabes imigrarem para o Brasil. Encerra o capítulo contando a saga das famílias árabes em terras brasileiras. Sobrenomes como Houaiss, Chalita, Nassar e Yázigi aparecem no texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro de Zaidan está nas livrarias do país desde julho. A publicação foi patrocinada pelo governo do Estado do Pará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o escritor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zaidan nasceu no Líbano Central, veio para o Brasil em 1952, aprendeu o português em Alagoas, como gosta de lembrar. "Aprendi falar 'ô xente' e 'cabra da peste'", conta. Desde que chegou ao país, escreveu para jornais e revistas árabes, principalmente para os veículos iraquianos, libaneses e sírios. Também foi redator do jornal "Notícias Árabes", de 1965 a 1969. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/orientese.php?id=36"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-112480681550014046?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/112480681550014046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/112480681550014046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2005/08/lngua-portuguesa-tem-um-p-no-mundo.html' title='A língua portuguesa tem um pé no mundo árabe'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-109126878341951830</id><published>2004-07-31T06:12:00.000-04:00</published><updated>2004-07-31T06:19:17.213-04:00</updated><title type='text'>Obra de Malba Tahan, o mais árabe dos brasileiros, segue há décadas como best-seller</title><content type='html'>O carioca Júlio César de Mello e Souza (1895-1974), mais conhecido como Malba Tahan, e autor de "O Homem que Calculava", foi um dos grandes difusores da cultura árabe entre nós. Escreveu mais de 50 livros sob o pseudônimo - depois incorporado à carteira de identidade com a autorização do presidente Getúlio Vargas - e inovou ao ensinar matemática se utilizando da estrutura narrativa sedutora dos contos orientais. Seu livro mais famoso, lançado em 1938, está na 63ª edição e em maio  freqüentava a lista dos mais vendidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andréa Estevão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rio de Janeiro - Desde a primeira metade do século 20, várias gerações de jovens brasileiros têm sido apresentadas à cultura árabe através do mais árabe dos cariocas, o professor de matemática Júlio César de Mello e Souza, ou, como é mais conhecido, Malba Tahan.  Seu livro mais famoso, "O Homem que Calculava", que combina aventuras em cenários típicos da geografia árabe com encantadoras soluções de problemas de álgebra e aritmética, já está na 63a edição, pela editora Record. A publicação consegue o feito de aparecer, ainda hoje, na lista dos cinco livros infanto-juvenis mais vendidos no Brasil, segundo pesquisa publicada no jornal O Globo, do dia 22 de maio de 2004.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao todo, Júlio César/Malba Tahan escreveu 103 livros (somados os de ficção, didáticos e científicos) e vendeu mais de 2 milhões e 600 mil exemplares. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O matemático Júlio César de Mello e Souza se apaixonou pela cultura árabe quando criança, ao ler os "Contos de Mil e Uma Noites". Mas foi em 1919, aos 23 anos, que mergulhou nos estudos da cultura e língua árabes. Entre 1919 e 1925, se dedicou a ler o Talmude e o Alcorão e a conhecer a história e a geografia dos países árabes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal empreendimento traduz-se na delicadeza com que constrói seus personagens; na sensibilidade com que tece os diálogos repletos de poesia e sabedoria; na verossimilhança dos ambientes descritos. Crianças ou adultos, ficamos completamente envolvidos pela forma como o autor apresenta a suntuosidade de um salão, ou a sedução de uma tenda repleta de turbantes, jóias ou tecidos. Tal acuidade nas descrições se torna um feito ainda mais maravilhoso quando nos deparamos com o fato de que Júlio César jamais esteve no Oriente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande narrador de histórias, se tivesse nascido no Cairo ou na Constantinopla de um outro tempo, Júlio César poderia ter sido considerado um verdadeiro cheik el-medah (prestigiado chefe de corporação de contadores de história, que havia em algumas cidades). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na apresentação da tradução brasileira da obra "As Mil e Uma Noites", da editora Ediouro, ele afirma: "é a lenda a expressão mais delicada da literatura popular. O Homem, pela estrada atraente dos contos e histórias, procura evadir-se da vulgaridade cotidiana, embelezando a vida com uma sonhada espiritualidade". O professor Mello e Souza diz, em depoimento ao Museu da Imagem e do Som, do Rio de Janeiro, ter escolhido contar fábulas e lendas como um árabe porque nenhum povo jamais superou os árabes na arte de contar histórias e na paixão em ouvi-las.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estréia em A Noite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Malba Tahan foi apresentado aos cariocas, em 1925, no extinto vespertino carioca A Noite, de Irineu Marinho, através de uma biografia fictícia supostamente redigida pelo também imaginário tradutor, Breno Alencar Bianco. Tanto o escritor quanto o tradutor são frutos da prodigiosa inventividade de Júlio César, que a eles deu vida e produção literária, numa coluna cujo título era "Contos de Malba Tahan". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ali Lezid Izz Eduim Salim Hark Malba Tahan teria nascido em 1885, na aldeia de Muzalit, perto de Meca, tornando-se ainda muito jovem, prefeito (queimaçã) de El Medina. Rico, com a herança deixada pelo pai, Tahan teria viajado por vários países como a Rússia, a Índia e o Japão. Conta, também, a "biografia" que ele teria falecido em 1921, na luta pela libertação de uma tribo na Arábia Central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase todos dos mais de 50 livros escritos sob o pseudônimo Malba Tahan têm como personagens xeques, beduínos, califas; e se ambientam no deserto, em hospedarias e palácios, em Damasco, em Bagdá ou em aldeias persas. Seus livros narram saborosas aventuras, cheias de magia - muitas delas são inspiradas em lendas e contos árabes - e inúmeras referências a termos e expressões típicas, tais como: Alaú Abkar! (Deus é grande!), chamir (chefe de caravana), além dos mais tradicionais ensinamentos da cultura árabe.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É quase uma afirmação imprecisa dizer que Malba Tahan é o pseudônimo de Júlio César de Mello e Souza. Primeiro, porque Júlio César se auto-denominava Malba Tahan para seus alunos e alunas do Colégio Pedro II e do Instituto de Educação, chegando a carimbar, como visto para os trabalhos demandados, o nome em caracteres da língua árabe. Segundo, porque a popularidade do nome árabe era tamanha, que o presidente Getúlio Vargas autorizou o acréscimo do mesmo na carteira de identidade de Júlio César. Terceiro, porque tanto sua obra literária quanto suas idéias sobre o ensino das ciências em geral, e da matemática, em particular, são referidos internacionalmente a Malba Tahan. Basta uma rápida pesquisa na internet para constatar a importância de Malba Tahan e do seu best-seller "O Homem que Calculava", citados em sites de várias nacionalidades inclusive em grego, alemão e holandês.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Admirado por Lobato e Borges&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro "O Homem que Calculava", publicado pela primeira vez em 1938, já foi traduzido para mais de 12 idiomas, entre eles o inglês, tanto nos EUA quanto na Inglaterra, o espanhol, o italiano, o francês e o catalão. Foi premiado pela Academia Brasileira de Letras e despertou a admiração de escritores imaginativos como Monteiro Lobato e Jorge Luís Borges - este último, um amante confesso dos contos árabes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro conta as aventuras de Beremiz Samir, homem com exímia habilidade para o cálculo. Beremiz resolvia com mestria, leveza e precisão contratempos e situações espinhosas de qualquer natureza, através do uso da matemática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Júlio César nasceu dia 6 de maio de 1895, no Rio de Janeiro, e faleceu em Pernambuco, em 18 de junho de 1974, onde apresentava uma das suas inúmeras e requisitadas palestras. Deixou dois importantes registros sobre sua vida e obra: seu livro de memórias cujo título é "Acordaram-me de Madrugada", e seu depoimento gravado no Museu da Imagem e do Som (MIS), do Rio de Janeiro. Antes de morrer, pediu para ser enterrado sem homenagens, flores ou coroas, como uma pessoa simples, originária do Oriente Médio. Para justificar que não gostaria que adotassem luto em sua homenagem, citou versos do compositor brasileiro Noel Rosa: "Roupa preta é vaidade/ para quem se veste a rigor/ o meu luto é a saudade/ e a saudade não tem cor".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.anba.com.br/orientese.php?id=17"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-109126878341951830?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/109126878341951830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/109126878341951830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/07/obra-de-malba-tahan-o-mais-rabe-dos.html' title='Obra de Malba Tahan, o mais árabe dos brasileiros, segue há décadas como best-seller'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-109126853151950446</id><published>2004-07-31T06:04:00.000-04:00</published><updated>2004-07-31T06:08:51.520-04:00</updated><title type='text'>Mauricio de Sousa quer a Turma da Mônica falando árabe</title><content type='html'>O criador das histórias em quadrinhos mais populares do Brasil quer levar seus personagens para os países árabes. Ele acaba de lançar o longa-metragem de animação "Cine Gibi" e fala de seus planos de internacionalização. Suas criações já são conhecidas na Itália, Portugal, Japão, Grécia, França e Indonésia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.anba.com.br/imagens/materias/monica.jpg"&gt;&lt;br /&gt;Mônica briga com o Cebolinha: Personagens dominam 70% do mercado brasileiro de revistas infantis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isaura Daniel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo - A Mônica é uma menina dentuça, dona de um coelhinho azul, que vive de briga com os seus amiguinhos Cebolinha e Cascão. Cebolinha fala errado e Cascão não gosta de tomar banho. Eles têm outra amiguinha, Magali, uma garota gulosa capaz de devorar dez melancias de uma só vez. Os quatro são os principais personagens da Turma da Mônica, a mais famosa série de revistas em quadrinhos infantis do Brasil, que acaba de ganhar mais uma versão para o cinema e que poderá ser comercializada em países árabes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mauricio de Sousa, o cartunista criador dos personagens, lançou nesta segunda-feira (28) o filme "Cine Gibi", com os integrantes da turma, e falou que tem a intenção de levar as suas historinhas para as crianças árabes. "Quem sabe teremos a Mônica falando em árabe", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As peripécias da turminha já são conhecidas na Itália, Portugal, Japão, Grécia, França e Indonésia, por meio de gibis e tirinhas publicadas em jornais e revistas. "Também estamos tentando abrir os mercados do México e da China", acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Itália, a Turma da Mônica chegou primeiro por meio de desenho animado. O canal RAI Due transmite as historinhas há cerca de seis meses. Os gibis chegaram aos italianos apenas na semana passada. No Brasil, a turminha ganhou popularidade mesmo por meio das revistas em quadrinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente são dois milhões de exemplares vendidos ao mês. Os personagens, porém, vêm avançando para os meios de comunicação audiovisuais. Além da versão para o cinema, estreou domingo (27) um desenho animado no Cartoon Network, canal de televisão por assinatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Cine Gibi"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cebolinha, Mônica, Magali e Cascão já foram personagens de cinema entre os anos 1980 e 1990 no Brasil. Os desenhos passados na televisão italiana e os transmitidos pelo Cartoon Network são as produções da época recuperadas. O filme lançado ontem, porém, é novo. A fita vai passar em mais de 150 salas no Brasil a partir de 9 de julho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Cine Gibi" conta a história do Franjinha, o personagem inventor da Turma da Mônica, que criou uma máquina de transformar histórias em quadrinhos em filme. Seus amigos, Cebolinha, Mônica, Magali e Cascão, vão ao cinema ver a transmissão e se deparam com seis histórias que já estão nos quadrinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre uma ida ao banheiro e uma compra de pipocas, os quatro encontram celebridades da televisão e da música brasileira, como a cantora Vanessa Camargo, a dupla Pedro e Thiago, os apresentadores Fernanda Lima e Luciano Huck, e o próprio desenhista Mauricio de Sousa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A intenção de Mauricio é levar o filme, assim como os demais desenhos animados, também para outros países. O primeiro a receber o "Cine Gibi" deve ser a Itália, no ano que vem. "Vamos trocar os atores país por país", diz Mauricio sobre a participação de celebridades locais no filme. Já há outras quatro histórias da Turma da Mônica programadas para filmagem: "Viagem no Tempo", "Horácio", "Chico Bento" e "Estrelinha Mágica". Foram gastos R$ 5 milhões com o desenvolvimento deste primeiro filme, dirigido por José Márcio Nicolosi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cartunista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As criações de Mauricio de Sousa dominam 70% do mercado de revistas infantis em quadrinhos no Brasil e estão no mercado desde 1959. Na época, o cartunista criou a tirinha Franjinha e Bidu, sobre um menino inventor e seu amigo cão, para o jornal Folha da Manhã, de São Paulo, onde trabalhava como repórter policial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A personagem Mônica nasceu em 1970, inspirada na filha de Mauricio. Hoje, 150 artistas trabalham com o cartunista na produção das historinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os personagens fazem tanto sucesso que geram cerca de outros três mil subprodutos, entre bonecos e joguinhos licenciados. Existem no Brasil, inclusive, dois parques de diversão da Turma da Mônica, um em São Paulo e outro no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Site da Mônica&lt;br /&gt;www.monica.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/noticia.php?id=3515"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-109126853151950446?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/109126853151950446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/109126853151950446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/07/mauricio-de-sousa-quer-turma-da-mnica.html' title='Mauricio de Sousa quer a Turma da Mônica falando árabe'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-109126817998562078</id><published>2004-07-31T05:49:00.000-04:00</published><updated>2004-07-31T06:02:59.986-04:00</updated><title type='text'>Brasileira cria site para divulgar o Islã</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Internet não é usada apenas pelo terrorismo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Catharina Epprecht&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso da internet no terror islâmico é um assunto cada vez mais difundido. Vídeos de prisioneiros sendo degolados e até páginas de grupos terroristas são encontrados na rede. Mas a ferramenta também é usada para fortalecer os laços entre muçulmanos e promover conhecimento, divulgando o islã como religião pacífica e respeitadora da mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde fevereiro de 1999, funciona o Islamic Chat (www.geocities.com/islamicchat em breve com domínio próprio em http://islamicchat.org), que apesar do nome é uma página em português, criada por uma brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dei palestras na Sociedade Muçulmana Brasileira e um curso de extensão na Uerj sobre o islã. Achei que a internet era o veículo ideal para continuar a passar essas informações, alcançando um número maior de pessoas - explica, ao JB, Maria Moreira, que se formou em engenharia, mora no Egito e, até criar o site, não tinha prática com webdesign.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria se converteu em 1990. Seu site traz diversos artigos sobre a religião, em assuntos introdutórios, como um breve histórico dos muçulmanos, ou mais profundos, como a história das escolas de jurisprudência islâmica. Também há temas que vão desde a maneira correta de se portar à mesa - entre outras indicações, os muçulmanos devem comer usando a mão direita e, no caso de fazê-lo sem talheres, devem usar apenas três dedos - até uma explicação de por que ''Guerra Santa'' é uma péssima tradução para a palavra ''Jihad''.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A internet é ótima para aproximar pessoas, independentemente da crença - diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos artigos, o site traz um fórum de discussões e um classificado matrimonial no qual se procuram pessoas ''com Alá no coração'' ou que sigam ''os mandamentos de Alá'' para dividir sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos fóruns há receitas, discussões sobre questões polêmicas como homossexualidade e casamento interreligioso e espaço para tirar dúvidas. Algumas chegam a ser bem peculiares para quem não conhece a religião, como, por exemplo, se tatuagem é haram (pecado) ou se homens podem usar gravatas de seda (de acordo com o Corão, a seda é tecido proibido aos homens).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A página defende que violência e excessos contra a mulher não são dignos do islã. E apesar de o site se definir como espaço feminino na internet, a participação masculina é intensa. Ao negar o tabu de que o sexo feminino no islã não tem direitos, Maria argumenta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O site procura focar no papel da mulher no islã mas não exclui os homens da discussão. Não existe possibilidade de homens e mulheres conviverem e se entenderem, se não for através do conhecimento mútuo. Não adianta nada as mulheres ficarem trocando informações apenas entre elas, se os homens não participarem dessa troca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://jbonline.terra.com.br/jb/papel/internacional/2004/07/24/jorint20040724005.html"&gt;Jornal do Brasil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-109126817998562078?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/109126817998562078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/109126817998562078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/07/brasileira-cria-site-para-divulgar-o.html' title='Brasileira cria site para divulgar o Islã'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-109126731228319903</id><published>2004-07-31T05:46:00.000-04:00</published><updated>2004-07-31T05:48:32.283-04:00</updated><title type='text'>'Águas de Março' e o pensamento árabe</title><content type='html'>Estudiosos detectam construções de origem oriental na letra do compositor brasileiro Tom Jobim, e a comparam a um dos primeiros grandes textos poéticos da literatura árabe, escrito há mais de 1500 anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristina Iori&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo - Uma das mais belas composições de Tom Jobim, "Águas de Março", com sua letra composta por rápidos e cortantes flashes do cotidiano, remonta às construções de linguagem e pensamento árabe. Esta é a conclusão de artigo publicado por Aida R. Hanania, vice-diretora e professora-titular do Departamento de Línguas Orientais da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP) e Jean Lauand, professor-titular da Faculdade de Educação da USP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"...Grande e grandiosa, inquietante, 'Águas de Março' soa aos nossos ouvidos, sempre de novo, como diz sua letra, como 'um mistério profundo'. Parte desse mistério reside, talvez, no fato de a poesia (...) nos arrancar de nossos padrões usuais de pensamento ocidental e nos conduzir às formas de pensamento do Oriente, "lugar" por excelência do mistério (...)", escreveram Aida e Lauand em artigo publicado originalmente no Jornal da Tarde, de São Paulo, em 1991.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os autores, Tom Jobim lança mão de estruturas semelhantes à linguagem-pensamento árabe em "Águas de Março". Em vez de longos discursos ocidentais, encontramos imagens concretas. Assim, o verso "passarinho na mão, pedra de atiradeira", substitui o modo ocidental que seria usado para narrar o ato de apanhar um passarinho com estilingue. Este e outros versos - como "carro enguiçado, lama, lama"-, consolidam a semelhança da letra da música com o caráter oriental de pensamento, onde se empregam, segundo os autores, frases nominais e não o "é", pois trata-se de forma fraca, descartável, desse verbo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevem os autores: (...) "a orientalização chega ao extremo quando no final da canção, interpretada por Tom e Elis (Elis com riso mal contido), o verbo ser é suprimido e se diz simplesmente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Pau, pedra, fim, caminho&lt;br /&gt;Resto, toco pouco sozinho&lt;br /&gt;Caco, vidro  vida, sol&lt;br /&gt;Noite, morte laço, anzol (...)"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aida Hanania e Jean Lauand comparam o estilo adotado por Tom Jobim em "Águas de Março" com um dos primeiros grandes textos poéticos da literatura árabe, escrito há 1500 anos. Trata-se de uma composição do orador e poeta Quss Ibn-Sa'idah, em que este descreve a grandiosidade do mundo e convida a uma reflexão sobre a transitoriedade da condição humana. Os autores fizeram uma tradução desta poesia de Sa'idah ajustada à melodia de "Águas de Março", (a partir dos versos para que a semelhança se fizesse ainda maior, embora mantendo ainda totalmente a forma de expressão do pensamento árabe).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"(...)Noite escura,                        um dia de paz&lt;br /&gt;O céu, um assombro,                    espaços siderais&lt;br /&gt;Estrelas brilhando,                        mares a se agitar&lt;br /&gt;Montes assentados,                     terra a atapetar&lt;br /&gt;O que vive, morrendo;                  o que morrer, findando&lt;br /&gt;Vai, vir, virá,                               a a-passar, passará&lt;br /&gt;No céu, sinais;                            na terra, lição&lt;br /&gt;Causa, porquê,                            explicação&lt;br /&gt;Gente vai e não volta,                  qual a razão?&lt;br /&gt;Sono profundo?,                          satisfação?&lt;br /&gt;Onde nossos primeiros?                 Onde pais e avós?&lt;br /&gt;Onde o grande poder                    dos fortes faraós?(...)"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação à tradução acima, os autores alertam que há muito mais uso de frases nominais do que a tradução comportaria. Pois os árabes, ao invés de dizer "estrelas que brilham" ou "mares que se agitam", na verdade dizem "estrelas protagonistas no ato de brilhar" (nujúmun tazhar) e "mares protagonistas do ato de se agitar" (bihhárun tazkhar). Veja ao final desta página a poesia original em idioma árabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jean Lauand e Aida Hanania são estudiosos da cultura árabe. Lauand conclui livre-docência na USP com a tese "Educação Moral e Provérbios: Os Amthal Árabes e o Pensamento de Tomás de Aquino" e é fundador do Centro de Estudos Medievais - Oriente &amp; Ocidente, na USP. Aida é autora do belíssimo livro ilustrado "A Caligrafia Árabe e a Arte de Hassan Massoudy" (Editora Martins Fontes). A obra trata a caligrafia árabe em sua tripla dimensão: educativa, iconográfica e estética. O leitor é levado não só às origens dessa arte, a mais fiel expressão do mundo árabe-islâmico, como também à palavra alcorânica e aos alicerces da cultura árabe em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja o texto original de Ibn-Sa'idah, com ligeiras reduções e adaptações feitas pelos autores do estudo sobre Tom Jobim. Segundo os autores, de for acrescentado ao poema árabe os "és" e os "são", ou se forem suprimidos estes verbos de "Águas de Março", fica evidente o caráter oriental das formas poéticas de Tom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La-y-lun daj               ua naharun saj&lt;br /&gt;Ua sama 'un               dhatu abraj&lt;br /&gt;Ua nujúmun tazhar      Ua jibalun mursáh&lt;br /&gt;Ua bihharun taskhar     Ua ardun mudháh&lt;br /&gt;Ma bal an-n-asi          yadhhabúna&lt;br /&gt;Ma bal, ma bal            hum la yarj'aúna?&lt;br /&gt;Ínna fy assama'i          lakhabara&lt;br /&gt;Ua ínna fy-lardi           la'ibara&lt;br /&gt;Ayna-l-aaba'u?           aaráddu faqámu?