1.10.18

2º Encontro Virtual - com sheikh Abdulaziz (em inglês com tradução para o português)



Nesse 2º encontro virtual o sheikh Abdulaziz fala sobre a importância do zikr (recordação de Deus), a conexão espiritual no Islã e a proximidade com Deus. No final há uma seção de perguntas e respostas sobre os temas com os participantes.



O que vocês pensam quando olham para mim?




Palestra de Dalia Mogahed, diretora de pesquisas do Institute for Social Policy and Understanding (Instituto para Política Social e Entendimento, em tradução livre), nos Estados Unidos. Ex-diretora do Gallup Center for Muslim Studies (Instituto Gallup para Estudos Islâmicos).

Um projeto de paz pintado sobre 50 prédios



eL Seed mistura caligrafia árabe com grafite para pintar coloridas e circulares mensagens de esperança e paz em prédios, da Tunísia à Paris. O artista e membro do TED compartilha a história de seu projeto mais ambicioso até agora: um mural pintado em 50 prédios em Manshiyat Naser, um distrito do Cairo, no Egito, que só pode ser visto em sua totalidade a partir de uma montanha nas redondezas.

O que o meu lenço significa para você?


O preconceito inconsciente é um fator dominante que impulsiona a cultura, e que nos leva a fazer suposições baseadas em nossa educação e influências. Tal preconceito implícito afeta a todas as coisas, e é hora de sermos mais conscientes, mais inteligentes e pessoas melhores. Nessa palestra divertida e sincera, Yassmin Abdel-Magied utiliza um jeito surpreendente para nos desafiar a enxergar além de nossas percepções iniciais.


25.6.18

Curso Islã: Origens, fontes religiosas, crenças e organização política e social

Assalamu alaikum e olá, pessoal.

Se Deus quiser, em agosto pretendo começar uma nova turma do curso "Islã: Origens, fontes religiosas, crenças e organização política e social" (o nome foi alterado para refletir melhor o conteúdo do curso). 

Início previsto: 8 de agosto de 2018.
Dia e horário: 4ª feira, das 20 às 22 horas. 

Investimento: R$ 210,00 parcelados em até 3 vezes sem juros pelo PagSeguro para inscritos até dia 20 de julho de 2018. Após essa data o valor passará para R$ 240,00.
R$ 105,00 (desconto de 50%) até dia 20 de julho de 2018 e R$ 120,00 após essa data, com pagamento em parcela única no boleto para estudantes de universidades públicas e professores da rede pública (necessário comprovar vínculo atual com alguma instituição) e membros da comunidade muçulmana, com prioridade para convertidos(as) com até 5 anos de conversão (necessário informar centro islâmico ou mesquita que frequenta ou está vinculado(a)).

Nesses valores já está incluída uma apostila em formato digital com o conteúdo básico do curso e dados de toda a bibliografia utilizada.

O conteúdo detalhado do curso é:

Conteúdo da 1ª aula: Biografia do profeta Muhammad (saws)
- Fontes mais antigas sobre a vida do profeta Muhammad;
- Comentários e criticismo do livro “Muhammad – a vida do profeta do Islam segundo as fontes mais antigas” de Martin Lings;
- Situação política, econômica e religiosa na Arábia pré-islâmica, de acordo com os relatos contidos no livro citado acima;
- Breve biografia do profeta Muhammad;
- Comentários sobre algumas biografias do profeta Muhammad.
Material complementar: "Breve biografia do Profeta Muhammad e Sermão da Despedida".

Conteúdo da 2ª Aula: O Alcorão
- Finalidade das revelações divinas segundo os muçulmanos;
- Início da revelação do Alcorão;
- Registro escrito e arranjo do Alcorão;
- A ciência da exegese (tafsir) do Alcorão e suas fontes;
- Restrições ao uso de traduções do Alcorão.
Material complementar: 
"Tipos de Wahy (revelação divina)"
"Alguns versículos corânicos tidos como controversos"

Conteúdo da 3ª aula: A Sunnah ou tradições do profeta Muhammad (saws)
- Hadith, seu significado, conceito e autoridade;
- Ensino dos hadiths pelo profeta (saws); 
- Medidas adotadas para difusão da Sunna;
- O sistema de Isnad;
- As especialistas em hadiths.

Conteúdo da 4ª aula: O que é Charia? Noções básicas
- Charia: definições;
- Charia e Tawhid;
- Fontes da Charia;
- Ijtihad;
- Diferença entre Charia e Fiqh;
- As principais escolas sunitas de jurisprudência islâmica;
- Objeções ao uso indiscriminado do ijtihad na época atual.

Conteúdo da 5ª aula: Crença dos muçulmanos: conceitos e definições (1ª parte)
- Diferença entre religião e Din;
- Significados linguísticos da palavra Din aplicados ao contexto religioso e espiritual do Islã;
- Relação com Deus.