&lt;br /&gt;Ayna-lfara'inatu?         túriku fanámu?&lt;br /&gt;Man'aasha maat          ua man maat faat&lt;br /&gt;Ua kulun ma hwa         aatin aat&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/orientese.php?id=14"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-109126731228319903?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/109126731228319903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/109126731228319903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/07/guas-de-maro-e-o-pensamento-rabe.html' title='&apos;Águas de Março&apos; e o pensamento árabe'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-109126705247898207</id><published>2004-07-31T05:42:00.000-04:00</published><updated>2004-07-31T05:44:12.480-04:00</updated><title type='text'>A leveza do deserto na prosa e poesia brasileiras</title><content type='html'>A influência da cultura árabe é evidente na obra dos inúmeros escritores de origem sírio-libanesa no Brasil, mas também pode ser sentida na estrutura narrativa de contos e romances de todo o Ocidente, que não seriam os mesmos sem a magnífica e eclética herança de "As Mil e Uma Noites".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paula Quental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo - A arte de escrever, seja em prosa ou poesia, está profundamente relacionada à cultura árabe, cuja tradição da palavra escrita tem raízes no hábito da leitura do Alcorão, e as descrições literárias na vida nômade do deserto. A influência dessa cultura é sentida na estrutura narrativa do conto e do romance ocidentais, defende o crítico e escritor Caio Porfírio Carneiro, autor de "O Sal da Terra" (Editora Ática), já traduzido para várias línguas, inclusive o árabe. "A literatura árabe, para além da riqueza da imaginação, é a sutileza do como dizer - uma leveza que tem muito do universo contemplativo do deserto", ensina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa herança estaria condensada na magnífica obra "As Mil e Uma Noites", conhecida dos ocidentais há apenas 300 anos, mas que reúne histórias oriundas da Pérsia e da Índia, de autores anônimos dos séculos 8 e 9, de acordo com Porfírio Carneiro. Elas foram compiladas ao longo do tempo até serem compactadas no século 15 pelos árabes, "que lhes conferiram feição definitiva e única".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O livro deu novo alento à técnica do conto, à narrativa fantástica. Sublimação lírica que inoculou a poesia em geral. O curioso, o fantástico, sutis conceitos filosóficos. Uma narrativa ficcionada, lírica, que os árabes lançaram como foguete mágico mundo afora. Eles interpretaram o mundo e alma orientais, mas a essência é árabe", diz o escritor. "Eu que sou contista tive uma surpresa especial ao observar que está tudo lá em matéria de conto, o fantástico, o erótico, o alegórico".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As Mil e Uma Noites" tornou-se conhecida na Europa no início do século 18 e talvez seja o livro mais traduzido do mundo, perdendo apenas para a Bíblia e o Alcorão. Para Porfírio Carneiro, o seu legado, que pode ser estendido a toda a  literatura árabe, é, além disso, a linguagem musical, a estrutura narrativa que seduz, a dimensão humana, o oposto da visão científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A cultura árabe é uma cultura muito doce, muito humana, muito poética, apesar dos transtornos com os quais ela é identificada nos nossos dias", afirma.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Os árabes na literatura brasileira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apaixonado por pesquisa e por tudo o que se relaciona à literatura (é também dono de uma biblioteca de 6 mil livros e secretário-geral da União Brasileira dos Escritores, a UBE), Porfírio Carneiro, a pedido do Centro Cultural Árabe-Sírio, em São Paulo, onde fez uma palestra no último 7 de abril, tentou identificar o que há em comum entre os escritores descendentes de árabes no Brasil e sua influência na cultura brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para começar, a lista de escritores de origem sírio-libanesa que nasceram ou adotaram o país é imensa. Raduan Nassar, Milton Hatoum, Leon Eliachar, Jorge Medauar, Jorge Tufik, Jorge Tanure, Salim Miguel, João Batista Sayeg, Carlos Nejar Malba Tahan (pseudônimo de Júlio Cesar de Souza, autor de "O Homem que Calculava", que não era árabe, mas escreveu como um), são apenas alguns deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro nome lembrado por Porfírio Carneiro é o do jornalista e compositor Jorge Vidal Faraj (1901-1963), "o mais romântico e lírico letrista da MPB das décadas de 1930 e 1940". Faraj foi autor de memoráveis canções gravadas por Orlando Silva, Francisco Alves, Sílvio Caldas e Carlos Galhardo. Uma das mais conhecidas é a valsa "Deusa da Minha Rua" ("A deusa da minha rua/tem os olhos onde a lua/costuma se embriagar/Nos seus olhos eu suponho/O sol, num dourado sonho/vai claridade buscar..."), em parceria com Newton Teixeira. Um lirismo que, segundo o escritor, tem inequívoca raiz árabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem todos buscaram ou buscam escrever sobre as próprias origens, como o octogenário escritor e jornalista Salim Miguel, nascido no Líbano e radicado em Santa Catarina, autor de "Nur na Escuridão" (Editora Top Books). O livro, que conta a história de sua família, libaneses que aportaram no Rio de Janeiro sem saber o português - luz, nur em árabe, foi a primeira e emblemática palavra aprendida pelo patriarca Yussef, pai de Salim - é o 18º do autor, e foi premiado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que une a maioria dos escritores brasileiros descendentes de árabes, segundo Porfírio Carneiro, são os traços que podem ser remetidos à sua origem comum: além do lirismo, do aspecto humano, a "sobriedade da prosa e um grande talento para trabalhar personagens infantis".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O poeta filho de libaneses Jorge Tufik, por exemplo, tem dado contribuição importantíssima à literatura nacional: na sua obra, repleta de lendas da Amazônia, a linguagem poética tem o sopro dos ventos das 'Mil e Uma Noites'", descreve ele. Tufik e tantos outros, entre os quais o premiadíssimo Raduan Nassar ("Um Copo de Cólera" e "Lavoura Arcaica", ambos livros adaptados para o cinema), considerado um dos melhores escritores brasileiros contemporâneos, têm, de acordo com Porfírio Carneiro, "a leveza do lavor poético, uma escrita que não cai nas construções apenas cerebrais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A influência dos árabes na literatura brasileira, porém, começa nas marcas desta cultura deixadas em Portugal, já que os árabes dominaram a Península Ibérica por oito séculos. São milhares de palavras portuguesas de origem árabe. "A cultura ibérica é impregnada da arte mourisca", diz o escritor. E isso para além dos vocábulos, também na alma singela e poética. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/orientese.php?id=13"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-109126705247898207?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/109126705247898207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/109126705247898207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/07/leveza-do-deserto-na-prosa-e-poesia.html' title='A leveza do deserto na prosa e poesia brasileiras'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-109126679380625844</id><published>2004-07-31T05:38:00.000-04:00</published><updated>2004-07-31T05:39:53.806-04:00</updated><title type='text'>Conheça os bancos islâmicos, que movimentam US$ 200 bi por ano</title><content type='html'>Angela Martins, diretora do banco ABC Brasil, escreveu um livro sobre a prática bancária islâmica, norteada pelos princípios do Alcorão, e que leva em conta a ética e a responsabilidade social. Não existem juros, mas os lucros são bem-vindos. Como se trata de uma atividade crescente, Angela acredita que os brasileiros interessados em fazer negócios com os árabes devem aprender mais sobre o sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandre Rocha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo - Você sabe o que é um banco islâmico? Bom, do ponto de vista financeiro são instituições que movimentam todos os anos cerca de US$ 200 bilhões ao redor do mundo. Mas, diferentemente do sistema financeiro tradicional, o trabalho dessas entidades é norteado pelos princípios do Alcorão, que é o livro sagrado para os muçulmanos, e prega a ética e a responsabilidade social. Para mostrar aos brasileiros a prática bancária islâmica e gerar oportunidades de negócios, a diretora do Banco ABC Brasil, Angela Martins, escreveu "A Banca Islâmica", o primeiro livro em português sobre o assunto, que será lançado na próxima semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"(O Islamismo) é a religião que mais cresce no mundo. Então, a banca islâmica é uma coisa importante para as pessoas prestarem um pouco mais de atenção, principalmente num país que diz ter interesse em aumentar suas relações com os países árabes, que em sua maioria são muçulmanos", disse Angela, formada em administração de empresas, com especialização em finanças, e que há oito anos trabalha no ABC Brasil, controlado pelo banco árabe Arab Banking Corporation.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ela, a usura e a especulação são práticas vetadas no mundo financeiro islâmico, não existem juros e a palavra de ordem é "parceria". "Quando o banco islâmico compra açúcar à vista do fornecedor brasileiro e vende a prazo para o importador muçulmano, ele corre o risco junto com o importador", disse. Mas isso não quer dizer que instituição não pode ter lucro, muito pelo contrário, ela cobra pelos serviços oferecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, essas instituições, de acordo com ela, podem ser fontes de recursos para investimentos no Brasil, pois esses bancos aplicam muito no setor imobiliário, mesmo fora do Oriente Médio. "Isso é algo que o Brasil poderia tentar", afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ilustrar a importância da banca islâmica, ela disse que a Universidade de Harvard, nos EUA, criou uma cadeira específica sobre o assunto. Mas o Brasil continua "apartado da questão". Leia abaixo os principais trechos da entrevista que ela concedeu à ANBA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANBA - Por que a senhora resolveu escrever o livro?&lt;br /&gt;Angela Martins - O ABC (internacional) sempre teve uma atuação importante nessa área e nossos colegas lá do Bahrein (sede do banco) começaram a oferecer produtos. Nós aqui não conhecíamos e eu comecei a me aproximar deles para entender melhor. Os bancos da região do Golfo conhecem muito bem o ABC Brasil, nos consideram, fazemos negócios com eles. E eu notei que, por haver um total desconhecimento do que é "islamic banking" no Brasil, muitas vezes isso é um impedimento para essas operações. Então eu achei que seria interessante fazer um livro explicando como funciona o sistema. Na medida em que a gente mostra o produto, pode haver maior interesse, tanto na parte de comércio exterior, porque muitas operações de exportações brasileiras podem ser feitas dessa maneira, como também pensando, no futuro, em oferecer produtos islâmicos para a comunidade muçulmana no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A senhora não é de origem árabe, é?&lt;br /&gt;Sou brasileira, descendente de italianos e portugueses, aquela famosa misturinha brasileira, e sou cristã, não sou muçulmana, sou uma estudiosa do assunto. Mas tenho muitos amigos na região. Os bancos mais importantes da região do Golfo, bancos islâmicos como o Dubai Islamic Bank e o Shamil Bank, eu tenho uma relação de amizade com o pessoal de lá. Quer dizer, nós conseguimos aqui no Brasil ter uma relação direta com esses bancos, não apenas com os bancos islâmicos, mas com outros bancos árabes que têm divisões islâmicas e conseguimos ter uma relação muito próxima. Existem outros bancos internacionais que fazem "islamic banking", como o HSBC e o Citibank, só que a relação deles não é assim tão direta quanto a nossa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto tempo a senhora demorou para escrever?&lt;br /&gt;Olha, o embrião do livro foi a monografia que eu fiz para o meu MBA em 2001, sobre a banca islâmica. Eu aproveitei a base da monografia e transformei o texto em algo mais palatável, mais fácil, porque normalmente um texto de monografia é mais técnico, com muitas referências, então fica mais chato. Eu reescrevi de uma forma mais leve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é a banca islâmica?&lt;br /&gt;Na verdade é um conceito bem mais profundo do que aquela coisa que as pessoas falam: Ah, banco islâmico é apenas um banco que não cobra juros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não cobra juros?&lt;br /&gt;Não cobra juros, mas o princípio é muito mais profundo do que esse. O que diferencia a banca islâmica da banca convencional é o seguinte: O banco islâmico faz uma parceria com o cliente. Se na banca convencional você quer comprar um carro, seu crédito será avaliado e o banco vai te emprestar um recurso e, se você não tiver condições de pagar, ele toma o carro de volta. No caso da banca islâmica a avaliação é feita de maneira diferente. Ela entende que toda vez que você vai ao banco com alguma necessidade ele tem que entrar no negócio e correr o risco junto com você, como se fosse uma parceria. O que é proibido no islamismo é a usura. O que, se você fizer uma análise mais profunda, também é proibido pelo catolicismo, só que isso já não se utiliza tanto na prática bancária. Não cobra juros, mas pode ter um lucro. Não é proibido ter lucro, o que é proibido é cobrar o juro, o juro sobre juro, o juro em cima de nada. Cobrar por um serviço prestado é legítimo, o que não pode é apenas especular com o dinheiro, não existe o valor do dinheiro no tempo na banca islâmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você compra um carro e embute um valor que será seu lucro. Na prática isso não seria um juro?&lt;br /&gt;É mais uma questão de conceito. Quer dizer, o juro normalmente incide sem que a instituição agregue qualquer tipo de valor. No caso do lucro não. Por exemplo, no caso de uma operação de comércio exterior, quando o banco islâmico compra açúcar à vista do fornecedor brasileiro e vende a prazo para o importador muçulmano, ele vai correr o risco junto com o importador, o risco da mercadoria não estar adequada, como se ele fosse o real importador. Então é justo que ele tenha algum ganho, porque, na verdade, ele está servindo ao importador que só poderia comprar a prazo. E ele sempre vai estar agregando valor de alguma forma. Isso é apenas um detalhe mas, por exemplo, na banca islâmica você não pode negociar dívida, não especula com o valor do dinheiro no tempo, ou seja, tenta-se evitar todos os tipos de especulação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, na prática, não seria a mesma coisa?&lt;br /&gt;Na prática em uma única visão sim. O que se considera perigoso ou ilegítimo do ponto de vista islâmico é quando você olha para a banca convencional e vê toda a especulação que existe ao redor. Tem toda a especulação com papéis, todas as posições de presente e futuro, todas as operações de mercado que não existem na prática islâmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas na hora de colocar esse lucro eles também avaliam o risco do cliente?&lt;br /&gt;Claro, é avaliado. Não só o risco do cliente, mas todo o risco da operação. Outra coisa, o banco islâmico também cuida para que o produto comprado esteja de acordo com as leis da Sharia. Por exemplo, ele nunca vai financiar a compra de bebidas alcoólicas ou de carne de porco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma limitação para esse lucro?&lt;br /&gt;Não existe uma limitação no sentido de um órgão que delimite isso. Mas a própria prática do mercado faz com que existam limites razoáveis. Dificilmente você vai encontrar um banco islâmico que seja ganancioso, que aja fora do que é considerado razoável. Até porque ele não deixa de ganhar o dinheiro, uma vez que o depositante não vai receber juros por suas aplicações. Quando ele capta recursos e quando ele empresta recursos os parâmetros são os mesmos, então ele consegue fazer nesse lucro um diferencial que o viabiliza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos supor que o cliente vá ao banco islâmico aplicar dinheiro. Ele vai remunerar com lucro também?&lt;br /&gt;Também. Existem várias formas de aplicar. Você pode tanto guardar seu dinheiro no banco, daí é um recurso não remunerado. Mas se você quer ter uma remuneração, pode participar com o banco dessas operações. Por exemplo, a importação de açúcar. Quando o banco compra em nome do importador que precisa do prazo, ele pode fazer isso junto com esses clientes que querem remuneração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles se tornam sócios na operação então?&lt;br /&gt;Exatamente. A grande diferença é essa. O investidor passa a ser um sócio numa operação e as responsabilidades são muito mais parecidas com as de um sócio do que de um simples investidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer dizer, se a carga afundar no mar, azar?&lt;br /&gt;É um risco que ele corre solidariamente ao importador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível viabilizar exportações brasileiras por esse sistema?&lt;br /&gt;Já existiram. A Marcopolo já exportou ônibus para a Arábia Saudita e teve a operação financiada por esse sistema. A Petrobras já fez operações de "islamic banking". A possibilidade existe. Por isso que eu acho interessante que as pessoas entendam melhor como funciona porque é um mercado que gira mais de US$ 200 bilhões por ano e, para interagir com ele, você precisa entender como funciona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível atrair investimentos ao Brasil por esse sistema?&lt;br /&gt;Sem dúvida. Muito dos investimentos feitos pelos muçulmanos são aplicados no mercado imobiliário. Hoje na Inglaterra, e mesmo nos Estados Unidos, existem grandes fundos que administram recursos de muçulmanos lastreados em imóveis. Isso é uma coisa que o Brasil poderia tentar. Não é uma coisa simples, é uma coisa de longo prazo, porque, para atrair, teriam de existir projetos muito bem estruturados. Mas eu acho plenamente viável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando esse sistema começou a ser praticado de forma mais institucional?&lt;br /&gt;A banca islâmica começou a ganhar força a partir dos anos 70 e foi se encorpando a partir dos anos 80. Como sistema ele é razoavelmente recente, está em evolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na década de 1970 houve o grande boom do petróleo na região. Pode-se dizer que, além da religião, ele é fruto do petróleo também?&lt;br /&gt;Eu não diria que é fruto do petróleo, tem tudo a ver com a religião. A questão do petróleo é que a região passou, nessa época, a ter um caráter mais independente e, por conta disso, todas as instituições começaram a se estruturar melhor. O petróleo tem importância porque os países da região começam a surgir como países fortes e, com uma liquidez tão grande, passou a fazer sentido ter uma banca que administrasse esses recursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As operações de compra e venda seriam as mais interessantes para os empresários brasileiros?&lt;br /&gt;Não só isso, existem produtos islâmicos equivalentes ao leasing e ao pré-financiamento de exportações. Mesmo aí existe o conceito na banca islâmica de que, a princípio, você não pode vender aquilo que ainda não tem, o que é diferente da banca convencional, onde você compra e vende expectativas. Não pode vender um bezerro só porque você tem um touro e uma vaca, é preciso antes ter o bezerrinho nascido para vender. Mas existem formas de pré-financiar estruturadas, de forma que o banco pode ajudar aquela empresa que precisa um capital de giro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele vira sócio da produção?&lt;br /&gt;Exato. Existe toda uma forma de fazer isso para que você possa contar com o financiamento antes da produção da mercadoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A senhora acha essencial para quem quer entrar no mundo árabe conhecer um pouco mais esse sistema?&lt;br /&gt;Não sei se a palavra é "essencial". Mas se você está negociando com países islâmicos, ainda que você opte por fazer as suas operações financiadas da forma tradicional, é importante conhecer esta outra alternativa. Existe lá uma banca enorme, com grande potencial de recursos e que pode ser interessante para explorar. Não vai ser a única fonte de recursos, mas ela está crescendo e pode vir a ser essencial e pode ser interessante para alguns importadores específicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode haver alguma restrição por parte do importador se esse sistema não for adotado?&lt;br /&gt;O mundo todo está se voltando para as questões éticas, morais e isso importa muito para as pessoas mais voltadas para a religião, que têm interesse em ver suas atividades mais próximas dos seus princípios. Por isso eu acredito que, cada vez mais, os muçulmanos vão querer ter suas atividades financeiras dentro dos princípios da sua religião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível dizer que no futuro a maioria das operações nos países árabes será feita dessa maneira?&lt;br /&gt;Não digo a maioria. Mas é a religião que mais cresce no mundo. Então, no mínimo, é uma coisa importante para as pessoas prestarem um pouco mais de atenção. Principalmente num país que diz que tem interesse em aumentar suas relações com os países árabes, que em sua maioria são muçulmanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Banca Islâmica&lt;br /&gt;156 páginas&lt;br /&gt;Autora: Angela martins&lt;br /&gt;Editora: Qualitymark&lt;br /&gt;Preço: R$ 30&lt;br /&gt;Lançamento: Dia 6 de agosto a partir das 19 horas&lt;br /&gt;Onde: Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi, na Av. Brigadeiro Faria Lima, 2.232, piso Faria Lima, São Paulo (SP)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/noticia.php?id=3917"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-109126679380625844?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/109126679380625844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/109126679380625844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/07/conhea-os-bancos-islmicos-que.html' title='Conheça os bancos islâmicos, que movimentam US$ 200 bi por ano'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-109126654485504866</id><published>2004-07-31T05:29:00.000-04:00</published><updated>2004-07-31T05:35:44.856-04:00</updated><title type='text'>Casal dos EUA criou brinquedo para incentivar valores do islã entre meninas</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Boneca de véu que lê Alcorão é alternativa islâmica à Barbie&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;LUCIANA COELHO&lt;br /&gt;DA REDAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barbie provavelmente teria um chilique: afinal, de que lhe valeriam as voluptuosas curvas e o aparentemente infindável guarda-roupa se sobre ambos ela tivesse de usar um casaco largo e um véu para disfarçar as formas e cobrir as loiríssimas melenas?&lt;br /&gt;O fato é que aquilo que para a loira plastificada seria um despropósito é exatamente o que faz o sucesso de sua nova concorrente. Em suas três diferentes versões de pele e cabelo (loira, morena e negra), a modesta Razanne usa com devoção seu hijab -o véu islâmico- e só cede aos apelos da moda quando está dentro de casa.&lt;br /&gt;Dinâmica, ela reza, lê o Alcorão, estuda, brinca, dá aula e até participa das tropas muçulmanas de escoteiros. Tudo no maior recato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascida há seis anos da imaginação de um casal de muçulmanos americanos, Razanne se tornou um sucesso no ano passado, ao ganhar a atenção da imprensa na esteira da polêmica proibição da venda da Barbie na Arábia Saudita -curiosamente, segundo seus criadores, os jornalistas inicialmente se interessaram por pensarem que se tratasse de uma contrapartida árabe à exuberante boneca americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A idéia era dar uma alternativa às meninas muçulmanas aqui nos EUA. Nós as víamos brincando com a Barbie, toda chamativa, com roupas que mostram o corpo, e pensávamos: é esse o tipo de modelo de comportamento que queremos para nossas filhas? Ela não parece com as mães delas. Não parece com as roupas que elas vão usar mais tarde", disse à Folha Sherrie Saadeh, uma americana "na casa dos 40" convertida ao islamismo há 15 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi Sherrie e o marido, Ammar, que desenvolveram a boneca. "Na verdade, quem pensou primeiro foi ele, e acho engraçado que um homem tenha pensado nisso. Afinal, eles ficam o tempo todo dizendo como são justos com as mulheres muçulmanas, mas é difícil fazerem algo assim", ri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O casal é dono da NoorArt, uma pequena fábrica de brinquedos e produtos educativos em Livonia, Michigan, especializada em crianças muçulmanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sherrie é gerente de produção e "estilista" de Razanne. E não pense que o trabalho se limite a criar véus -há versões de Razanne com coloridíssimas túnicas, como as usadas pelas muçulmanas no sudeste da Ásia, e a cobiçada versão "in and out": com um casaco e um hijab para vestir na rua e um florido vestido acinturado e sem mangas para usar em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Razanne ajuda as meninas muçulmanas a entenderem que em casa elas podem estar na última moda e ter roupas atraentes, embora na rua se vista com recato", anuncia o site da boneca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Minha filha de dois anos insiste que a Razanne use seu véu toda vez que sai de casa ou quando há homens presentes", diz um testemunho no site. "A Razanne fala para a Barbie usar o véu também", diz outro, aparentemente escrito por uma menina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sem namorado&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A bem da verdade, Razanne se parece pouco com a turbinada Barbie. Com seu corpo de pré-adolescente, lembra muito mais a brasileira Susi, e suas maiores preocupações -ao contrário da prima famosa, que acaba de trocar o antigo namorado Ken por um surfista australiano- são estudar, rezar e brincar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A Razanne oferece um modelo de comportamento melhor e mostra que uma menina muçulmana pode brincar como qualquer outra", afirma Sherrie, mãe de um menino.&lt;br /&gt;As vendas da Razanne ainda são tão modestas quanto seu figurino, sobretudo se comparadas às da Barbie -que, desde sua criação, em 1959, já teve mais de 1 bilhão de exemplares vendidos, segundo sua fabricante, a Matel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ammar Saadeh, "pai" e gerente comercial da Razanne, diz que nos últimos tempos as vendas atingiram uma média anual de 50 mil unidades. Ele não fala em faturamento, mas, a um preço médio de US$ 15 (a Razanne mais cara é a escoteira, US$ 21,99), é possível estimar que a boneca fature cerca de US$ 750 mil por ano. A Barbie vende US$ 3,6 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O casal está otimista e diz ter registrado "um crescimento expressivo" das vendas (ainda não há números deste ano) desde que a boneca surgiu no noticiário.&lt;br /&gt;Hoje a Razanne é vendida em lojas dos EUA, do Canadá, do Reino Unido, da Alemanha, do Kuait e de Cingapura, e também na internet (www.noorart.com). Negociações em outros países estão em curso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda constam dos planos a ampliação da linha étnica e da profissional, "com todas as profissões que uma garota muçulmana pode ter". "Também tem a linha formadora de caráter, que já tem a escoteira e terá a Razanne que participa de organizações comunitárias", conta Sherrie. "É legal porque, uma vez que seu corpo está coberto, você acaba dando mais atenção à sua personalidade. A personalidade da boneca passou a ser o mais importante."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com tantos atrativos, não há pretendentes à vista? "Até hesitamos em fazer um boneco homem, porque o namoro no islã é diferente, sem contanto físico. E a Razanne ainda é muito nova", explica Sherrie. "Pode ser que mais para frente lancemos um irmão para ela. Mas namorado, não."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Jornal "Folha de São Paulo" de 25/07/2004 - Versão impressa.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-109126654485504866?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/109126654485504866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/109126654485504866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/07/casal-dos-eua-criou-brinquedo-para.html' title='Casal dos EUA criou brinquedo para incentivar valores do islã entre meninas'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-109126614260117291</id><published>2004-07-31T05:23:00.000-04:00</published><updated>2004-07-31T05:29:02.600-04:00</updated><title type='text'>Projeto brasileiro ganha prêmio de Dubai para melhores práticas de gestão urbana</title><content type='html'> &lt;br /&gt;O programa de desenvolvimento humano da comunidade do Aurá, de Belém do Pará, foi um dos 10 contemplados pela premiação concedida a cada dois anos pela municipalidade de Dubai, Emirados Árabes Unidos, e pela ONU. O projeto, desenvolvido desde 1997, envolve o saneamento ambiental de um lixão de 140 hectares e a inclusão social de centenas de catadores de lixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.anba.com.br/imagens/especiais/aura.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Catadores do lixão agora trabalham na coleta seletiva de lixo de Belém&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandre Rocha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo - O Projeto de Desenvolvimento Humano da Comunidade do Aurá, promovido pela prefeitura de Belém, capital do estado do Pará no norte do Brasil, foi escolhido como um dos 10 ganhadores da edição deste ano do Prêmio Internacional de Dubai para as Melhores Práticas para a Melhoria das Condições de Vida, concedido pela municipalidade de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, em parceria com o Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (UN-Habitat).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aurá é, ou pelo menos era, um lixão que ocupa uma área de 140 hectares localizada a 19 quilômetros do centro de Belém e recebe diariamente 1,2 mil toneladas de lixo. Lá centenas de pessoas, muitas delas crianças, viviam, e várias ainda vivem, da coleta de material para abastecer a indústria da reciclagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1997 a prefeitura da cidade, administrada pelo prefeito Edmilson Rodrigues (PT), começou a desenvolver um projeto de saneamento ambiental e inclusão social dos catadores de lixo. Ele começou com o programa "Semente do Amanhã", que inicialmente retirou do lixão 239 crianças que passaram a receber educação, tratamento de saúde e participar de atividades culturais em uma granja adaptada próxima ao local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Era grave o estado de saúde dessas crianças, algumas tinham até o vírus HIV (causador da Aids) e o índice de desnutrição chegava a 80%. Hoje esse percentual já diminuiu bastante", disse a diretora-geral da Secretaria Municipal de Saneamento de Belém e coordenadora do projeto, Ivanise dos Santos Carvalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do acesso das crianças à educação e ao tratamento médico, as famílias foram beneficiadas pelo "Bolsa Escola", programa da prefeitura que fornece um salário mínimo por mês para os pais carentes que colocarem seus filhos na escola. Este programa foi posteriormente criado no âmbito do governo federal e mais recentemente unificado com outros programas de transferência de renda para famílias carentes. Segundo Ivanise, 800 crianças já foram atendidas pelo "Semente do Amanhã".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capacitação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posteriormente, foram implementados projetos para os adultos, como a criação, em 2001, da Cooperativa de Trabalho dos Profissionais do Aurá. "A proposta era retirá-los de cima do lixão e colocá-los para a fazer a coleta de material reciclável na cidade", afirmou Ivanise. De acordo com ela, cada catador consegue ganhar entre um salário mínimo e R$ 400 por mês com este trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, 45 catadores trabalham na coleta seletiva de lixo, número que deverá subir no futuro próximo, pois, segundo Ivanise, já foi aprovado um projeto em parceria com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), que vai promover o serviço de coleta seletiva porta a porta no centro de Belém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em agosto será inaugurado um centro de triagem, onde 120 dos participantes do projeto vão trabalhar na seleção do material reciclável recolhido. Segundo Ivanise, a criação da cooperativa fez com que diminuísse a ação de "sucateiros", ou intermediários, que acabavam ficando com parte da renda dos catadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até hoje, cerca de 450 catadores já participaram dos programas de Aurá. O projeto envolve também cursos de alfabetização promovidos pelo Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (Mova), dos quais 338 pessoas já participaram, e de capacitação profissional. Do total, 123 pessoas fizeram cursos organizados pelo Sistema Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) em áreas como panificação, eletrônica, mecânica, costura e serviços de encanador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As ações não envolvem só os catadores, mas também as pessoas da comunidade instalada em torno do aterro", disse Ivanise. Segundo ela, 21 mil pessoas habitam os arredores de Aurá, boa parte na condição de favelados.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Agora em agosto, 70 catadores vão começar a trabalhar em um campo de plantio de gramíneas. Parte das plantas será comercializada e outra parte vai ficar com a prefeitura para uso nos espaços públicos da cidade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Meio ambiente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O terreno de Aurá, segundo Ivanise, foi adquirido pela prefeitura de Belém, no início dos anos 1990, para ser transformado num aterro sanitário. Mas durante quase toda a década passada serviu como um lixão a céu aberto que recebia os detritos das 1,5 milhão de pessoas que vivem na capital paraense e em outros dois municípios vizinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto da prefeitura não envolve apenas programas de inclusão social, mas também obras públicas. Segundo Ivanise, o local foi realmente transformado num aterro, inclusive com a instalação de "células especiais" impermeáveis para a acomodação do lixo que aceleram sua decomposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Havia uma grande preocupação de que o lixo poderia contaminar os lagos que abastecem Belém de água. Hoje essa ameaça foi eliminada", garantiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com ela, já foram investidos R$ 9 milhões nos programas de Aurá desde 1997, a maior parte proveniente de financiamentos obtidos pela prefeitura junto à Caixa Econômica Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Premiação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O prêmio (de Dubai) é um reconhecimento. É bom para as pessoas entenderem que o trabalho de inclusão social é um trabalho de mutirão, não é fácil fazer. É preciso muita coragem para enfrentar dificuldades legais, institucionais, a violência que existe na área e principalmente para fazer as pessoas acreditarem que podem mudar de vida. E isso só se consegue com trabalho, não com discurso", declarou Ivanise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os 10 projetos vencedores do prêmio de Dubai foram selecionados entre 650 programas de 95 países por um júri internacional, composto, segundo o jornal árabe Khaleej Times, por especialistas no assunto de países como Colômbia, China, Reino Unido, Canadá e dos Emirados. De acordo com informações da Emirates News Agency, o anúncio do ganhadores foi feito nesta segunda-feira (12) pelo diretor-geral assistente do departamento de Assuntos Administrativos e Serviços Públicos do município de Dubai, Obeid Salim al Shamsi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prêmio de US$ 30 mil para cada ganhador, mais um troféu e um certificado, será entregue em setembro, durante o Fórum Urbano Mundial, que será organizado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em Barcelona, na Espanha. Além do Brasil, foram contemplados projetos do Canadá, China, Irã, Quênia, Palestina, Espanha, Togo e do Uzbequistão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ivanise não sabe ainda qual será o destino da verba que o projeto de Aurá vai receber. Isso será decidido por um colegiado que conta com representantes das secretarias municipais de Saneamento, Saúde, Economia, Educação e Meio Ambiente, além da Fundação Papa João XXIII, entidade vinculada à prefeitura que atua na área de assistência social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No total, 106 projetos brasileiros concorreram ao prêmio, segundo informações do Instituto Brasileiro de Administração Municipal (Ibam), que representa no Brasil o programa de melhores práticas do UN-Habitat. Quatro deles ficaram entre os finalistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prêmio, patrocinado pela municipalidade de Dubai,  é concedido a cada dois anos desde 1996. Não é a primeira vez que o Brasil é contemplado. Logo na primeira edição um projeto de Fortaleza, no Ceará, foi vencedor. Em 2000 foi a vez de um programa do Amapá e, em 2002, ganhou um projeto da prefeitura de Santo André, na região metropolitana de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/especial.php?id=147"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-109126614260117291?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/109126614260117291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/109126614260117291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/07/projeto-brasileiro-ganha-prmio-de.html' title='Projeto brasileiro ganha prêmio de Dubai para melhores práticas de gestão urbana'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-109126573759571687</id><published>2004-07-31T05:20:00.000-04:00</published><updated>2004-07-31T05:22:17.596-04:00</updated><title type='text'>Marrocos quer fechar acordos de cooperação na área agrícola com o Brasil</title><content type='html'>Missão da Agência Brasileira de Cooperação esteve no país árabe este mês. Um dos participantes foi o diretor da Embrapa, Gustavo Chianca. Segundo ele, os marroquinos querem conhecer as experiências brasileiras com cana-de-açúcar, avicultura, 'plantio direto' e biotecnologia. Já os brasileiros querem saber mais sobre as laranjas, as oliveiras, a ovinocultura e a caprinocultura do Marrocos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandre Rocha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo - O Marrocos está interessado em fechar acordos de cooperação na área agrícola com o Brasil. Entre os dias 12 e 16 deste mês, o diretor-executivo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Gustavo Chianca, esteve no país árabe para tratar do assunto, como parte de uma missão organizada pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC), órgão vinculado ao Ministério das Relações Exteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Brasil e a Embrapa têm muito interesse nessa região, por causa do clima, e na África em geral. O presidente Lula quer que a empresa seja uma passadora de tecnologia para o continente africano", disse Chianca, acrescentando que a Embrapa domina as técnicas agrícolas apropriadas para locais de clima tropical e semi-árido e pode fornecer uma "cooperação importante". "O Marrocos nunca teve um convênio específico com o Brasil nessa área", afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do outro lado, Chianca disse que o Marrocos possui bons centros de pesquisa agrícola, boas escolas de agronomia, tem uma agricultura desenvolvida e, por isso, pode também dar uma contribuição valiosa o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem dado grande atenção às relações do Brasil com a África e com os países árabes. Prova disso é que ontem (29) ele encerrou sua terceira viagem ao continente. Desta vez ele esteve em São Tomé e Príncipe, para participar da 5ª reunião de cúpula da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), no Gabão e em Cabo Verde. Durante a viagem foram assinados acordos de cooperação em vários setores. Em dezembro do ano passado, Lula esteve no Egito e na Líbia e, em novembro, em cinco países da África sub-saariana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chianca esteve no Ministério da Agricultura do Marrocos, no Instituto Nacional de Pesquisa Agropecuária (Inra), na Escola de Agronomia e Veterinária Rei Hassan II e na Escola de Agronomia de Meknes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com ele, os marroquinos têm interesse na troca de experiências nas áreas de cana-de-açúcar, principalmente no que diz respeito aos "biocarburantes" (álcool); avicultura; "plantio direto", que é uma técnica utilizada em regiões tropicais e semi-áridas em que não há o uso de tratores para arar, é utilizada uma cobertura vegetal (palha) na terra, que a protege da erosão, conserva a umidade e ajuda a adubar o solo; e biotecnologia, principalmente o melhoramento genético de alguns produtos, como milho e feijão, que os tornam mais resistentes à seca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chianca destacou que o Brasil ocupa uma posição de liderança nas pesquisas nessas áreas. No caso dos frangos, por exemplo, os marroquinos querem conhecer o sistema de produção brasileiro, baseado em grandes empresas, como a Sadia e a Perdigão, e que utiliza vários pequenos produtores integrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laranjas, azeitonas, ovelhas e cabras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na outra ponta, interessa à Embrapa ter acesso às variedades de laranjas cultivadas no Marrocos. "O Marrocos tem a maior variedade de laranjas de mesa, para consumo in natura, e é o maior fornecedor da Europa. Já o Brasil é produtor de laranjas para suco e tem interesse em começar a produzir frutas para mesa, principalmente na região sul", disse o diretor da Embrapa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, há possibilidade também de um convênio na área de oliveiras. "O Marrocos tem o maior banco de espécies de olivas e estudamos a possibilidade de adaptação de algumas variedades para plantio no Brasil, mais especificamente no Vale do Rio São Francisco, que fica no semi-árido, mas é irrigado", afirmou, acrescentando que existem possibilidades de troca de experiências também nas áreas de ovinocultura e caprinocultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chianca afirmou que, já em setembro, pesquisadores da Embrapa que trabalham no laboratório da empresa em Motpellier, na França, que atuam nas áreas de "plantio direto" e biotecnologia, devem visitar técnicos do Marrocos. Em outubro, uma missão marroquina virá ao Brasil para conhecer a Embrapa Semi-Árido, em Petrolina (PE), e a Embrapa Cerrados, em Brasília. "Até o final do ano deveremos ter um projeto de cooperação técnica alinhavado", concluiu ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do setor agropecuário, foram tratadas na missão organizada pela ABC possibilidades de cooperação nas áreas de construção civil e águas. O idealizador da viagem foi o diretor-geral da ABC, Lauro Barbosa, que já foi embaixador do Brasil em Rabat, capital do Marrocos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Balança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As relações comerciais e diplomáticas entre o Brasil e o Marrocos vêm aumentando. Em abril, o ministro dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação do país africano, Mohamed Benaïssa, esteve no Brasil e se encontrou com o presidente Lula e outras autoridades brasileiras. Na ocasião começou a se falar na possibilidade de um acordo de livre comércio entre o Marrocos e o Mercosul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início de julho, durante a reunião de cúpula do bloco sul-americano, em Porto Iguaçu na Argentina, o Brasil e os demais membros do grupo (Argentina, Uruguai e Paraguai) aprovaram, por unanimidade, o início das negociações com o governo marroquino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro semestre deste ano, o Marrocos ficou em quarto lugar entre os países árabes importadores de produtos do agronegócio brasileiro, com compras de US$ 152,5 milhões, atrás apenas da Arábia Saudita, Egito e Emirados Árabes Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No geral, o Marrocos importou o equivalente a US$ 187,8 milhões do Brasil nos primeiros seis meses de 2004, ou 95,5% a mais do que no mesmo período do ano passado. Os principais produtos da pauta foram trigo, açúcar, óleo de soja, soja em grãos e automóveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do outro lado, o Brasil importou o equivalente a US$ 88,5 milhões do país árabe no primeiro semestre, ou 17,15% a mais do que no mesmo período de 2003. O agronegócio também teve responsabilidade por esse desempenho, uma vez que os principais produtos comprados pelo Brasil foram fertilizantes e matérias primas para a fabricação de fertilizantes. O Marrocos é um grande produtor mundial desses insumos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/noticia.php?id=3936"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-109126573759571687?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/109126573759571687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/109126573759571687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/07/marrocos-quer-fechar-acordos-de.html' title='Marrocos quer fechar acordos de cooperação na área agrícola com o Brasil'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-109126559414782341</id><published>2004-07-31T05:15:00.000-04:00</published><updated>2004-07-31T05:19:54.146-04:00</updated><title type='text'>Agências de turismo apontam aumento na procura por pacotes para os países árabes</title><content type='html'>Segundo profissionais consultados pela ANBA, após um período de decréscimo no fluxo de turistas para a região, os brasileiros começam a buscar novamente destinos como o Egito, a Tunísia, o Marrocos e o Líbano. As agências New Age e Flot, por exemplo, registraram um aumento de 100% nas vendas de passagens para o país dos faraós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marina Sarruf&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo - Após um período de decréscimo no número de turistas brasileiros que embarcaram para os países árabes, representantes de companhias de turismo que oferecem pacotes para a região dizem que o fluxo de viajantes está aumentando. Na opinião dos operadores, já houve um crescimento significativo no primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2003. Entre os principais destinos estão o Egito, Marrocos, Tunísia e Líbano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo informações do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), em todo o ano passado mais de 32 mil brasileiros foram para o Oriente Médio. O Marrocos foi o principal destino, seguido do Líbano e do Egito. O número de visitantes, porém, foi menor do que em 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Marrocos recebeu  6.335 brasileiros em 2002 e apenas 5.980 no ano passado. Para o Líbano, a queda no número de turistas brasileiros foi de 5,5% e para o Egito de 5,6%, sempre de acordo com informações a Embratur.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, as agências de viagem estão otimistas com o movimento este ano, embora ainda não existam estatísticas oficiais disponíveis sobre o primeiro semestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Acho que os brasileiros perderam o medo de ir para esses países", disse Ingrid Davidovich, diretora de marketing da agência New Age, que oferece pacotes para países árabes. "Este ano melhorou muito. As pessoas não estão mais temerosas", disse Clara Kuraim, gerente de operações da agência Flot.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Ingrid, os brasileiros visitam esses países em busca da cultura, querem conhecer a história e as ruínas de civilizações antigas. Não vão em busca de praias, embora existam boas praias por lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destinos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com informações de uma outra agência, a Queensberry, houve um aumento de 20% na procura por pacotes que incluem o Egito, Marrocos, Líbano, Síria e a Jordânia, em relação ao ano passado. Uma média de 96 turistas brasileiros por ano optam por esse roteiro, que inclui um cruzeiro pelo rio Nilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Egito se vende o ano inteiro, é um destino bem procurado", afirmou Ingrid. Na New Age, o número de clientes que foram para país aumentou em mais de 100% no primeiro semestre. De janeiro a julho do ano passado, 42 pessoas foram para o Egito pela agência. Já nos primeiros seis meses de 2004, o número subiu para 88. Houve também um aumento de 30% no número de clientes da New Age que foram para Tunísia e de 26% para o Marrocos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agência Flot também registrou um crescimento de 100% no número de clientes que foram para o Egito. Segundo informações da empresa, 31% do total de turistas que compraram seus pacotes no primeiro semestre foram para o país do norte da África. A Flot informou também que houve um aumento de 48%  no número de turistas que foram para a região como um todo. Além disso, ocorreu um crescimento de 63% nos gatos desses passageiros, o que significa que os clientes compraram mais pacotes opcionais e permaneceram mais tempo nos paises.