Conteúdo da 6ª aula: Crença dos muçulmanos: conceitos e definições (2ª parte)
- Tawhid: Monoteísmo no Islã;
- Negação do antropomorfismo;
- Nomes e atributos de Deus.
Material complementar: "Os 99 nomes ou atributos de Deus no Islã".

Conteúdo da 7ª aula: Relações de gênero no Islã
Papel do homem e da mulher:
- Na sociedade;
- Dentro da família: relação entre marido e esposa, pais e filhos, entre irmãos e com demais parentes.

Conteúdo da 8ª aula: Relação com pessoas de outra religião
- Minorias religiosas na lei islâmica;
- Jurisprudência para muçulmanos como minorias religiosas;
- Relações internacionais no Islã.

Conteúdo da 9ª aula: Definição de jihad
Jihad menor: de 2 tipos, dividido entre a luta armada e a difusão do conhecimento.
Luta armada:
- Critérios e justificativas para a guerra no Islã;
- Ética da guerra no Islã.
Jihad maior: 
Jihad an Nafs - a luta contra o ego.

Mais informações no site do curso: http://cultura-islamica.com

14.4.18

Cultura e civilização islâmicas: desconto para graduandos e professores da rede pública

Instituí uma política de desconto para graduandos de universidades públicas matriculados em algum dos cursos mencionados como público alvo e professores dessas disciplinas atuando na rede pública.
O desconto será de 50% sobre o valor vigente na data da inscrição, ou seja, quem se inscrever até dia 20 de abril pagará R$ 105,00 em taxa única, no boleto. Quem se inscrever depois dessa data pagará R$ 120,00, também em taxa única no boleto. É necessário comprovar vínculo atual com alguma instituição.

Mais informações no site http://cultura-islamica.com



27.3.18

Cursos sobre Cultura e civilização islâmicas

O Islã e os muçulmanos aparecem com frequência na mídia, geralmente de forma estereotipada e que estimula a intolerância religiosa, mas poucos sabem que o Islã tem uma tradição riquíssima e influenciou e ainda influencia positivamente muitas culturas. Considerando a pouquíssima oferta de cursos sobre o assunto em nosso meio acadêmico, surgiu a ideia de oferecer cursos voltados para a cultura e civilização islâmicas usando bibliografia e metodologia islâmicas desconhecidas ou pouco conhecidas no Brasil, fornecendo ferramentas para a análise independente e individual dos fatos por parte das pessoas interessadas.

Os cursos terão como público principal graduandos e pós-graduandos de Ciências Humanas e Sociais, principalmente dos cursos de História, Ciências Políticas e Sociais, Antropologia, Filosofia, Ciências das Religiões e áreas afins, profissionais da educação, mídia e ativistas ligados à diversidade e tolerância religiosa, além de qualquer pessoa que deseje adquirir conhecimento e cultura geral sobre o assunto. 

Todos os cursos serão oferecidos na modalidade à distância em um serviço que integra uma plataforma Moodle com uma sala de aula virtual. As aulas serão em tempo real, ao vivo, e os alunos poderão interagir com a professora durante as aulas, que serão gravadas e ficarão disponíveis para os inscritos durante o curso e por mais 1 mês após o seu término.

1º curso: Islã: Origens e fontes religiosas  INSCRIÇÕES ABERTAS - VAGAS LIMITADAS

​Proposta: apresentar a religião islâmica, sua origem, seus conceitos sociais e religiosos, majoritariamente a partir de fontes clássicas islâmicas não disponíveis no Brasil. 

* Condição política e econômica na Arábia antes do Islã
* Profeta Muhammad: breve biografia

* Fontes religiosas e legais:
- O Alcorão: período da revelação, contexto linguístico e histórico de alguns versículos tidos como controversos, restrição ao uso de traduções.
- Sunnah (tradição) do profeta Muhammad: visão geral
- O que é Sharia? Noções básicas

* Crença dos muçulmanos: conceitos e definições
- Os muçulmanos não costumam usar o termo religião e preferem usar o termo Din quando se referem ao Islã. Qual o significado de Din?
- O Islã é considerado uma das 3 grandes religiões monoteístas no mundo. Os muçulmanos usam o termo Tawhid para definir o chamado monoteísmo islâmico. Qual o significado e as implicações do Tawhid?

* Aspectos sociais:
- Estrutura e relação familiar dentro do Islã: papel do homem e da mulher, relação com os pais, filhos e demais parentes.
- Interação na sociedade

* Relação com pessoas de outras religiões
* Definição de jihad

Objetivos: tentar esclarecer aspectos mal compreendidos da religião e incentivar a pesquisa tendo como ponto de partida a perspectiva dos muçulmanos.