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o número de brasileiros que foram para o Líbano tenha caído em 2003, em comparação com 2002, o diretor da Negresco Turismo, especializada em Oriente Médio, Najib Zaatar Makhlouf, acredita que o número deve voltar a crescer por causa do vôo entre São Paulo e Beirute, que será inaugurado no dia 17 de agosto, fruto de uma parceria entre a TAM e a libanesa Middle East Airlines.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Com o início dos vôos da TAM vai ocorrer um aumento muito grande do número de brasileiros que vão para o Líbano", aposta Makhlouf. "O Líbano é a porta de entrada para os outros países", acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o diretor da Negresco, 80% dos brasileiros que vão para o Líbano passam pelo menos um dia também na Síria. Ele acredita que pelo menos 9 mil brasileiros devem ir para o Líbano até o final de 2004, por causa do grande número de descendentes de libaneses que vivem no Brasil. Segundo a Embratur, no ano passado o fluxo para o país foi de 5.770 turistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Região que mais cresce&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o aumento do fluxo de turistas brasileiros para os países árabes ainda não é uma realidade em termos de estatísticas oficiais, o mesmo não pode ser dito do movimento de visitantes que a região recebe de outros lugares do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo informações da Organização Mundial do Turismo (OMT), o fluxo de turistas para o Oriente Médio cresceu 34% nos primeiros quatro meses de 2004, em comparação com o mesmo período de 2003. De acordo com a entidade, o número de visitantes na região deve aumentar a uma taxa de 7,1% ao ano até 2020.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avaliação da OMT, o turismo no Oriente Médio cresce mais rápido do que em qualquer outro lugar do mundo. O fluxo de visitantes estrangeiros para a região aumentou em 27% de 2001 a 2003 e chegou a 30,4 milhões de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), o turismo nos Emirados Árabes Unidos cresceu 32% no ano de 2003, em relação ao ano anterior, no Líbano e no Bahrein houve um aumento de 14% e no Egito de 13%. Só em janeiro deste ano, o Marrocos recebeu 45% turistas a mais que o mesmo mês do ano passado, segundo o site árabe de notícias Menafn.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os principais países árabes visitados por turistas em geral, também está a Síria, que registrou um aumento de 34% no movimento nos primeiros quatro meses deste ano, em relação ao mesmo período de 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/noticia.php?id=3918"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-109126559414782341?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/109126559414782341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/109126559414782341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/07/agncias-de-turismo-apontam-aumento-na.html' title='Agências de turismo apontam aumento na procura por pacotes para os países árabes'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-108482636221357446</id><published>2004-05-17T16:35:00.000-04:00</published><updated>2004-05-17T16:39:22.213-04:00</updated><title type='text'>Conglomerado árabe quer aumentar negócios com empresas brasileiras do setor de alimentos</title><content type='html'>[17/05 - 07:00]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Co-op Islami, de Dubai, já compra frangos e carne bovina do Brasil. Executivo da empresa passou 15 dias no país visitando fornecedores e está aberto para negociar uma gama de produtos. Companhia é norteada pelos preceitos islâmicos na preparação dos alimentos que vende.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandre Rocha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo - A Co-op Islami, cooperativa de Dubai nos Emirados Árabes Unidos, especializada na importação, fabricação e distribuição de alimentos preparados de acordo com as exigências muçulmanas, quer aumentar seus negócios com companhias brasileiras. O gerente-geral assistente da empresa, Saleh Abdullah Lootah, voltou para Dubai no sábado (15) após passar 15 dias do Brasil visitando fornecedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nós trabalhamos com vários tipos de alimentos, como queijos, frutos do mar, enlatados, carnes de frango, de carneiro e bovina, entre outros, e queremos expandir. Por isso olhamos para todas as oportunidades de negócios", disse Lootah à ANBA, antes de voltar para casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A companhia já importa produtos brasileiros. Na realidade todo frango que ela comercializa é produzido no Brasil. Todos os meses são embarcadas para os Emirados cerca de 2 mil toneladas da ave, inteira ou em pedaços, já embaladas com a marca Co-op Islami. Lootah disse que empresa tem seis fornecedores principais no país, entre eles a Seara e a Frangosul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Co-op Islami importa também carne bovina brasileira, mas ainda em pequenas quantidades. São quatro contêineres por mês. Mas a idéia é aumentar esse volume, esse foi um dos objetivos principais de sua viagem pelo Brasil. "Queremos explorar mais o mercado de carne bovina", afirmou o executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele não deu muitos detalhes sobre os contatos de negócios que teve, mas disse que ocorreram "muito bem". Em sua avaliação, o Brasil tem "a maior vantagem competitiva" no setor agropecuário entre seus concorrentes internacionais. No entanto, em sua opinião, falta ao país promover um marketing maior da marca "made in Brazil", assim como fazem os Estados Unidos e o Japão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rigor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diferencial da Co-op Islami em relação às suas concorrentes, de acordo com Lootah, é o rigor com trata a preparação dos alimentos de acordo com os preceitos islâmicos. Foi justamente por causa disso que há 9 anos a empresa deixou de comprar frango da Dinamarca, até então seu maior fornecedor, para optar pelo produto brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Lootah, na época foi aprovada uma lei na Dinamarca obrigando os frigoríficos a atordoar as aves com choques elétricos antes do abate. Ele acrescentou que o abate halal, feito de acordo com as regras muçulmanas, não permite tal prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O abate islâmico é feito com o peito do frango virado para Meca (cidade sagrada na Arábia Saudita) e degolado com uma faca afiada com o animal desperto. Isso, para os muçulmanos, permite que uma maior quantidade de sangue escorra deixando a carne mais limpa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As co-ops árabes surgiram justamente para garantir que os produtos importados realmente são preparados sob estas regras. A Dubai Co-operative Society, à qual pertence a Co-op Islami, foi a primeira a operar nos Emirados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lootah acrescentou que na década de 70, quando foi fundada a Dubai Co-operative Society, as empresas estrangeiras fornecedoras não sabiam o que era abate halal. Além das questões religiosas, que são essenciais, a certificação de que um alimento foi produzido de acordo com as regras islâmicas é um bom marketing para vender na região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Halal é a palavra mágica para o mercado árabe", disse o executivo. Tanto isso é verdade de a Co-op Islami mantém uma equipe de quatro pessoas durante períodos de seis meses nos países fornecedores para fiscalizar a produção dos alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Lootah, a preocupação com o consumidor fez com que a empresas "crescesse rapidamente nos últimos seis anos". "Nós mudamos nossas estrutura e voltamos nosso foco para o consumidor. As outras empresas têm seu foco muito voltado para o que as concorrentes estão fazendo", afirmou. "O gosto do consumidor muda de uma hora para outra", acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perfil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da comercialização de alimentos nos Emirados e em outros países do Golfo Arábico, a Co-op Islami tem também uma fábrica na zona franca de Jebel Ali, em Dubai. Lá ela produz uma série de produtos como hamburgers, salsichas, mortadela, almôndegas, geléias, gelatinas, enlatados, queijos, sopas, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Co-op Islami e a Dubai Co-operative Society fazem parte do Grupo Lootah, um conglomerado de empresas que começou a ser construído na década de 50 pelo tio de Saleh Lootah, Saeed Ahmed Lootah. Homem religioso, o fundador do grupo sempre pautou seus negócios pela filosofia islâmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do setor de alimentos, o grupo controla companhias que atuam em vários outros segmentos, como a S.S. Lootah Contracting Co. (construção civil), Poly Pac Industry (embalagens plásticas), Islamic School For Education &amp; Traning (colégio), Dubai Islamic Bank (banco), Islamic Arab Insurance Company (seguros), Reliable Steel Wire Industries (fábrica de fios de aço galvanizado) e Dubai Medical College for Girls (faculdade de medicina para mulheres).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contatos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Co-op Islami&lt;br /&gt;Saleh Abdullah Lootah&lt;br /&gt;Tel: +97 (14) 282-2995&lt;br /&gt;Fax: +97 (14) 282-2898&lt;br /&gt;e-mail: salehabdullah@coopislami.com&lt;br /&gt;site: www.coopislami.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações sobre como fazer negócios com os árabes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Câmara de Comércio Árabe-Brasileira (CCAB)&lt;br /&gt;Departamento de Comércio Exterior&lt;br /&gt;Tel: +55 (11) 3283-4066&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/noticia.php?id=3023"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-108482636221357446?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108482636221357446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108482636221357446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/05/conglomerado-rabe-quer-aumentar.html' title='Conglomerado árabe quer aumentar negócios com empresas brasileiras do setor de alimentos'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-108472359158251746</id><published>2004-05-16T12:05:00.000-04:00</published><updated>2004-05-17T11:48:21.410-04:00</updated><title type='text'>Menina Iraquiana de 12 anos Despida e Espancada por Militares</title><content type='html'> &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exército americano disse que irá investigar as alegações de um ex-prisioneiro da prisão de Abu Ghraib de que uma menina de 12 anos foi despida e espancada pelos militares.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suhaib al-Baz, um jornalista da rede de notícias Al-Jazeera, alega ter sido torturado na prisão, onde foi mantido por 54 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sr. Al-Baz foi preso quando estava reportando confrontos entre os insurgentes e as forças de coalisão em novembro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele disse: “Eles trouxeram uma menina de 12 anos para o nosso bloco de celas tarde da noite. O irmão dela era um prisioneiro em uma das outras celas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ela estava nua, chorando e gritando por ele enquanto eles batiam nela. O seu irmão não podia fazer nada, exceto ouvir seus gritos. Isso afetou a todos nós porque ela era apenas uma criança." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.informationclearinghouse.info/article6163.htm"&gt;Leia a notícia na íntegra, em inglês&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-108472359158251746?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108472359158251746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108472359158251746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/05/menina-iraquiana-de-12-anos-despida-e.html' title='Menina Iraquiana de 12 anos Despida e Espancada por Militares'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-108472352739303780</id><published>2004-05-16T12:04:00.000-04:00</published><updated>2004-05-16T12:05:27.393-04:00</updated><title type='text'>O CAIR Condena o Assassinato de Americano no Iraque</title><content type='html'>O CAIR (Conselho de Relações Islâmico-Americanas) condenou hoje o assassinato de um civil americano no Iraque por um grupo clamando ligação com a Al-Qaeda.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Em sua declaração a entidade islâmica de direitos civis disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nós condenamos esse assassinato a sangue-frio e repudiamos todos aqueles que cometem tais atos de violência sem sentido em nome da religião. Conclamamos as pessoas de todas as crenças e culturas para trabalharem juntas pela paz e reconciliação, contra a guerra e a destruição.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CAIR, o maior grupo islâmico de direitos civis está baseado em Washington e tem 26 escritórios regionais em todo o país e no Canadá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www. cair-net.org"&gt;Site do CAIR, em inglês&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-108472352739303780?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108472352739303780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108472352739303780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/05/o-cair-condena-o-assassinato-de.html' title='O CAIR Condena o Assassinato de Americano no Iraque'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-108472343713848517</id><published>2004-05-16T12:02:00.000-04:00</published><updated>2004-05-17T11:50:23.486-04:00</updated><title type='text'>Mais Relatos de Ex-Prisioneiros Aprofundam o Atoleiro Americano no Iraque</title><content type='html'>Enquanto novas fotos de soldados americanos torturando prisioneiros iraquianos emergem, mas relatos de ex-prisioneiros também vem à tona, detalhando as práticas indescritíveis e hediondas dentro da agora notória prisão de Abu Gharib.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Para mencionar apenas uns poucos exemplos, um dia os guardas da prisão reuniram as prisioneiras forçou-as a olhar enquanto os prisioneiro eram torturados nus,” começou a entrevista Abu Abdul Rahman, um ex-prisioneiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Elas ficaram terrificadas com a possibilidade de terem o mesmo destino.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele disse que medo, humilhação e sofrimento físico eram características comuns do regime diário dos prisioneiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abu Abdul Rahman disse que existe uma diferença entre a Abu Gharib de agora e sob Saddam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não existiam mulheres prisioneiras em Abu Gharib sob Saddam,” ele disse. “Além disso, os carcereiros iraquianos proviam os prisioneiros com comida e água, ao contrário dos americanos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele disse que a prisão agora contém prisioneiros de diferentes faixas etárias e que as detenções são aleatórias, baseadas em meras suspeitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele também disse que as soldado americanas eram muito mais maliciosas que os seus companheiros homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Uma delas fez sexo com um soldado na nossa frente porque sabia que é culturalmente ofensivo,” disse ele. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Abu Abdul Rahman disse que todos os prisioneiros concordam que nenhuma quantia em dinheiro pode compensar a sua dignidade e honra destruída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tudo que queremos é ver esses carcereiros sentenciados à morte, e não aceitaremos nenhum acordo,” disse ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.islamonline.net/English/News/2004-05/10/article07.shtml"&gt;Leia a notícia na íntegra, em inglês&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-108472343713848517?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108472343713848517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108472343713848517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/05/mais-relatos-de-ex-prisioneiros.html' title='Mais Relatos de Ex-Prisioneiros Aprofundam o Atoleiro Americano no Iraque'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-108472328540464990</id><published>2004-05-16T11:59:00.000-04:00</published><updated>2004-05-16T12:01:25.403-04:00</updated><title type='text'>General que Fez Comentários Anti-Islam Relacionado ao Caso de Prisioneiros de Guerra </title><content type='html'>O general do exército sob investigação por comentários anti-Islam foi relacionado por oficiais americanos ao escândalo de abuso de prisioneiros iraquianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nma audiência do Senado sobre o abuso de prisioneiros iraquianos foi dito que o general William Boykin, um cristão evangélico sob revisão por ter dito que o seu Deus era superior ao dos muçulmanos, fez recomendações sobre as formas como os interrogadores militares poderiam obter mais informações dos prisioneiros iraquianos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Críticos sugeriram que tais recomendações podem significar um encorajamento para abusos sexuais e físicos de prisioneiros, possivelmente para “amaciar” os detentos antes do interrogatório – uma acusação que o Pentágono nega.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Congressistas e grupos islâmicos disseram que qualquer envolvimento de Bookin pode despertar preocupação entre árabes e muçulmanos de que a guerra americana ao terror é de fato uma guerra contra o Islam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Isso será tomado como uma prova de que o que aconteceu na prisão de Abu Ghraib é evidência de uma cultura mais ampla de desumanização de árabes e muçulmanos, baseado no entendimento americano da superioridade inata da Cristandade,” disse Chris Toensing, editor do Middle East Report, uma revista americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reuters.com/newsArticle.jhtml?type=topNews&amp;storyID=5109973"&gt;Leia a notícia na íntegra, em inglês&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-108472328540464990?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108472328540464990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108472328540464990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/05/general-que-fez-comentrios-anti-islam.html' title='General que Fez Comentários Anti-Islam Relacionado ao Caso de Prisioneiros de Guerra '/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-108472316877185943</id><published>2004-05-16T11:56:00.000-04:00</published><updated>2004-05-16T11:59:28.770-04:00</updated><title type='text'>Legisladores Chocados com Novas Imagens de Abuso</title><content type='html'>Charles Babington&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Washington Post&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Legisladores viram ontem fotos e vídeos não disponibilizados de detentos iraquianos sendo sexualmente humilhados e fisicamente ameaçados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As imagens, que incluem corpos iraquianos, soldados americanos (homens e mulheres) tendo sexo, e um detento batendo sua cabeça na parede, convenceu alguns legisladores de que o número de americanos que violaram o protocolo militar é maior do que o previamente imaginado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O que nós vimos é apavorante,” disse o líder do Senado Bill Frist. “Eu vi tortura cruel e sádica,” disse a republicana Jane Harman (D-Calif.). O Senador Richard J. Durbin (D-Ill.) disse a Reuters: “Haviam algumas cenas terríveis. Parecia que tínhamos descido até um dos círculos do inferno, e tristemente era nossa própria criação.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/articles/A22464-2004May12.html"&gt;Leia a notícia na íntegra, em inglês&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-108472316877185943?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108472316877185943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108472316877185943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/05/legisladores-chocados-com-novas.html' title='Legisladores Chocados com Novas Imagens de Abuso'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-108472296446742397</id><published>2004-05-16T11:51:00.000-04:00</published><updated>2004-05-16T11:56:04.466-04:00</updated><title type='text'>Ex-Recrutas: Nós Aprendemos Táticas de Abuso em Huachuca</title><content type='html'>O forte de Huachuca, em Sierra Vista, Arizona, sofreu outra derrota quarta-feira quando dois ex-recrutas que treinaram lá para se tornar interrogadores disseram a ABC News que eles foram ensinados a “se curvar às regras” para infligir dor física e mental aos prisioneiros enquanto tecnicamente observando a Convenção de Genebra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Refael e Margaret Chaiken, um casal com cidadania americana e israelense,  estavam treinando no forte para se tornarem interrogadores na guerra contra o terrorismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Margaret disse que os interrogadores eram ensinados a como “se curvar às regras de modo a obter a informação que precisavam.” Isso inclui colocar prisioneiros “em posições humilhantes, posições de estresse, privação do sono, aqueles tipos de técnicas.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um professor da Universidade do Arizona também disse que ouviu insultos racistas contra os árabes enquanto ele dava aulas na base.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a ABC News, Margaret Chaiken disse que as fotos dos soldados americanos humilhando prisioneiros iraquianos correspondem às técnicas que ela e o marido aprenderam para “quebrar o prisioneiro e fazê-lo falar.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.azcentral.com/news/articles/0513iraq-huachuca13.html"&gt;Leia a notícia na íntegra, em inglês&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-108472296446742397?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108472296446742397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108472296446742397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/05/ex-recrutas-ns-aprendemos-tticas-de.html' title='Ex-Recrutas: Nós Aprendemos Táticas de Abuso em Huachuca'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-108466539783766442</id><published>2004-05-15T19:49:00.000-04:00</published><updated>2004-05-16T20:43:17.980-04:00</updated><title type='text'>TV Realidade</title><content type='html'>Quando as forças americanas exigiram recentemente que uma equipe da TV árabe Al-Jazeera deixasse Falluja como condição para um cessar-fogo com a resistência loca, não foi surpresa no escritório central em Doha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que a “guerra contra o terror” começou, a Al-Jazeera se tornou um espinho para o Pentágono. “A minha solução é para mudar o canal,” disse esse mês em Bagdá o general-brigadeiro Mark Kimmit, “para um canal de notícias legítimo e honesto.”  O canal que mostra americanos matando intencionalmente mulheres e crianças não é uma fonte legítima de notícias.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Al-Jazeera se tornou a rede de TV mais popular do Oriente Médio precisamente porque tem mostrado a carnificina humana que o exército americano deixa em seu rastro. Se ela se tornar um “canal de notícias legítimo e honesto” do tipo que rotineiramente censura as realidades das operações militares americanas, ela perderia sua audiência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Democratizar o Oriente Médio pode ter sido o caso para a conquista do Iraque. Mas de fato os EUA estão agindo contra o florescimento de uma mídia livre no Oriente Médio, que a Al-Jazeera iniciou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Arthur Neslen era até semana passada o correspondente da aljazeera.net em Londres&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.guardian.co.uk/Iraq/Story/0,2763,1197288,00.html"&gt;Leia a notícia na íntegra, em inglês&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-108466539783766442?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108466539783766442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108466539783766442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/05/tv-realidade.html' title='TV Realidade'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-108276222729688616</id><published>2004-04-23T19:17:00.000-04:00</published><updated>2004-04-23T19:21:16.670-04:00</updated><title type='text'>Crise de Falluja: Bebê Nasce em Caminhão Enquanto a Mãe Foge de Falluja </title><content type='html'>&lt;img src="http://www.islamic-relief.com/images/appeals/babymotruck.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bebê Mohammed – Deixando o caminhão no qual nasceu&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto a violência e o terror tomaram conta e cercaram a cidade de Falluja no Iraque, Sadiyya, uma mulher grávida mãe de duas crianças, ficou extremamente desesperada para colocar seus filhos a salvo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os médicos e parentes avisaram à mulher em avançado estágio da gravidez para não viajar – mas os bombardeios se intensificaram e ela ficou determinada a partir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Medo de uma Mãe&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu também estou em pânico pela segurança de minhas crianças,” disse ela à equipe de Islamic Relief (*) enquanto a ajudavam a subir na traseira de um dos seus caminhões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os caminhões eram parte de um comboio que tinha acabado de levar ajuda de emergência para Falluja. Na viagem de volta os caminhões foram usados para evacuar 30 famílias, a maioria mulheres e crianças, fugindo da violência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Confiança em Deus&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixando o seu marido para trás em Falluja, Sadiyya planejou levar seus filhos para a segurança relativa nos arredores de Bagdá embora ela não tivesse idéia de onde ela ficaria aquela noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando perguntada sobre onde ela encontraria abrigo, Sadiyya respondia, “Eu não tenho parentes em Bagdá, mas Allah é grande e Ele não nos abandonará”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Estrada para Bagdá&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A viagem de mais ou menos 50 Km não era longa, mas perigosa. O membro da equipe do IR, Hashim Hassan relembrou a tensão a bordo do caminhão. “A situação era terrível uma vez que esperávamos ser atingidos a qualquer momento,” ele disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi nesse momento que o bebê de Sadiyya escolheu para vir a esse mundo. O trabalho de parto tirou a mente de todos da ameaça imediata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O parto aliviou algumas de nossas preocupações uma vez que toda a nossa atenção foi direcionada para a mãe e a criança,” acrescentou Hassan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em algum lugar na estrada para Bagdá, o bebê Mohammed nasceu e foi envolvido em um brilhante cobertor cor de rosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Recepção Calorosa&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o caminhão levando o bebê recém-nascido e as 30 famílias entrou em Bagdá eles foram saudados por uma multidão insistindo que eles parassem, e convidando a todas as famílias desalojadas a se tornarem seus hóspedes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando as pessoas souberam sobre o nascimento do bebê Mohammed, um homem imediatamente se prontificou a levar a mãe e a criança para o hospital.&lt;br /&gt;“Allah ouviu as nossas súplicas,” disse Sadiyya enquanto era ajudada a descer do caminhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Buscando Abrigo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais de 120.000 fugiram da cidade de Falluja durante o ataque militar, alguns encontraram abrigo com parentes, enquanto a maioria foi alojada pelos residentes de Bagdá, que tem demonstrado uma generosa hospitalidade com seus compatriotas iraquianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os escritórios do Islamic Relief foram inundados com doações de alimentos e medicamentos de pessoas comuns em Bagdá, ansiosas para compartilhar o que quer que puderam poupar do pouco que tem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Islamic Relief - Tradução aproximada: "Assistência Islâmica"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.islamic-relief.com/submenu/Appeal/iraq_babyontruck_OLD.htm"&gt;Notícia original em inglês&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-108276222729688616?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108276222729688616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108276222729688616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/04/crise-de-falluja-beb-nasce-em-caminho.html' title='Crise de Falluja: Bebê Nasce em Caminhão Enquanto a Mãe Foge de Falluja '/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-108276196937206944</id><published>2004-04-23T19:12:00.000-04:00</published><updated>2004-04-23T19:16:58.780-04:00</updated><title type='text'>Emancipando as Mulheres Sauditas </title><content type='html'>Por Abid Khazindar • Okaz  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relatórios recentes sugerem que o ministro do comércio aboliu a pré-condição requerindo que todas as mulheres desejosas de fazer negócios no país tenham um guardião masculino para representá-las com as autoridades. Também foi dito que o ministro retirado uma outra condição de que as mulheres devem ter um fiador financeiro que seria responsável no caso das mulheres falharem em cumprir suas obrigações financeiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atitude foi saudada como sendo um desenvolvimento maior na direção de dar poder às mulheres sauditas e encorajá-las a desempenhar um papel mais ativo na economia do país. Ela também deve ajudar a liberar algo em torno de 90 bilhões de reais sauditas mantidos pelas mulheres sauditas nos bancos locais, um passo que pode dar um grande impulso às atividades de negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As implicações da decisão não são confinadas àpenas às mulheres desempenharem um papel mais proeminente na economia nacional, mas também sinalizam para uma liberação das mulheres. Muitas mulheres viveram em uma virtual servidão sob o controle dos guardiãos homens, que frequentemente abusam de sua autoridade de modo a forçá-las a termos duros que amontam à extorsão. A prática levou ao quase desaparecimento de tais virtudes como integridade e honestidade de nossas vidas e era a razão maior por trás da relutância das mulheres em se envolverem em comércio e negócios.  Metade da sociedade foi portanto mantida à margem e negada oportunidades de fazer contribuições significativas na construção da nação em um tempo em que bilhões de ryals estavam fechados em bancos, negando à economia uma riqueza em muito necessária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atitude deve permitir às mulheres serem capazes de trabalharem em setores que tem estado fora de seus limites. Elas tradicionalmente tem sido confinadas ao ensino, supervisão de negócios de confecção e salões de beleza. A competição em um setor tão pequeno tem crescido e se tornou tão intensa que muitas foram forçadas a sair dos negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão de abolir as posições do guardião e do fiador foi seguida por outro passo encorajador. O Ministério do Comércio concedeu licença a um número de mulheres para se engajarem em atividades tais como empreiteiras, área de serviços e consultoria. Mais licenças estão a caminho de forma que as mulheres trabalharão em tradução, advocacia e engenharia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que o ministro fez foi reviver uma velha tradição pela qual as mulheres nas aldeias e pequenas cidades trabalhavam em um número de empregos incluindo o cultivo, criação de animais e a venda de bens em mercados locais. Algumas delas eram vendedoras viajantes que faziam viagens de dias batendo de porta em porta. Esperamos que o renascer dessas tradições ajudarão a acelerar o desenvolvimento e o progresso do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.arabnews.com/?page=13&amp;section=0&amp;article=43072&amp;d=14&amp;m=4&amp;y=2004&amp;pix=kingdom.jpg&amp;category=Local%20Press"&gt;Notícia original em inglês&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-108276196937206944?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108276196937206944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108276196937206944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/04/emancipando-as-mulheres-sauditas.html' title='Emancipando as Mulheres Sauditas '/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-108245995642402502</id><published>2004-04-20T07:19:00.000-04:00</published><updated>2004-04-20T07:24:14.436-04:00</updated><title type='text'>Eternal Egypt, o mais completo site sobre história egípcia</title><content type='html'>Biblioteca on-line foi criada pela IBM e pelo governo do país árabe ao custo de três anos de trabalho e US$ 2,5 milhões, e fornece um rico acervo multimídia para os curiosos a respeito dessa cultura de 5 mil anos, sejam eles amadores ou profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandre Rocha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo – Se você é do tipo que gosta dos documentários do Discovery Channel ou da revista National Geographic, então vai adorar o site Eternal Egypt, lançado recentemente, que traz informações sobre 5 mil anos de história egípcia e é, provavelmente, a mais completa biblioteca on-line sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se é que ele pode ser chamado de biblioteca, pois além do extenso material escrito em inglês, francês e árabe, o site é totalmente interativo. É possível ver fotos de vários locais, monumentos, artefatos, etc., fazer visitas virtuais ao túmulo de Tutancâmon e ao complexo templário de Luxor, ver animações sobre as pirâmides, imagens panorâmicas de sítios históricos, assistir a vídeos e até dar uma de Big Brother e ver imagens em tempo real de alguns desses lugares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site oferece uma série de ferramentas de navegação, como um mapa do Egito, que mostra os principais locais de interesse, uma linha do tempo, seleção por tópicos, entre outras. Para o navegador iniciante, o melhor é escolher o “tour” guiado que dá uma geral em todos os recursos disponíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível obter informações completas sobre cada item de interesse. Por exemplo, saber que um modelo inacabado da cabeça da rainha Nefertiti que está exposto no Museu Egípcio no Cairo foi confeccionada em quartzito e segue o estilo artístico do “Novo Reino”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou que a máscara dourada (mortuária) de Tutancâmon é uma reprodução fiel do rosto do jovem rei, fato que, segundo a crença da época, permitia à alma do morto reconhecer seu corpo mumificado, o que possibilitaria sua ressurreição. Textos explicativos acompanham e contam a história de cada peça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao acessar os links para as pirâmides de Gizé é possível confirmar, o que o leitor já deve saber, que a Pirâmide de Khufu (a Grande Pirâmide) é última das sete maravilhas do mundo antigo que ainda resta. O internauta fica sabendo também que o rei Khufu governou de 2.574 a 2.550 A.C. durante a quarta dinastia do “Antigo Reino”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ramsés II, por sua vez, reinou no Egito por 67 anos, fez a guerra com os Hititas e depois a paz e se casou com uma princesa do reino ex-rival. Ele foi também o construtor dos templos de Abu Simbel, entre outros. Além de ler os textos, é possível ouvir explicações em áudio sobre os artefatos, locais e fatos históricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parceria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Eternal Egypt é resultado de uma parceria entre do Centro de Documentação Cultural e da Herança Natural do Egito (CultNat), órgão do governo egípcio, e a IBM. Sua elaboração consumiu três anos de trabalho e um investimento de US$ 2,5 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o site é rico em recursos multimídia é bom acessá-lo de um computador com razoável poder de fogo. As configurações mínimas recomendadas são um processador Pentium III ou superior e uma conexão de internet banda larga, ou discada, porém rápida. Os sistemas operacionais que podem ser usados são Windows 95 ou superior, Mac 9, ou OS X. São necessários ainda os “plugins” Flash Player, Macromedia Shockwave e Quick Time Player.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="www.eternalegypt.org"&gt;Eternal Egypt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para pegar os plugins&lt;br /&gt;www.quicktime.com&lt;br /&gt;www.macromedia.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/noticia.php?id=2373"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-108245995642402502?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108245995642402502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108245995642402502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/04/eternal-egypt-o-mais-completo-site.html' title='Eternal Egypt, o mais completo site sobre história egípcia'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-108245979575013523</id><published>2004-04-20T07:16:00.000-04:00</published><updated>2004-04-20T07:27:42.793-04:00</updated><title type='text'>Feira de carreiras dos Emirados Árabes cresce 35% e atrai mais empresas</title><content type='html'>Evento terminou na última quinta-feira (8). "Esses dados mostram a percepção dos executivos de que é importante contratar os principais talentos do país", afirmou Asma Al Sharif, diretor-executivo do Dubai World Trade Centre, local onde ocorreu a feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dubai (Emirados Árabes) - Terminou na última quinta-feira (8) a edição de 2004 da Careers UAE, feira de carreiras que acontece anualmente nos Emirados Árabes Unidos. Desta vez, o espaço de exposição do evento cresceu 23%, para 3,2 mil metros quadrados, o que mostra, segundo os organizadores, o aumento do interesse das empresas em contratar empregados do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Também houve elevação, de 4,3%, do número de expositores, que chegou a 122", afirmou Asma Al Sharif, diretor-executivo do Dubai World Trade Centre, local onde ocorreu a feira. "Esses dados mostram a percepção dos executivos de que é importante contratar os principais talentos do país", acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São parceiras da feira a Universidade de Tecnologia dos Emirados, a Zayed University e a Autoridade de Emprego e Desenvolvimento de Recursos Humandos do país (Tanmia, na sigla em inglês). O objetivo dos expositores é selecionar estudantes recém-saídos das faculdades e também profissionais com alguma experiência no mercado de trabalho. Segundo Al Sharif, cerca de 50% dos expositores vêm da iniciativa privada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As companhias também buscam cumprir suas cotas de "emiratização". Isso porque o governo dos Emirados exige que as empresas instaladas no país mantenham um número mínimo de empregados nacionais, que varia de acordo com o ramo de atividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na edição de 2003, mais de 14 mil candidatos e visitantes marcaram presença na feira, um aumento de mais de 50% em relação ao público do ano anterior. Muitos expositores informaram que chegaram a coletar de 40 a 50 currículos por dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Discutir educação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da distribuição de currículos, por parte dos candidatos, e da busca por novos profissionais, pelas empresas, a feira também se tornou um espaço de discussão sobre o sistema educacional do país e a integração entre as faculdades e o mercado de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As companhias também costumam organizar seminários sobre carreiras para os estudantes, que acabam funcionando como fóruns de discussão e tem o objetivo de ajudar os universitários a conhecer mais sobre as profissões e o mercado de trabalho. O evento aconteceu de 6 a 8 de abril, em Dubai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*com informações da Emirates News Agency&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/noticia.php?id=2724"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-108245979575013523?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108245979575013523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108245979575013523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/04/feira-de-carreiras-dos-emirados-rabes.html' title='Feira de carreiras dos Emirados Árabes cresce 35% e atrai mais empresas'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-108245917052021294</id><published>2004-04-20T07:06:00.000-04:00</published><updated>2004-04-20T07:10:15.186-04:00</updated><title type='text'>Representantes do Brasil e dos Emirados vão se encontrar em julho para discutir acordo aéreo</title><content type='html'>[20/04 - 07:00]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Documento vai possibilitar a criação de um vôo entre Dubai e o Rio de Janeiro pela Emirates Airlines. Em fase mais avançada estão as negociações para a inauguração de uma linha da Middle East Ailines entre Beirute e São Paulo. Outras duas companhias aéreas árabes também já manifestaram interesse em operar rotas para o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandre Rocha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo - Autoridades aeronáuticas brasileiras e dos Emirados Árabes Unidos vão se reunir em julho, no Brasil, para discutir a assinatura de um acordo aéreo que vai permitir a inauguração de vôos entre os dois países. Isso vai abrir caminho para que a Emirates Airlines opere uma rota entre Dubai, centro comercial dos Emirados, e o Rio de Janeiro. A informação foi dada ontem à ANBA por Sidney Costa, chefe de gabinete do ministro do Turismo, Walfrido dos Mares Guia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se hoje não há nenhum vôo direto entre o Brasil e qualquer um dos países árabes, mais de um poderá surgir. Fora as negociações entre o governo brasileiro, as autoridades dos Emirados e a diretoria da Emirates, já está em fase mais avançada de negociação a criação de uma rota entre Beirute, no Líbano, e São Paulo, a ser operada pela companhia libanesa Middle East. Além disso, Costa acrescentou que outras duas companhias árabes já manifestaram interesse em operar vôos para o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Desde a visita do presidente Lula ao Oriente Médio surgiu o assunto da retomada de vôos", declarou Costa, referindo-se à visita que o presidente brasileiro fez a cinco países árabes em dezembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso da Emirates o contato até foi feito antes. "O interesse da Emirates foi manifestado em agosto do ano passado, quando eles fizeram um pedido para a criação do acordo aéreo entre os dois países", disse Costa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele acrescentou que a diretoria da companhia afirmou que toda empresa aérea que queira ser realmente internacional não pode desprezar o Brasil, tanto do ponto de vista do turismo de entretenimento, quanto do "turismo de negócios".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Emirates Airlines, sediada em Dubai, foi fundada em 1985 e hoje voa para mais de 70 destinos em 50 países da Europa, Oriente Médio, Extremo Oriente, África e Austrália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Costa, "o fator condicionante" para a criação do vôo da Emirates "não é empresarial, mas governamental". Isso porque a partir do momento em que a companhia fez o pedido de acordo ela realmente tem interesse na rota, o que falta agora são os entendimentos entre as autoridades aeronáuticas. Ele espera que o documento seja assinado até o final do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um acordo aéreo tem que ser feito quando uma empresa de um país deseja operar vôos para outro, ele estabelece qual será a freqüência dos vôos, quais serão as escalas, quantas companhias vão atuar, entre outros aspectos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Middle East&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Costa acrescentou que a inauguração do vôo da Middle East entre Beirute e São Paulo será mais fácil do que o da Emirates, ou pelo menos mais rápida. Isso porque o Brasil e o Líbano já têm um acordo aéreo que precisará apenas de "alguns ajustes". Em visita ao Brasil em fevereiro, o presidente do Líbano, Émile Lahoud, confirmou que a linha aérea começaria a operar em pouco tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Middle East já teve uma rota para o Brasil, criada em 1995, mas ela foi cancelada três anos depois por falta de demanda. Segundo Costa, o vôo original fazia escala em Abidjan, capital da Costa do Marfim (África). A idéia agora é fazer uma escala em Paris, na França, o que deverá tornar a linha mais promissora do ponto de vista comercial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele acrescentou que a empresa libanesa negocia com a brasileira TAM para que a rota seja feita por meio de um "código compartilhado", ou seja, a TAM ficaria responsável pelo trecho São Paulo-Paris e a Middle East pela perna Paris-Beirute. A reportagem da ANBA entrou em contato com a assessoria de imprensa da companhia brasileira para saber mais detalhes sobre o assunto, mas não obteve retorno até às 19h10.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Costa espera que o vôo para Beirute seja inaugurado até o final do ano. "É essa a nossa torcida", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso das duas outras companhias de países árabes interessadas em operar vôos para o Brasil, Costa não quis dar mais detalhes, pois as negociações ainda estão no início.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana passada o chanceler do Marrocos, Mohamed Benaïssa, visitou o Brasil, quando se encontrou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com os ministros Gilberto Gil (Cultura), Luiz Fernando Furlan (Desenvolvimento) e Celso Amorim (Relações Exteriores). Durante as conversas foi levantada a hipótese de criação de um vôo da Air Marroc ligando os dois países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/noticia.php?id=2814"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-108245917052021294?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108245917052021294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108245917052021294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/04/representantes-do-brasil-e-dos.html' title='Representantes do Brasil e dos Emirados vão se encontrar em julho para discutir acordo aéreo'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-108245906790615063</id><published>2004-04-20T07:04:00.000-04:00</published><updated>2004-04-20T07:08:32.560-04:00</updated><title type='text'>Brasil terá embaixador extraordinário para o Oriente Médio</title><content type='html'>[19/04 - 14:33]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O indicado vai ser Affonso Celso de Ouro-Preto, atual embaixador em Pequim (China). O objetivo será 'participar mais ativamente' do processo de paz entre palestinos e israelenses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo - O atual embaixador Brasileiro em Pequim (China), Affonso Celso de Ouro-Preto, vai ser indicado para exercer o cargo de embaixador extraordinário do Brasil para o Oriente Médio. A nomeação, segundo informações divulgadas hoje (19) pelo Itamaraty, vai sair tão logo o diplomata "conclua sua missão" na China, o que ocorrerá após o visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao país asiático em maio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o Itamaraty, a designação do embaixador para o cargo "reflete o interesse do Brasil em participar mais ativamente dos esforços internacionais no processo de paz relativo ao conflito israelo-palestino".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"(A nomeação) atende, nesse sentido, à expectativa manifestada por diversos países de que o Brasil desempenhe papel construtivo naquele processo, até mesmo à luz do exemplo brasileiro de integração e convívio pacífico entre comunidades de origem árabe e judaica", diz a nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste momento um grupo de cinco parlamentares brasileiros, chefiados pelo deputado Jamil Murad (PcdoB-SP), está na Palestina com o objetivo de contribuir para a paz, conforme antecipou a ANBA na semana passada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o ministério, a decisão de indicar um "representante de alto nível" para o Oriente Médio foi tomada pelo presidente Lula durante a viagem que fez à região em dezembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouro-Preto ocupa o cargo de embaixador em Pequim desde 1999. Antes foi embaixador na Guiné Bissau, na Suécia e na Áustria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/noticia.php?id=2809"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-108245906790615063?