Justificativa: Existe um enorme desconhecimento das fontes tradicionais da religião e de como têm sido entendidas e praticadas pela grande maioria dos muçulmanos ao longo de séculos. A mídia retrata os muçulmanos de maneira estereotipada, gerando muitas vezes casos de intolerância e discriminação religiosa em relação aos muçulmanos. E a rica e profunda tradição de estudos islâmicos, lida através das fontes clássicas, tem sido pouco explorada mesmo nos trabalhos acadêmicos no Brasil. Diante desse quadro, a difusão de conhecimento a partir de bibliografia e pensamento islâmicos pode contribuir para uma melhor compreensão dos muçulmanos e de como podem contribuir para a sociedade na qual estão inseridos, sem abrirem mão de seus princípios religiosos.

Carga horária: 18 horas
Dia e horário: 4ª feira, das 20 às 22 horas. 
Investimento: R$ 210,00 parcelados em até 3 vezes sem juros pelo PagSeguro para inscritos até dia 20 de abril. Após essa data o investimento passa a ser de R$ 240,00, também parcelados em até 3 vezes sem juros no cartão de crédito, pelo PagSeguro. Nesse valor já está incluída uma apostila em formato digital com o conteúdo básico do curso.

Desconto de 50% no valor vigente na data da inscrição com pagamento em parcela única no boleto, para graduandos de universidades públicas matriculados em algum dos cursos mencionados como público alvo e professores dessas disciplinas atuando na rede pública. É necessário comprovar vínculo atual com alguma instituição.

Previsão de início: 2 de maio de 2018.

​As aulas serão ao vivo, em tempo real, permitindo interação com a professora. Possibilidade de emissão de certificado digital, como curso livre.
* Esse curso pode ter o seu conteúdo personalizado para atender grupos de estudo e/ou instituições com objetivos mais específicos.

Mais informações e inscrições pelo site cultura-islamica.com



Hijab, o véu muçulmano

Mulheres usando o véu, ou hijab. Talvez seja essa a primeira imagem evocada na mente das pessoas quando se pensa em muçulmanas. Nessa conversa com a Maria Christina Moreira, ouviremos de uma mulher muçulmana o porquê de usar o hijab, qual sua intenção e finalidade, quais seus significados linguísticos e sociais. As mulheres muçulmanas já têm voz: essa voz precisa ser ouvida por você, por mim e por toda pessoa.



Espiritualidade e Jesus, filho de Maria

Se por um lado o Cristianismo prega o amor, o Islã também o faz. A tradição de espiritualidade do Islã remete à sua origem: ele é muito mais do que um conjunto de permissões e proibições. A entrevistada de hoje, Maria Christina Moreira, nos conta um pouco sobre essa espiritualidade, seus objetivos e papel na religião e nos elucida sobre Jesus, filho de Maria, e Maria, mãe de Jesus, na religião islâmica.