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108245906790615063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108245906790615063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/04/brasil-ter-embaixador-extraordinrio.html' title='Brasil terá embaixador extraordinário para o Oriente Médio'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-108245898001573390</id><published>2004-04-20T07:03:00.000-04:00</published><updated>2004-04-20T07:07:04.700-04:00</updated><title type='text'>Deputados brasileiros vão se encontrar amanhã com Arafat</title><content type='html'>[19/04 - 18:31]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles também vão participar, em Ramallah, de audiências com o primeiro ministro palestino, Ahmed Qorei, e com o presidente do parlamento local, Rouhi Fatouh. O objetivo é dar apoio à causa palestina e ao restabelecimento da paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandre Rocha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo - O grupo de deputados brasileiros da Liga Parlamentar Brasil-Árabe que está em Rammallah, na Palestina, para verificar a situação da população local e procurar dar apoio ao processo de paz na região, vai se encontrar amanhã (20) com o presidente da Autoridade Palestina, Yasser Arafat, com o primeiro ministro, Ahmed Qorei, e com o presidente do Conselho Legislativo Palestino (parlamento), Rouhi Fatouh.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nós vamos transmitir nossa solidariedade e apoio à causa palestina, à criação de um estado palestino independente, ao respeito aos direitos do povo local e ao restabelecimento da paz", disse por telefone à ANBA o deputado Jamil Murad (PcdoB-SP), secretário-geral da Liga Parlamentar Brasil-Árabe e líder da missão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, eles vão apresentar a Fatouh um convite do presidente da Câmara do Deputados, João Paulo Cunha (PT-SP), para que ele visite o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para contribuir com o processo de paz entre palestinos e israelenses, os deputados querem que o governo brasileiro intervenha junto à Organização das Nações Unidas (ONU) para que a entidade envie uma "força de separação", com o objetivo de "desarmar os espíritos" e pacificar a região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os deputados, que chegaram sábado (17) ao Oriente Médio, já se encontraram com colegas parlamentares de Rammallah, Jerusalém e Belém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eles nos disseram como enxergam a situação do povo palestino, quais sãos os dramas que estão vivendo e que têm esperanças de que o Brasil atue junto à ONU para que a organização jogue um papel mais decisivo na questão", declarou Murad. "Nesse contato nós sentimos que todos eles defendem a paz, não querem o confronto, mas a garantia dos direitos para os dois povos (palestinos e israelenses)", acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje o Itamaraty anunciou a indicação do atual embaixador brasileiro em Pequim (China), Affonso Celso de Ouro-Preto, para ocupar o cargo de embaixador extraordinário para o Oriente Médio. O objetivo da criação da nova representação é justamente "participar mais ativamente" do processo de paz na região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É preciso tomar medidas para que os palestinos sejam colocados na posição que merecem, de um povo civilizado, que tem grande importância histórica e que precisa de respeito", afirmou Murad. De acordo com ele, isso não vai beneficiar apenas os habitantes da região, "mas todo mundo". "Porque a paz e a justiça inspiram bons sentimentos", concluiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de Murad, fazem parte da missão os deputados Nilson Mourão (PT-AC), Leonardo Mattos (PTB-SE) e Vanessa Graziotin (PPS-MG). Eles estão sendo acompanhados pelo embaixador do Brasil em Tel Aviv (Israel), Sérgio Eduardo Moreira Lima, e pelo embaixador da Autoridade Palestina em Brasília, Musa Amer Odeh.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/noticia.php?id=2813"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-108245898001573390?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108245898001573390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108245898001573390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/04/deputados-brasileiros-vo-se-encontrar.html' title='Deputados brasileiros vão se encontrar amanhã com Arafat'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-108245890112654091</id><published>2004-04-20T07:01:00.000-04:00</published><updated>2004-04-20T07:05:45.826-04:00</updated><title type='text'>Parlamentares brasileiros vão à Palestina dar sua contribuição ao processo de paz</title><content type='html'>[15/04 - 07:00]&lt;br /&gt;Deputados da Liga Parlamentar Brasil-Árabe chegam neste sábado a Rammallah para reunião com Yasser Arafat e Hamad Qureï, respectivamente presidente e primeiro-ministro da Autoridade Palestina. Eles querem chamar a atenção dos líderes mundiais para a necessidade de uma solução negociada para os conflitos na região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paula Quental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo - Um grupo de cinco parlamentares brasileiros chega neste sábado (17) em Rammallah, Palestina, para encontrar-se com Yasser Arafat e Hamad Qureï, presidente e primeiro-ministro da Autoridade Palestina. Um dos objetivos da visita, de acordo com o deputado Jamil Murad (PC do B-SP), idealizador da comitiva, é influir na Corte Internacional de Haia "no sentido de condenar e solicitar a destruição do muro" construído por Israel para isolar os territórios ocupados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os deputados federais brasileiros, que serão acompanhados pelo embaixador da Autoridade Palestina no Brasil, Musa Amer Odeh, e pelo presidente da Confederação Palestina da América Latina e Caribe, Farid Suwwan, pretendem visitar o muro e verificar a situação do povo palestino que vive no local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Murad, que tem o cargo de secretário-geral da Liga Parlamentar Brasil-Árabe, a ação do Legislativo brasileiro é uma forma de chamar a atenção das autoridades mundiais para a necessidade de uma solução negociada para os conflitos na região. "Defendemos que a ONU (Organização das Nações Unidas) jogue o seu papel, intervindo, independentemente da posição dos Estados Unidos, para dar condições de respeito e auto-defesa ao povo palestino", declarou à ANBA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros países, como Alemanha, Estados Unidos, Canadá, Bélgica, França e Grã-Bretanha, já enviaram comitivas parlamentares à Cisjordânia com a disposição de ajudar no processo de paz. O Brasil, porém, reúne condições especiais para ser um dos líderes nessa negociação, condições essas que têm origem nas próprias raízes do povo brasileiro, acredita Murad: "Somos formados por índios, portugueses, árabes, judeus, europeus, latino-americanos; temos liberdade de religião e a discriminação por raça é punida por lei. Há entre nós a cultura do respeito às diferenças".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele lembra que o país tem tradição diplomática de defesa da paz. "Foi assim, por exemplo, durante a Segunda Guerra, quando o Brasil participou lutando pela paz". Além disso, o país dirigiu a histórica assembléia da ONU de 1947 que decidiu por dividir as terras palestinas em duas partes, criando o Estado de Israel, o que, na opinião do deputado, aumenta a sua responsabilidade no processo. "Temos a obrigação de apoiar a consolidação da Palestina, pois apenas o Estado de Israel foi criado".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Momento crítico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Jamil Murad, a visita dos brasileiros à Palestina se dá num momento especialmente crítico na relação entre os dois povos, quando o governo israelense declara a intenção de matar os líderes palestinos, incluindo o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Yasser Arafat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Esta afirmação, feita por autoridades israelenses, mostra que estamos diante de uma situação delicadíssima, um verdadeiro barril de pólvora", disse o deputado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A temperatura ficou ainda mais alta e o acordo de paz ainda mais distante com o apoio dado ontem (14) pelo presidente norte-americano, George W. Bush, ao plano do premier israelense, Ariel Sharon, de garantir que Israel possa manter algumas colônias de judeus na Cisjordânia e não precise receber refugiados palestinos. O acordo anterior era de que os israelenses deixassem todo o território da Faixa de Gaza e da Cisjordânia, além de abrigar os que fugiram da região após a formação de Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo disse à ANBA o embaixador da Autoridade Palestina no Brasil, Musa Amer Odeh, o apoio de Bush aos planos de Sharon "torna ainda mais importante a viagem da delegação de parlamentares brasileiros nesse momento".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escritório comercial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra ação pró-Causa Palestina dos parlamentares brasileiros foi a coleta de mais de 300 assinaturas de senadores e deputados de todos os partidos para um abaixo-assinado entregue ao ministro das Relações Exteriores embaixador Celso Amorim. O documento pede o posicionamento firme do governo brasileiro contra a construção do muro israelense em terras palestinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A visita à Palestina, na opinião de Jamil Murad, terá ainda a função de ajudar na concretização do projeto já anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva de abrir um escritório comercial do Brasil na cidade de Rammallah. "Não conheço os últimos passos do projeto, mas com certeza nossa ida para lá vai dar uma contribuição para a sua concretização".  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os parlamentares brasileiros vão também se reunir com o presidente do Conselho Legislativo da Palestina Rouhi Fatouh e visitarão outras cidades atingidas pelos conflitos, como Hebron, Jericó, Nabloz e Belém. Um esquema especial de segurança será montado pelas autoridades palestinas para acompanhar os deputados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de Murad, fazem parte do grupo parlamentar brasileiro Nilson Mourão (PT-AC), Geraldo Tadeu (PTB-SE), Leonardo Mattos (PV- MG) e Vanessa Graziotin (PPS-MG). O grupo deixará o Rio de Janeiro na sexta-feira (16) às 10h20 da manhã com destino a Amã, capital da Jordânia, e de lá segue para Ramallah. A volta é prevista para 24 de abril. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/noticia.php?id=2778"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-108245890112654091?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108245890112654091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108245890112654091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/04/parlamentares-brasileiros-vo-palestina.html' title='Parlamentares brasileiros vão à Palestina dar sua contribuição ao processo de paz'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-108086022822192918</id><published>2004-04-01T18:57:00.000-04:00</published><updated>2004-04-01T19:00:46.686-04:00</updated><title type='text'>O CAIR Condena a Mutilação de Corpos no Iraque</title><content type='html'>(WASHINGTON, D.C., 3/31/04) - O Conselho para Relações Islâmico-Americanas (CAIR em inglês) condenou hoje a mutilação daqueles mortos no Iraque na quarta-feira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quatro empreiteiros civis americanos foram emboscados em suas vans, queimados, mutilados, arrastados pelas ruas e depois pendurados em uma ponte sobre o Rio Eufrates, de acordo com os relatos de noticiários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CAIR disse que as mutilações violam tanto as normas islâmicas quanto internacionais de conduta durante tempos de guerra, e conclamou todas as partes do conflito a respeitar a santidade dos mortos e as sensibilidades de seus familiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo islâmico de direitos civis baseado em Washington citou uma tradição do Profeta Muhammad (saws) que proíbe a mutilação de corpos (Hadith 654.3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outra tradição, o Profeta (saws) disse, “Não matem mulheres ou crianças ou pessoas idosas. Não cortem as árvores frutíferas. Não destruam as cidades.” (Al-Muwatta, Vol. 21, Hadith 9)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CAIR, o maior grupo islâmico de direitos civis da América está baseado em Washington e tem 21 escritórios regionais em todo o país e no Canadá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cair-net.org"&gt;CAIR&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-108086022822192918?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108086022822192918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108086022822192918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/04/o-cair-condena-mutilao-de-corpos-no.html' title='O CAIR Condena a Mutilação de Corpos no Iraque'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-108086016149058311</id><published>2004-04-01T18:56:00.000-04:00</published><updated>2004-04-01T19:00:05.186-04:00</updated><title type='text'>Diplomata Checheno Descreve Genocídio</title><content type='html'>&lt;em&gt;Mais de 308.000 civis chechenos foram mortos na luta separatista que já dura uma década.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma entrevista exclusiva com a Aljazeera.net o ministro do exterior no exílio disse que mais de 28% da população morreu em um país que tinha uma população de apenas um milhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usman Ferzaouli acrescentou que era difícil compreender o silêncio do mundo sobre “um genocídio que matou mais de um quarto de todo o povo checheno.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Stalin pode ter sido brutal, mas pelo menos ele não nos matou como as 150.000 tropas russas atualmente estacionadas na Chechênia – “policiando” uma nação de menos de 710.000.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ferzaouli fez o seu comentário no começo de uma visita de dois dias ao Qatar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu primeiro dever oficial era apresentar os seus respeitos à viúva de Salim Khan Yandarbiyev – o ex-presidente checheno que morreu em fevereiro quando uma bomba explodiu o seu carro depois da oração de sexta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A viúva de Yandarbiyev, Malika, disse à Aljazeera.net que o assassinato público do seu marido pela Rússia deve soar os alarmes na Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se os russos podem fazer isso no Qatar, então eles certamente o Reino Unido e a Dinamarca devem considerar a possibilidade de carros explosivos matando representantes chechenos nas ruas de Londres e Copenhagen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O único ‘crime’ do meu marido foi não abrir mão da independência total. Ele nunca concordou qualquer forma de terrorismo – especialmente os ataques em Moscou – mas suportou uma luta legítima contra um poder colonial.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Malika condenou a classificaçã de Moscou da luta chechena como ‘terrorismo’ – destacando que o exército russo matou milhares de mulheres e crianças.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Depois de visitar o túmulo de Yandarbiyev, o ministro do exterior disse que apreciava a forma como o Qatar estava lidando com o assassinato e que estava confiante de que a justiça seria feita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ele disse que conhecia o ex-presidente checheno por mais de 15 anos e que sempre foi “impressionado com sua integridade e visão.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Yandarbiyev era um grande homem. Ele era provavelmente a principal personalidade impulsionando a independência chechena. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Embora ele não tenha dado entrevistas públicas no ano anterior à sua morte – seu único crime foi expressar a sua opinião de que o nosso país deveria ser livre.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nas poucas missões diplomáticas nas quais ele se envolveu nos últimos três anos, a sua única mensagem para os países islâmicos e ocidentais foi ‘se vocês não nos ajudarem, pelo menos não sejam contra nós’”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://english.aljazeera.net/NR/exeres/EC0261BF-9B81-47EC-B455-5C955F01AC45.htm"&gt;Leia a notícia na íntegra em inglês&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-108086016149058311?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108086016149058311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108086016149058311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/04/diplomata-checheno-descreve-genocdio.html' title='Diplomata Checheno Descreve Genocídio'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-108086011631037596</id><published>2004-04-01T18:55:00.000-04:00</published><updated>2004-04-01T18:58:54.810-04:00</updated><title type='text'>Injustiça no Afeganistão</title><content type='html'>Sobre pressão da Suprema Corte e muitos governos estrangeiros, a administração Bush começou a andar na direção de rever processos dos prisioneiros mantidos na Base Naval de Guantánamo, em Cuba. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O relatório de 60 páginas sobre as práticas americanas no Afeganistão durante os últimos dois anos detalha questionável ou possivelmente comportamento criminal por parte do pessoal americano, incluindo o uso de força excessiva durante as prisões e mau tratamento sistemático de alguns detentos. Isso demonstra que os interrogadores americanos usaram práticas, tais como acorrentamento prolongado e privação do sono, que o relatório anual de direitos humanos do Departamento de Estado descreve como tortura quando são usados por outros países. Talvez o mais preocupante seja o número de civis afegãos sendo mantidos por períodos de até um ano ou mais sem acusação, “virtualmente incomunicáveis sem qualquer base legal para questionar a sua detenção ou obter a sua soltura.” Nenhuma acusação foi apresentada contra qualquer dos prisioneiros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Falando de forma simples,” o relatório conclui, “os Estados Unidos estão agindo fora da norma da lei.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/articles/A9623-2004Mar19.html"&gt;Leia a notícia na íntegra em inglês&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-108086011631037596?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108086011631037596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108086011631037596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/04/injustia-no-afeganisto.html' title='Injustiça no Afeganistão'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-108085988362872577</id><published>2004-04-01T18:51:00.000-04:00</published><updated>2004-04-01T18:57:56.530-04:00</updated><title type='text'>Aliados afegãos dos EUA cometeram massacre</title><content type='html'>Especialistas americanos descobriram que os senhores da guerra da Aliança do Norte assassinaram prisioneiros de guerra. A dramática corroboração do masssacre de prisioneiros afegãos pela Aliança do Norte apoiada pelos EUA no começo da guerra em 2001 foi fornecida pelos patologistas americanos convocados para investigar as alegações pelas Nações Unidas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O antropólogo William Haglund, que anteriormente liderou investigações em covas coletivas na Bósnia, Ruanda, Sri Lanka e Serra Leone, cavou em uma área no deserto fora da cidade de Shebargan, e exumou 15 corpos, uma pequena amostra, disse ele, do que pode ser um grande total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graças ao clima frio e árido, eles foram preservados bem o suficiente para que fossem feitas autópsias. A conclusão de Hanglund de que ‘eles morreram sufocados’ corrobora as estórias contadas pelos detentos de Guantánamo semana passada ao Observer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘Eles são os primeiros sobreviventes a descrever o que realmente se acredita ter acontecido às vítimas que descobrimos,’ disse Hanglund. ‘A equipe veio para uma investigação completa, sob a proteção da comunidade internacional.’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Asif Iqbal, Shafiq Rasul e Ruhal Ahmed disseram em suas entrevistas como foram capturados pelas forças da Aliança do Norte lideradas pelo general Abdurrashid Dostum em novembro de 2001, enquanto tentavam fugir da guerra no Afeganistão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Shebargan eles foram colocados em dois de vários conteineres. Então Iqbal disse que as portas foram fechadas. Ele e os outros perderam a consciência e quando acordou ele estava ‘deitado sobre corpos, respirando o odor de seu sangue e urina’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘Nós sobrevivemos porque alguém fez buracos com a metralhadora. Quando nós saímos, uns 20 em cada conteiner continuavam vivos.’ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haglund visitou as covas coletivas em Shebargan duas vezes em 2002 que identificou dezenas de covas coletivas no norte do Afeganistão, muitas contendo os restos de prisioneiros mortos pelas forças dos senhores da guerra apoiadas pela Inglaterra e EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A equipe também inspecionou a prisão da Aliança do Norte em Shebargan em janeiro de 2002. “Haviam aproximadamente 3.000 sendo mantidos em condições esquálidas sob o controle de Dostum,’ disse Heffernan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://observer.guardian.co.uk/international/story/0,6903,1174554,00.html"&gt;Leia a notícia na íntegra em inglês&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-108085988362872577?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108085988362872577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/108085988362872577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/04/aliados-afegos-dos-eua-cometeram.html' title='Aliados afegãos dos EUA cometeram massacre'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-107998122171990713</id><published>2004-03-22T14:47:00.000-04:00</published><updated>2004-03-22T14:54:37.903-04:00</updated><title type='text'>Várias Condenações ao Assassinato do Sheikh Yassin</title><content type='html'>O CAIR Condena o Assassinato por Israel de Líder Religioso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Grupo islâmico de direitos civis diz que Israel engajou em “terrorismo de estado” &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(WASHINGTON, D.C., 3/22/04) – O Conselho para Relações Islâmico-Americanas (CAIR) condenou hoje o assassinato do líder religioso islâmico palestino em cadeira de rodas, chamando-o de um ato de “terrorismo de estado.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Israel matou Sheikh Ahmed Yassin, um tetraplégico de 67 anos e a figura islâmica palestina mais proeminente, em um ataque com mísseis fora da mesquita da cidade de Gaza na segunda-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua declaração o CAIR disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nós condenamos essa violação da lei internacional como um ato de terrorismo de estado pelo governo fora de controle de Ariel Sharon. O assassinato extra-judicial por Israel de um líder religioso islâmico só pode servir para perpetuar o ciclo de violência em toda a região. A comunidade internacional deve agora adotar atitudes concretas para ajudar a proteger o povo palestino contra a violência arbitrária israelense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nós conclamamos os EUA a se unir a seus aliados na condenação desse assassinato político e fazer com que essa condenação tenha significado cortando o fluxo dos dólares dos contribuintes americanos para Israel. São esses dólares que pagam pelas armas que Israel usa para levar adiante tais ataques ilegais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Até que Israel veja os palestinos como seres humanos e não apenas como animais a serem abatidos durante a “temporada de caça”(*), não haverá uma solução viável e justa para o conflito do Oriente Médio.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(* Semana passada um alto oficial de segurança israelense disse que “a temporada de caça tinha começado,” em referência aos assassinatos de palestinos.) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CAIR, o maior grupo islâmico de direitos civis da América também reiterou sua longa condenação a todos os atos de terrorismo, sejam perpetrados por indivíduos, grupos ou estados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cair-net.org"&gt;CAIR&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Forças de Ocupação Israelenses Assassinam o Sheikh Ahmed Yassin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Centro Palestino para os Direitos Humanos – 22 de Março de 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um ato de terrorismo de estado as forças de ocupação israelense assassinaram o Sheikh Ahmed Yassin, 66, fundador e líder político do Movimento Islâmico de Resistência (Hamas), imediatamente após ele ter deixado a mesquita depois de ter terminado a oração da alvorada. Além do Sheikh Yassin, 7 civis palestinos, incluindo 3 dos guarda-costas do Sheikh Yassin, foram mortos, e 17 outros feridos, incluindo dois dos filhos de Sheikh Yassin. Esse ato ilegal e beligerante é uma implementação das ameaças das autoridades israelenses de assassinarem o Sheikh Yassin, que foram recentemente articuladas por políticos e militares israelenses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mídia israelense relatou após o incidente que fontes oficiais israelenses anunciaram que o assassinato foi aprovado pelo governo israelense e que o Primeiro-Ministro Ariel Sharon tinha pessoalmente supervisionado o ataque. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.pchrgaza.org"&gt;Palestinian Centre for Human Rights&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comunicado à Imprensa do Gush Shalom  - 22 de Março de 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assassinato do Sheikh Ahmad Yassin, com a concomitante matança de transeuntes, é um ato provocativo louco por um governo que perdeu todo o seu limite.  É um ato de um bombeiro piromaníaco cujo método de apagar o fogo do terrorismo é jogar barris de gasolina sobre ele, um ato que pode custar a vida de dúzias ou centenas de cidadãos israelenses no futuro próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conversa do Primeiro-Ministro Sharon de “sair de Gaza”, que tomou conta das manchetes nos últimos meses, se revela agora não ser nada mais do que tagarelice. Longe de seriamente pretender evacuar um mínimo do território ocupado, esse primeiro-ministro falido – confrontado com investigações policiais em uma miríade de corrupção referente a ele e seus filhos – parece determinado a deixar para o seu país o legado da guerra eterna com os palestinos e o mundo árabe e muçulmano inteiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada dia que esse homem permanece no poder representa um perigo grave para o futuro dos israelenses e palestinos. Gush Shalom, o Bloco da Paz Israelense, conclama a todas as forças sãs e responsáveis remanecentes na comunidade internacional a intervir, urgente e forçosamente, para salvar nossa região do topo do abismo e parar o ciclo monstruoso de banho de sangue que agora ameça nos engolir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="www.gush-shalom.org/english/index.html"&gt;Gush Shalom&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MCB Condena o Assassinato Terrorista por Israel do Sheikh Ahmed Yassin – Conselho Islâmico Britânico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho Islâmico Britânico (MCB em inglês) condena nos mais fortes termos o assassinato criminoso por Israel do sheikh Ahmed Yassin. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Esse ato hediondo de terrorismo de estado contra um homem inválido quando ele estava deixando a mesquita depois das orações da alvorada está empurrando a região inteira para ainda mais próximo do abismo da violência descontrolada, e precisa ser detido,” disse Iqbal Sacranie, secretário-geral do MCB. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nós consideramos a comunidade internacional e os EUA diretamente responsáveis por permitirem as Forças de Ocupação Israelenses a continuar ocm sua política de matança e aterrorização dos civis palestinos. Nenhuma quantidade de força militar e assassinatos trará uma solução final para o “problema palestino,” acrescentou Iqbal Sacranie. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossas orações sinceras e condolências vão para o povo palestino em sua luta para viver em paz, com dignidade e liberdade em sua própria terra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Muslim Council of Britain Boardman House 64 Broadway Stratford London E15 1NT Tel: 020 8432 0585/6 Fax: 020 8432 0587 &lt;br /&gt;E-mail: admin@mcb.org.uk  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assassinato Puro e Simples&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A intenção real do assassinato do sheikh Ahmed Yassin é idêntico ao estratagema da liberação de Sharon: bloquear qualquer oportunidade significativa para a retomada dos esforços na direção de negociações genuínas. O objetivo é o assassinato de qualquer chance de paz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A política de assassinatos era imoral e ilegal em primeiro lugar. Não tinha nada a ver com a prevenção do terror. A intenção real dos assassinatos era legitimar o emprego do assassinato político como um instrumento na execução dos crimes contra o povo palestino, da punição coletiva ao politicídio – a negação de seus direitos nacionais. No contexto presente, esses também são crimes contra o povo de Israel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sharon optou por incluir a política de assassinatos como arma para defender sua autoridade enfraquecida. Sua coalisão está se desmoronando, seus ministros abertamente o desafiam, o seu partido está em desordem. E o mais importante: o seu prestígio com o público está em estado de desintegração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas semanas atrás ele teve apoio maciço do público que acreditou que ele estava tentando nos tirar da bagunça atual. Mas ele também desperdiçou esse último vestígio de prestígio pela sua estranha inconsistência e recusa em dizer o que ele estava fazendo exatamente. Ser aventureiro sempre foi natural para Sharon, e ele continua se sentindo mais confortável em trajes de guerra. Assim nós descobrimos que o envelhecido general, frustrado e mais isolado, dirigiu pessoalmente o ataque de helicóptero “heróico” sobre um comboio civil de um líder religioso em seu caminho para a adoração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe método nessa loucura. Se um ato foi designado para aprofundar a hostilidade do mundo árabe e muçulmano contra Israel, seu povo e seus aliados, foi esse. Sharon está apostando o futuro de Israel no confronto entre civilizações. Sua esperança para a sobrevivência de Israel está espetada nas bandeiras do tipo de Cristandade de George Bush e sua batalha contra o mundo árabe e muçulmano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aliança Bush-Sharon irá regar a presente tempestade. Os dois precisam um do outro em sua hora de adversidade. Ainda assim, o presente namoro de Sharon com o assassinato político pode causar problemas em Washington, onde coisas desse tipo são despachadas para departamentos adequados de truques sujos.  Nas capitais desse mundo, líderes usualmente não se gabam de matar outros líderes.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jerusalém &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22 de Março de 2004&lt;br /&gt;Reuven Kaminer (ativista israelense e escritor) &lt;br /&gt;E-mail: mssourk@mscc.huji.ac.il  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-107998122171990713?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107998122171990713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107998122171990713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/03/vrias-condenaes-ao-assassinato-do.html' title='Várias Condenações ao Assassinato do Sheikh Yassin'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-107997218826853563</id><published>2004-03-22T12:16:00.000-04:00</published><updated>2004-03-22T12:21:25.810-04:00</updated><title type='text'>Nota da WAMY condenando o assassinato do Sheikh Ahmad Yassin</title><content type='html'> EM NOME DE DEUS, O CLEMENTE, O MISERICORDIOSO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Louvado seja Deus, O mais Justo dos justos, que criou a humanidade, lhe deu o Livre-Arbítrio e ordenou que ela fosse obediente a Ele, para que pudesse viver em paz e harmonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Comunidade Islâmica está de luto pelo assassinato do Sheikh Ahmad Yassin, praticado pelo Governo de Ariel Sharon enquanto saia de uma mesquita, onde havia realizado a oração da alvorada, atingido por mísseis disparados por um helicóptero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acreditamos que desta forma, esse ato inconseqüente de Ariel Sharon e de seus apoiadores coloca o povo na região num perigo maior, forçando-os a viverem inseguros e aterrorizados, como ajuda a aumentar, também a escalada da violência na região, já que houve juramentos de vingança por parte dos palestinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não acreditamos que dessa forma, Ariel Sharon irá estabelecer a segurança para o seu povo, prolongando o genocídio do povo palestino e seus líderes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Condenamos esse assassinato, como responsabilizamos Ariel Sharon, seu Governo e todos os seus apoiadores, por ele, já que é sabido que na campanha eleitoral e nos últimos meses ele prometia esses atos terroristas, como também era de conhecimento geral seu histórico de violência contra vidas inocentes de crianças, mulheres e idosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acreditamos que o único caminho para a paz e segurança para todos é a justiça, dar a cada qual o seu devido direito, valores imutáveis do Islam e de seus seguidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sheikh Ali Abdouni&lt;br /&gt;Sheikh Jihad Hassan&lt;br /&gt;Representantes da Comunidade Islâmica no Brasil&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.wamy.org.br"&gt;WAMY&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-107997218826853563?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107997218826853563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107997218826853563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/03/nota-da-wamy-condenando-o-assassinato.html' title='Nota da WAMY condenando o assassinato do Sheikh Ahmad Yassin'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-107946971094112085</id><published>2004-03-16T16:41:00.000-04:00</published><updated>2004-03-16T16:52:47.263-04:00</updated><title type='text'>Muçulmanos Condenam Fortemente Explosões em Madri</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.islamonline.net/English/News/2004-03/13/images/pic12.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Uma multidão saiu em passeata na Espanha, protestando contra os atentados&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MADRI, Março 13 (IslamOnline.net &amp; News Agencies) - Os Muçulmanos do mundo inteiro condenaram as explosões em Madri, deixando claro que a matança de civis é proibida em sua religião, independentemente de onde ou de quem cometa os ataques.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois das explosões, que deixaram 200 pessoas mortas e 1.400 feridas, um populoso grupo de Muçulmanos se juntou do lado de fora do Centro Cultural Islâmico na capital espanhola para levantar fortemente suas vozes contra o terrorismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estas explosões não foram apenas contra a religião Islâmica mas também contra a humanidade inteira", disse aos repórteres o  Diretor do centro Cultural Islâmico em Madri, Saleh bin Mohammed Al Sinaidi ,na sexta-feira, 12 de Março. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nós lamentamos profundamente que tais incidentes tenham atingido nossa cidade, onde também vivem Muçulmanos", disse Al Sinaidi , através de um intérprete. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os oficiais do Centro mandaram uma carta de condolências às famílias das vítimas das explosões, as piores que atingiram a Europa em anos, nas quais 10 bombas explodiram através de vagões de trens lotados e três estações ferroviárias no sudeste da capital. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles também pediram às autoridades espanholas que intensificassem os esforços para apanhar os perpetradores dos ataques, que levaram mais de 11 milhões de pessoas às ruas da Espanha em uma mostra sem precedentes de tristeza e fúria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A confusão reinou no que se refere a culpar o grupo separatista basco ETA ou a rede al-Qaeda, para a qual um grupo reclamou a responsabilidade, através de um e-mail inverificável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analistas claramente continuam apontando um dedo acusatório para os separatistas do ETA, dizendo que uma "pista" vã seria mais uma distração e que à evidência falta credibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo de Madri, que está buscando a reeleição em votação legislativa no dia 14 de Março, em parte por seus registros de insucessos ao lidar com o ETA, considera a organização militante basca seu primeiro suspeito nos ataques.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras Condenações &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os grupos Muçulmanos também se apressaram em denominar as explosões como atos grosseiros e criminosos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho Muçulmano Britânico (MCB) disse que denuncia estas atrocidades "totalmente e inequivocamente". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As explosões coordenadas na estação de Atocha no centro da capital espanhola e em outras estações foram atrocidades deliberadas e premeditadas que foram planejadas para inflingir more e destruição em escala massiva", disse Iq"" bal Sacranie, Secretário - Geral do Conselho Muçulmano Britânico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os corações dos Muçulmanos e de todas as pessoas de consciência se voltam para as famílias cujas pessoas amadas foram assassinadas e daqueles que foram feridos nessas atrocidades absurdas." Sacranie disse numa entrevista à imprensa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O MCB também condenou o uso pela mídia do termo  "terroristas Islâmicos" como usado pelos canais da mídia para descrever estas pessoas claramente demoníacas que cometeram esses crimes odiosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentar ligar essas bárbaras e desumanas atrocidades aos ensinamentos do Islam e ao Corão é também um crime que está alimentando a demonização do Islam e dos Muçulmanos,disse o MCB na entrevista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Instamos a todos os envolvidos exercitar a maior circumspecção ao lidar com tais crimes contra a humanidade,que afetam a todos, na comunidade mundial", disse Sacranie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o Sheikh Yusuf Al-Qaradawi, um proeminente líder moderado islâmico, o Islam proíbe todos os tipos de agressão contra civis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Islam não permite agressão contra pessoas inocentes, seja a agressão contra a vida, propriedade ou honra, e esta regra se aplica a todas as pessoas, independentemente de posto, status e prestígio", disse Qaradawi said num edito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Islam não mantém uma política de duas faces ao salvaguardar os direitos humanos e nem tem por objetivo justificar os fins, ao atacá-los" , acrescentou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Retrocesso' &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De volta a Washington, o Conselho das Relações Americo-Islâmicas (CAIR) - o maior grupo Islâmico de liberdade civil da America - condenou os ataques mortais no pico da hora do rush em Madri. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estes atos perversos de terrorismomerecem a mais forte condenação possível por todas as pessoas civilizadas. Pedimos por uma apreensão rápida e punição dos perpetradores", o grupo disse numa mensagem na Quinta-feira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Aqueles que executam tais crimes apenas geram retrocesso para qualquer que seja a causa que esposam" acrescentou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CAIR também reitera sua condenação de longa data de todos os atos do terrorismo, sejam eles perpetrados por indivíduos, grupos ou estados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imediatamente após as explosões, o Ministro do Interior da Espanha disse que "não havia dúvidas" de que o ETA era responsável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descrevendo a descoberta da van como "uma nova pista", ele disse que o foco da investigação permanece o ETA, mas devemos ser muito cautelosos e investigar outros caminhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo militar basco tem sido culpado pela morte de mais de 800 pessoas em seus 36 anos de violenta campanha pela independência do nordeste de sua pátria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.islamonline.net/English/News/2004-03/13/article12.shtml"&gt;Leia a notícia no original em inglês&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-107946971094112085?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107946971094112085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107946971094112085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/03/muulmanos-condenam-fortemente-exploses.html' title='Muçulmanos Condenam Fortemente Explosões em Madri'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-107946963119457117</id><published>2004-03-16T16:40:00.000-04:00</published><updated>2004-03-16T19:14:49.030-04:00</updated><title type='text'>Opinião da WAMY sobre os atentados de 11/03</title><content type='html'>A Comunidade Islâmica no Brasil lamenta e condena o atentado de 11 de março na cidade de Madri, independentemente dos autores, sendo muçulmanos ou não, pois, o Islam proíbe tirar a vida de inocentes, ou mesmo, colocá-la em risco, sendo estes inocentes muçulmanos ou não, da mesma forma como condenamos o assassinatos e o massacre de inocentes na Palestina, Iraque, no Afeganistão, em Angola, Burundi, Chechênia, etc..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lamentável termos que assistir a raça humana deixando valores divinos de lado pra poder reunir mais poder ou riquezas em troca de vidas inocentes, invasões de países sem direito, humilhação de povos, instalação de ditaduras com a máscara de democracias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Triste assistirmos inocentes morrendo por conta de atitudes insensatas de líderes que alegam defender o povo e o colocam em perigo, tomando decisões precipitadas, somente para agradar outros líderes. Não podemos somente assistir e lamentar, mas temos que mostrar o que o Islam de fato nos ensina, como justiça, paz, amor, fraternidade, solidariedade, igualdade e todos os valores e qualidades que qualquer sociedade, pessoa ou mesmo religião tenta aplicar e divulgar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que os autores sejam muçulmanos, isso não indica que a culpa seja de todos os adeptos do Islam, assim como não podemos culpar todos os cristãos pelas Cruzadas que massacraram centenas de milhares de inocentes muçulmanos, judeus, inclusive próprios cristãos, nem culpar todos os judeus pelos massacres que são praticados diariamente pelo Governo de Ariel Sharon contra os palestinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sheikh Ali Abdouni&lt;br /&gt;Sheikh Jihad Hassan&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.wamy.org.br"&gt;WAMY - AMÉRICA LATINA&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-107946963119457117?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107946963119457117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107946963119457117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/03/opinio-da-wamy-sobre-os-atentados-de.html' title='Opinião da WAMY sobre os atentados de 11/03'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-107911681202950632</id><published>2004-03-12T14:40:00.000-04:00</published><updated>2004-03-12T14:48:56.950-04:00</updated><title type='text'>CAIR Condena os Ataques em Madri</title><content type='html'>(WASHINGTON, D.C., 3/11/04) – O Conselho Para Relações Islâmico-Americanas (CAIR, em inglês) condenou hoje os ataques mortais à bomba na Espanha que deixou em torno de 190 mortos. As explosões ocorreram através dos trens e estações na quinta-feira de manhã no auge do horário do “rush” em Madri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua declaração o CAIR disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Esses ataques brutais de terrorismo merecem a mais forte condenação possível de todas as pessoas civilizadas. Nós pedimos a prisão e punição imediata de seus perpetradores. Aqueles que cometem tais crimes geram apenas repulsa por qualquer que seja a causa que abracem.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CAIR, o maior grupo islâmico de direitos civis da América também reiterou sua longa condenação a todos os atos de terrorismo, sejam perpetrados por indivíduos, grupos ou estados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAIR&lt;br /&gt;Council on American-Islamic Relations&lt;br /&gt;453 New Jersey Avenue, S.E.&lt;br /&gt;Washington, D.C.  20003&lt;br /&gt;Tel: 202-488-8787, 202-744-7726&lt;br /&gt;Fax: 202-488-0833&lt;br /&gt;E-mail: cair@cair-net.org    &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cair-net.org "&gt;Site do CAIR&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-107911681202950632?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107911681202950632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107911681202950632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/03/cair-condena-os-ataques-em-madri.html' title='CAIR Condena os Ataques em Madri'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-107852846326848592</id><published>2004-03-05T19:14:00.000-04:00</published><updated>2004-03-05T19:18:27.873-04:00</updated><title type='text'>O ex-refugiado libanês que é referência mundial na luta contra o câncer e optou por ser brasileiro</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Riad Younes chegou ao país com 16 anos, sem documentos, fugido da guerra civil do Líbano. Sentiu-se acolhido pelos brasileiros e se transformou em um dos maiores especialistas em câncer de pulmão, ajudando a projetar internacionalmente o Hospital do Câncer, em São Paulo. É ainda pesquisador, professor universitário e jornalista bissexto. Em dezembro de 2003, integrou, "emocionado", a comitiva brasileira que acompanhou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na viagem aos países árabes.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sergio Tomisaki&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.anba.com.br/imagens/especiais/3riadok.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Riad Younes: 'Me sentia atraído pela capacidade do cirurgião de resolver os problemas com as mãos'&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristina Iori&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo - A guerra civil expulsou do Líbano a família Younes, de religião muçulmana, que chegou refugiada a São Paulo em 1976 - o casal Naim e Wajiha, e os dois filhos, Riad e Khaled. O filho mais velho ingressou, dois anos mais tarde, aos 18 anos, na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Hoje, aos 44 anos, naturalizado brasileiro há 11, o cirurgião Riad Younes é um dos maiores especialistas do país em câncer de pulmão, e um de seus trabalhos já foi incluído entre os dez melhores da década publicados no mundo, segundo o American College of Chest Physicians. Que sorte para o Brasil ter acolhido a família Younes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sorte a minha ter chegado aqui", retruca o médico de altura média, magro, gestos comedidos, que tem colecionado façanhas abaixo do Equador. A primeira façanha foi driblar as dificuldades do idioma e as circunstâncias que enfrentam todos os que não têm outra saída a não ser abandonar seu passado sem deixar rastros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Riad Younes chegou ao Brasil sem documentos e não poderia estudar sem comprovação de escolaridade. No entanto, graças à Lei dos Refugiados de Guerra, em vigor nos anos 1970 por causa dos angolanos que para cá vieram, o garoto libanês pôde estudar em um colégio estadual de São Paulo, após realizar uma prova. Do colégio público para a Faculdade de Medicina da USP foi um salto gigantesco e demonstra que a família Younes não demorou a sentir-se em casa no novo país. "Jamais me senti discriminado aqui, nem mesmo quando não podia falar o idioma", diz ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, Riad Younes conjuga sua intensa atividade como cirurgião - é chefe do Departamento de Cirurgia Torácica do Hospital do Câncer e membro do conselho diretor do Hospital Sírio-Libanês - com a pesquisa básica, produzida em laboratórios que coordena como professor titular na Faculdade de Medicina da USP e no Centro de Pesquisas Oncológicas da Universidade Paulista (Unip). Também atua como jornalista bissexto - assina a coluna e o encarte de saúde da revista "Carta Capital" e edita a revista "Câncer Hoje".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palestras em todo o mundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A paixão pela pesquisa Younes traz dos tempos de faculdade, no final dos anos 1970. Quando cursava o primeiro ano, começou a trabalhar com o professor Maurício Rocha e Silva no laboratório que estudava opções de  tratamento para choques hemorrágicos graves. "Tem gente que coleciona coisas, gosta de viajar, fazer compras. Eu gostava de ficar no laboratório", ele conta. Passou os cinco anos de faculdade sem férias, sem folgas, sem lazer, imerso em seus estudos. O resultado veio logo. Antes mesmo de receber o diploma de médico, Riad Younes já havia realizado palestras em 17 países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tornou-se mundialmente conhecido o resultado desta pesquisa de Younes, uma solução superconcentrada de soro, onde 250 ml equivalem a 3 litros de soro comum, para utilização em situações emergenciais, quando substitui a anterior com vantagens de manipulação, transporte e rapidez de atendimento. Até soldados norte-americanos em frente de batalha carregam em suas mochilas embalagens com o soro hiperconcentrado, para auto-aplicação, caso sejam feridos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sucesso em laboratório poderia ter indicado ao jovem Younes um caminho seguro. No entanto, não era sua intenção ser cientista, e sim médico. "Para mim, a pesquisa em laboratório era um hobby".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desafio da cirurgia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o período de internato, quando os estudantes de quinto e sexto anos da Faculdade de Medicina da USP começam a atuar no Hospital das Clínicas, ele decidiu enfrentar um novo desafio: ser cirurgião. "Me sentia atraído pelos doentes mais graves, e pela capacidade que o cirurgião adquire de resolver os problemas com as mãos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a intenção de aperfeiçoar-se em cirurgias de câncer de pulmão, candidatou-se e ingressou como fellow do Departamento de Cirurgia do Memorial Sloan-Kettering de Nova York, onde permaneceu por dois anos, de 1988 a 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao voltar, em 1990, foi convidado a ser o chefe do Departamento de Cirurgia Torácica do Hospital do Câncer, que naquele momento passava por uma total reformulação. "Adotei no Hospital do Câncer o enfoque multidisciplinar no atendimento ao paciente. As decisões passaram a ser tomadas em conjunto, por vários especialistas. Antes, um cirurgião poderia orientar o tratamento por quimioterapia, o que é um absurdo", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referência internacional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho da equipe de Riad Younes no Hospital do Câncer tornou-se referência no Brasil e no mundo. Em 1999, foi publicado na revista internacional Chest o estudo que traz a descrição da rotina e estratégia de seguimento dos doentes de câncer de pulmão após cirurgia no Hospital do Câncer. Este texto foi selecionado pelo American College of Chest Physician entre os dez melhores trabalhos da década sobre câncer de pulmão, além de ser recomendado como leitura para todos os especialistas da área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao completar dez anos à frente do Departamento de Cirurgia Torácica, Younes coletou e reuniu em um livro dados completos de todos os 840 casos tratados totalmente no Hospital do Câncer durante a década. O livro "Câncer de Pulmão: Prevenção, Diagnóstico e Tratamento - 1990/2000" é referência para profissionais da área, e demonstra a ânsia de Riad Younes em acumular experiência e fixar procedimentos na sua especialidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratar um paciente com câncer de pulmão é por definição um caso difícil. "94% são fumantes. Muitos chegam a mim quando já estão com os pulmões queimados e destruídos. E cabe ao cirurgião tentar preservar ao máximo partes do órgão".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como cirurgião, Younes define a si mesmo como "tranqüilo", ou seja, não é dado a explosões de raiva ou autoritarismo quando está em sala de cirurgia. Opera quase que diariamente, e cada cirurgia pode durar até quatro horas. Uma das coisas que ele mais aprecia é tomar decisões rápidas quando o paciente está na mesa de operação, em situações que causariam calafrios ao mais frio dos mortais que não estivesse de sobreaviso. "Quanto mais racional estiver, melhor", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Fiquei arrasado"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, com uma década de experiência à frente do Hospital do Câncer e dois anos "que equivalem a 20" no Memorial Sloan- Kettering de Nova York, Younes se depara com coisas que o deixam arrasado. Certa vez, considerou que seria simples uma cirurgia para extirpar um tumor pequeno, "minúsculo, segundo todos os exames", de um homem jovem, de 38 anos. Durante a cirurgia, veio a surpresa. Por todo o pulmão do paciente havia pequenos nódulos, imperceptíveis aos exames de imagem comumente feitos, e que indicavam a presença maciça da doença. "Não havia o que fazer. Nem cheguei a operá-lo", conta Younes. "Contar a ele foi muito triste".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, há casos em que a surpresa vem acompanhada da vitória. "Fui chamado às pressas a uma cirurgia que um assistente meu estava realizando, caso de um tumor de pulmão que na verdade já invadira o coração, outra situação não detectável em exames pré-cirúrgicos. Dessa vez, no entanto, conseguimos extirpar completamente o tumor sem prejuízo para o paciente. Foi gratificante", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso e a pressão cotidiana de atender e dar informações a pacientes que estão diante da morte tornam os dias de Riad Younes estafantes. Ao chegar em casa, precisa de meia hora de silêncio, antes de poder voltar tranqüilamente ao convívio da mulher Nadia, e das filhas, Yasmin, 10, e Nassrin, 7. Para a família, a presença do cirurgião também exige adaptações. Em seu consultório, há um desenho feito pela filha mais velha, que em vez de princesas, casinhas ou animais, retrata a figura de uma pessoa com o peito aberto, e o desenho de cada órgão interno, sua indicação e localização exata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma família árabe que segue os preceitos gerais da religião muçulmana. Younes não bebe e não come carne de porco. Pratica o jejum no período do Ramadã, e já fez uma peregrinação à Meca. Também não fuma, mas este hábito ele não refuta apenas por fé ao islamismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De volta ao Líbano, com o Lula&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Este homem que enfrenta graves dilemas com seus pacientes, e já esteve enclausurado em uma pequena casa no interior do Líbano, durante um combate entre facções rivais, também é capaz de manter o bom humor. Em 1998, por sugestão do jornalista Mino Carta, responsável editorial pela revista "Carta Capital", escreveu um texto sobre um passeio que fez a Brasília, durante uma convenção partidária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tinha a curiosidade de saber o que os políticos fazem. Ficaram sabendo e me convidaram a comparecer a um encontro político com crachá de jornalista. Fui, e me diverti à beça", conta Younes. O texto, "Sentiram minha falta em Brasília", o primeiro de uma série que se mantém até hoje, narra sua perplexidade diante do ambiente político. O título é uma brincadeira. Um político o cumprimentou como se o conhecesse e estranhou o fato de ele "andar sumido".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em dezembro de 2003, como representante na área de saúde, Riad Younes integrou a comitiva brasileira que acompanhou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em viagem aos países árabes. Um momento histórico, já que se tratou da primeira visita de um chefe de estado brasileiro desde Dom Pedro II. Para Younes, além disso, foi "emocionante, indescritível". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Me senti como se estivesse fazendo o caminho inverso e participando de algo bom para os dois países", declarou. Ele disse ter ficado feliz com a boa receptividade das autoridades ao presidente Lula e aos brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico participou de eventos na Síria e Líbano, e nestes dois países pôde entrar em contato também com representantes do Egito, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Younes, há inúmeras possibilidades de intercâmbio com os países árabes na área de saúde. Uma das áreas é o ensino médico e o treinamento de paramédicos, além de intercâmbio acadêmico. A transferência de tecnologia de ponta e know-how, como por exemplo em transplantes, em que o Brasil tem destaque internacional, é outra possibilidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estuda-se ainda o encaminhamento de pacientes para tratamento em nossos centros de excelência, possibilidade que exporia aos países árabes a tecnologia de nossos aparelhos e procedimentos hospitalares. Há também a semelhança dos problemas de saúde inerentes a países em desenvolvimento, como aqueles decorrentes de falta de saneamento básico. O Brasil tem ainda condições de repassar a própria experiência, bem-sucedida, de campanhas de vacinação em massa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico de origem árabe Riad Naim Younes é assim: preocupa-se com seus pacientes, preocupa-se com o Brasil. Por sorte ou por destino, mantém-se afastado de outras tantas batalhas e disputas, como as expostas no texto sobre Brasília. Prefere a guerra diária contra o câncer, para nosso bem-estar e saúde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.anba.com.br/especial.php?id=95"&gt;ANBA&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-107852846326848592?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107852846326848592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107852846326848592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/03/o-ex-refugiado-libans-que-referncia.html' title='O ex-refugiado libanês que é referência mundial na luta contra o câncer e optou por ser brasileiro'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-107843554616861877</id><published>2004-03-04T17:25:00.000-04:00</published><updated>2004-03-04T17:30:48.700-04:00</updated><title type='text'>Al-Qaida nega bombardeios no Iraque</title><content type='html'>4 Março 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://english.aljazeera.net/NR/rdonlyres/0BD56449-5FDF-4054-89DB-A2101A8E244B/30412/FB23FB50555A4CF08B37A4A7AAD3A836.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Os bombardeios foram os maiores ataques desde a guerra&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Al-Qaida negou envolvimento nos bombardeios anti-xiitas que mataram em torno de 200 pessoas no Iraque durante a cerimônia religiosa de Ashura. Em uma declaração obtida pela Aljazeera.net na quinta-feira, a Al-Qaida culpou os “cruzados” americanos pelos ataques.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Nós dizemos a todos os muçulmanos: não temos nada a ver com esse ato,” disse a declaração.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A declaração considerava os ataques “um plano americano para provocar um conflito sectário entre muçulmanos no Iraque”.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Nossos objetivos são claros: nós estamos atacando os cruzados americanos e seus aliados. Estamos atacando a polícia iraquiana que está sendo usada pelos EUA para atacar os mujahidin no Iraque.”&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Estamos atacando os agentes dos EUA no Conselho de Infiéis, o pseudo Conselho do Governo e as pessoas associadas com ele, sejam elas sunitas ou xiitas,” informava a declaração.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://english.aljazeera.net/NR/exeres/0BD56449-5FDF-4054-89DB-A2101A8E244B.htm"&gt;Leia a notícia na íntegra em inglês&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-107843554616861877?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107843554616861877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107843554616861877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/03/al-qaida-nega-bombardeios-no-iraque.html' title='Al-Qaida nega bombardeios no Iraque'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-107843546890746030</id><published>2004-03-04T17:24:00.000-04:00</published><updated>2004-03-04T17:27:29.436-04:00</updated><title type='text'>O CAIR Condena as Matanças no Iraque e Paquistão</title><content type='html'>&lt;em&gt;Grupo islâmico de direitos civis chama os ataques de “sem sentido e vergonhosos”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um proeminente grupo islâmico de direitos civis e advocacia condenou hoje como “sem sentido e vergonhosos” os ataques terroristas sobre os muçulmanos xiitas no Iraque e Paquistão que matou quase 200 pessoas e feriu centenas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho Para Relações Islâmico-Americanas (de sigla CAIR, em inglês) baseado em Washington disse que os muçulmanos de todo o mundo devem responder aos ataques com ações projetadas para promover a unidade religiosa e a estabilidade política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Iraque três ataques suicidas mataram pelo menos 143 adoradores em Bagdá e Karbala. Em torno de 44 pessoas também foram mortas em um ataque à uma procissão religiosa no sudeste do Paquistão. (Um ataque semelhante matou uma pessoa no Afeganistão.) Todos os atingidos nos ataques de terça-feira eram muçulmanos xiitas comemorando a Ashura, o décimo dia depois do Ano Novo Islâmico e o aniversário do martírio do neto do Profeta Muhammad.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua declaração o CAIR disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nós condenamos esses ataques sem sentido e vergonhosos nos mais fortes termos possíveis e conclamamos à uma rápida prisão e punição dos seus perpetradores. Ambos os atos de terror foram particularmente repugnantes porque os responsáveis atingiram adoradores durante práticas religiosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Um motivo óbvio para as matanças foi criar divisões sectárias e promover o ódio dentro da comunidade. A única resposta adequada para esses ataques desprezíveis é um esforço redobrado por parte de todos os muçulmanos para promover a unidade religiosa e a estabilidade política na comunidade islâmica em todo o mundo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CAIR, o maior grupo islâmico de direitos civis dos EUA, está baseado em Washington e tem 25 escritórios regionais em todo o país e no Canadá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cair-net.org"&gt;Site do CAIR, em inglês&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-107843546890746030?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107843546890746030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107843546890746030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/03/o-cair-condena-as-matanas-no-iraque-e.html' title='O CAIR Condena as Matanças no Iraque e Paquistão'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-107809398222172605</id><published>2004-02-29T18:33:00.000-04:00</published><updated>2004-03-01T16:26:26.733-04:00</updated><title type='text'>Islam Atrai Britânicos de Destaque em uma Tendência Crescente</title><content type='html'>&lt;strong&gt;JEDDAH, 23 Fevereiro 2004&lt;/strong&gt; – Mais de 14.000 britânicos abraçaram o Islam, de acordo com o jornal britânico Sunday Times. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Citando o primeiro estudo do fenômeno, o jornal disse que as conversões ocorreram por causa da desilusão com os valores ocidentais. O estudo de Yahya (ex-Jonathan) Birt, filho de Lord Birt, ex-diretor-geral da BBC, fornece os primeiros dados confiáveis sobre o assunto delicado do movimento de cristãos em direção ao Islam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando publicamente pela primeira vez sobre sua crença, Birt, cujo doutorado na Universidade de Oxford é sobre os jovens muçulmanos britânicos, argumentou que uma figura inspiradora, similar ao convertido americano Malcom X para os afro-caribenhos, teria que emergir se a próxima etapa, uma conversão em massa entre os britânicos brancos, tivesse que acontecer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Você precisa de grandes figuras transicionais para traduzir algo exótico (como o Islam) para o vernáculo,” disse ele. “A imagem do Islam projetada por movimentos políticos islâmicos não é muito atrativa.”&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A crença tem feito incursões dentro da elite. Nesse final de semana foi divulgado que a bisneta de um primeiro-ministro britânico se converteu. Emma Clark, cujo ancestral, o Primeiro Ministro Liberal Herbert Asquith, levou a Grã-Bretanha à Primeira Guerra Mundial, disse: “Nós estamos fazendo furor; eu espero que não seja uma paixão passageira.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clark, que ajudou a projetar um jardim islâmico para o Príncipe de Wales em Highgrove, está agora ajudando a criar um jardim semelhante para uma mesquita em Woking, Surrey, no lugar de um estacionamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos convertidos foram inspirados pelos escritos de Charles Le Gai Eaton, um ex-diplomata do Escritório de Relações Exteriores.  Eaton, autor de “Islam e o Destino do Homem”, disse: “Eu tenho recebido cartas de pessoas que estão confusas com os padrões do Cristianismo contemporâneo e estão buscando uma religião que não se comprometa tanto com o mundo moderno.” &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Novas evidências chegaram nesse final de semana de que o Islam recebeu uma aceitação formal no coração da elite. A Rainha aprovou arranjos para permitir que os funcionários muçulmanos no Palácio de Buckingham tenham tempo livre para atender às orações de sexta-feira na mesquita: um membro da equipe no departamento financeiro será o primeiro a desfrutar da decisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.arabnews.com/?page=4&amp;section=0&amp;article=39960&amp;d=23&amp;m=2&amp;y=2004&amp;pix=world.jpg&amp;category=World"&gt;Leia a notícia na íntegra em inglês&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-107809398222172605?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107809398222172605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107809398222172605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/02/islam-atrai-britnicos-de-destaque-em.html' title='Islam Atrai Britânicos de Destaque em uma Tendência Crescente'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-107809392138471394</id><published>2004-02-29T18:32:00.000-04:00</published><updated>2004-02-29T18:34:56.403-04:00</updated><title type='text'>As Doutrinas Cristã e Islâmica se Sobrepõem</title><content type='html'>&lt;em&gt;Mansour El-Kikhia, San Antonio Express-News, 2/28/04&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os muçulmanos acreditam que Jesus, assim como Moisés antes dele, foi enviado para mostrar o caminho do bem, da prática da misericórdia e salvação. Assim como os cristãos, os muçulmanos acreditam que ele nasceu de uma virgem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os muçulmanos Jesus completa um ciclo humano, porque assim como Eva foi produto de um homem sem a semente de uma mulher, Jesus é um homem produzido de uma mulher sem a semente de um homem. Os muçulmanos também acreditam que Jesus curou o leproso e realizou milagres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos cristãos não sabem que os muçulmanos acreditam que no final dos tempos Jesus, e não Muhammad, o profeta do Islam, retornará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem, claro, profundas diferenças entre as crenças, mas em uma análise final o Islam está mais disposto a aceitar essas diferenças do que lhe é dado crédito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.mysanantonio.com/opinion/columnists/melkikhia/stories/MYSA27.09B.mansour0227.f64a584.html"&gt;Leia a notícia na íntegra em inglês&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-107809392138471394?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107809392138471394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107809392138471394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/02/as-doutrinas-crist-e-islmica-se.html' title='As Doutrinas Cristã e Islâmica se Sobrepõem'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-107809387080466957</id><published>2004-02-29T18:31:00.000-04:00</published><updated>2004-02-29T18:34:05.826-04:00</updated><title type='text'>O Qatar diz que a Rússia Prendeu Dois de Seus Cidadãos</title><content type='html'>&lt;em&gt;Reuters, 2/28/04&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DOHA, 28 Fevereiro (Reuters)&lt;/strong&gt; – O Qatar disse no sábado que a Rússia havia detido dois de seus cidadãos na quinta-feira – o dia em que o governo de Doha anunciou que tinha acusado dois russos pelo assassinato de um ex-líder rebelde checheno, despertando a fúria em Moscou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agência de notícias do país, QNA, cotou o secretário do Ministério de Relações Exteriores dizendo que o ministro estava em contato com autoridades russas sobre a prisão dos seus dois cidadãos, ambos membros da seleção nacional de luta-livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi dito que os dois foram presos no aeroporto de Moscou na quinta-feira, o dia em que o Qatar acusou dois russos de envolvimento na explosão de um carro que matou Zelimkhan Yandarbiyev no país, em 13 de fevereiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eles foram detidos na chegada no aeroporto de Moscou no caminho para a Sérvia, para participar do torneio de qualificação dos Jogos Olímpicos de 2004,” disse a agência QNA.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;As autoridades de Moscou ficaram furiosas com a prisão no Qatar dos dois russos, que a Rússia reconhece serem espiões mas insiste que estavam envolvidos na luta contra o terrorismo internacional, e não tiveram nada a ver com o assassinato do checheno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.cair-net.org/"&gt;Recebido pela mala direta do CAIR&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-107809387080466957?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107809387080466957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107809387080466957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/02/o-qatar-diz-que-rssia-prendeu-dois-de.html' title='O Qatar diz que a Rússia Prendeu Dois de Seus Cidadãos'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-107809381668479538</id><published>2004-02-29T18:30:00.000-04:00</published><updated>2004-02-29T18:33:11.716-04:00</updated><title type='text'>Professor Envolvido em Questão Sobre Véu Se Demite</title><content type='html'>&lt;em&gt;Hector Becerra, Los Angeles Times, 2/28/04&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um instrutor do Colégio Antelope Valley que ficou sob forte criticismo por ordenar uma estudante muçulmana de 19 anos de idade remover o lenço que cobria seus cabelos em sua aula se demitiu sexta-feira, informaram os responsáveis pelo colégio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robert Daniel, um engenheiro que dava aulas “part-time” desde 2002, se demitiu antes que a diretoria da escola de Lancaster decidisse se ele deveria ser despedido, disse Jackie Fisher, presidente interino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nós podíamos tê-lo despedido – era uma opção – mas ele se demitiu,” disse Fisher. “Ele não será readmitido e nem trabalhará aqui novamente.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estudante, Fajr Burhan, disse que quando ela se dirigiu à aula de ciência de computação dada por Daniel na semana passada ele disse a ela para tirar o hijab ou sair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Burhan disse que ela se recusou, explicando que ela usava o lenço por razões religiosas. Depois dela ter se sentado Daniel pediu a ela que o acompanhasse para fora da sala de aula. Eles encontraram o diretor, que disse a Daniel que ele tinha que respeitar o direito de Burhan de usar o lenço. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.latimes.com/news/local/la-me-scarf28feb28,1,6594938.story"&gt;Leia a notícia na íntegra em inglês&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6372606-107809381668479538?l=islamicchat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107809381668479538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6372606/posts/default/107809381668479538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://islamicchat.blogspot.com/2004/02/professor-envolvido-em-questo-sobre-vu.html' title='Professor Envolvido em Questão Sobre Véu Se Demite'/><author><name>Maria Moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18191638675658659341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6372606.post-107775069721275224</id><published>2004-02-25T19:11:00.000-04:00</published><updated>2004-02-25T19:14:26.920-04:00</updated><title type='text'>Banir o Véu? Não em Toronto</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Estudantes respeitam outras crenças – Proposta francesa é impopular aqui&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os dias estudantes nas escolas de Toronto vêem seus colegas de classe usando símbolos religiosos – cruzes para os cristãos, quipás para estudantes judeus, véus para as jovens muçulmanas seguindo as instruções corânicas para se vestirem modestamente.  Eles também v