10.12.17

UM APELO URGENTE DOS JUDEUS DE TODO O MUNDO AO PRESIDENTE DONALD TRUMP



IMPORTANTE: Apresento agora uma tradução da carta endereçada ao Presidente Trump por um grupo de judeus ortodoxos que ainda conservam a doutrina judaica tradicional segundo a qual o estabelecimento de um Estado judaico em qualquer lugar do mundo está proibido por ordem divina até a volta do Messias (que a paz esteja com ele). Também eles sofrem na pele todos os dias a opressão do Estado sionista e a violência que eclodiu após o estabelecimento desse Estado ilegítimo. Este é mais um testemunho religioso tradicional e fidedigno acerca do estatuto prescrito por Deus para Jerusalém e para todos os lugares sagrados da Terra Santa até o retorno de Jesus (que a paz esteja com ele).
UM APELO URGENTE DOS JUDEUS DE TODO O MUNDO AO PRESIDENTE DONALD TRUMP
6 de dezembro de 2017
Caro Sr. Presidente,
Visto que o Sr. está considerando publicar uma declaração dos Estados Unidos a respeito da cidade de Jerusalém, permita que nós, da Neturei Karta International (NKI), lhe demos algumas informações sobre a posição judaica tradicional acerca do conflito israelense-palestino. A NKI representa judeus ortodoxos antissionistas e fiéis à nossa Torá que vivem espalhados pelo mundo inteiro, inclusive na Terra Santa e em Jerusalém.
O Sionismo, o movimento que criou o Estado de Israel, é completamente contrário à crença judaica tradicional. O judaísmo é a submissão ao Todo-Poderoso, ao passo que o Sionismo é sua transformação num nacionalismo. No que se refere à criação de um Estado judaico, desde a destruição do Templo, há 2000 anos, os judeus têm vivido exilados por decreto divino e são proibidos de constituir um Estado soberano próprio, de se rebelar contra qualquer nação e, evidentemente, de matar os outros ou tomar a terra de qualquer povo. Desde a época em que o movimento sionista foi criado, rabinos de todas as comunidades judaicas do mundo se manifestaram unanimemente contra ele.
Em julho de 1947, quando a Organização das Nações Unidas estava elaborando o Plano de Repartição da Palestina, o Rabino-Chefe de Jerusalém, Rabi Yosef Tzvi Dushinsky, compareceu e testemunhou perante o comitê da ONU, dizendo: “Quero expressar nossa mais firme oposição à criação de um Estado judaico em qualquer parte da Palestina.” Alguns meses depois, em 18 de novembro de 1947, ao perceber que a ONU realmente levaria adiante a recomendação para que se criasse um Estado judaico, ele enviou à organização um telegrama que dizia: “Nossa comunidade exige que Jerusalém seja uma zona internacional, sob a proteção de vocês, com plena autonomia, e que seus residentes sejam cidadãos livres da zona internacional de Jerusalém.” A ONU atendeu a esse pedido.
A criação do Estado de Israel provocou o sofrimento de palestinos e judeus. Os palestinos foram assassinados e expulsos de suas terras, e os que ficaram foram oprimidos e não têm os mesmos direitos que os cidadãos judeus. Do mesmo modo, a comunidade judaica original da Terra Santa, os judeus religiosos antissionistas, têm sido continuamente atacada e oprimida pelo governo israelense. O mais recente atentado à nossa liberdade é a tentativa do governo de obrigar nossos jovens de ambos os sexos a servir no exército, o que constitui uma rebelião direta contra o Todo-Poderoso.
Declarar que o coração da Terra Santa é a capital oficialmente reconhecida desse Estado ilegítimo é jogar sal numa ferida aberta; é amplificar a catástrofe sofrida pelo povo palestino e a dor sentida pelos judeus religiosos.
Por isso pedimos, Sr. Presidente, que, para o bem de todos os envolvidos, o Sr. repense a declaração planejada.
Oramos ao Todo-Poderoso pelo dia em que judeus e árabes possam mais uma vez viver em paz e harmonia, como vivemos por tantos séculos na Terra Santa antes da ocupação da Palestina.
Que possamos ver o dia em que toda a humanidade se unirá para servir a D’us de todo o coração. Amém.
Link para postagem original, em inglês:
Imagem: Placa, afixada a mando do Rabinato de Israel, na qual se lê que a entrada de qualquer judeu no Monte do Templo (onde hoje ficam a Cúpula Dourada e a Mesquita de al-Aqsa) é proibida pela lei judaica, pois, sendo desconhecida a antiga localização do Santo dos Santos, o judeu correria o risco de pisar inadvertidamente num local sagrado onde somente o Sumo Sacerdote poderia entrar.


Tradução de Marcelo Cipolla


8.12.17

CARTA DOS PATRIARCAS E CHEFES DE IGREJAS LOCAIS EM JERUSALÉM AO PRESIDENTE TRUMP



IMPORTANTE: Esta é uma tradução da carta endereçada ao Presidente Trump pelos líderes cristãos de Jerusalém. Convido todos, especialmente os cristãos que abraçam irrefletidamente o sionismo, a ponderar estas palavras escritas por homens de responsabilidade que conhecem de perto a situação de seus rebanhos e de todos os cristãos, judeus e muçulmanos que habitam Al-Quds, a Cidade Santa. Lembro aos cristãos que a palavra unificada de chefes de tantas igrejas diferentes e normalmente antagônicas pode ser tida como uma posição conciliar local a respeito deste assunto.

CARTA DOS PATRIARCAS E CHEFES DE IGREJAS LOCAIS EM JERUSALÉM AO PRESIDENTE TRUMP
Jerusalém, 6 de dezembro de 2017.
Caro Sr. Presidente,
Conhecemos muito bem e apreciamos a atenção especial que o Sr. vem dispensando nos últimos dias ao estatuto de Jerusalém. Acompanhamos atentos os acontecimentos e julgamos ser nosso dever endereçar esta carta a Sua Excelência.
Em 17 de julho de 2000, endereçamos carta semelhante aos líderes que se reuniram em Camp David para determinar o estatuto de Jerusalém. Com toda a cortesia, eles levaram nossa carta em consideração. Hoje, Sr. Presidente, confiamos em que também o Sr. levará em conta nosso ponto de vista sobre tema tão importante.
Nossa terra foi chamada a ser uma terra de paz: Jerusalém, a Cidade de Deus, é uma cidade de paz para nós e para o mundo inteiro. Infelizmente, contudo, nossa Terra Santa, e com ela a cidade santa de Jerusalém, é hoje uma terra de conflito.
Os que amam Jerusalém estão plenamente dispostos a torná-la uma terra e uma cidade de paz, vida e dignidade para todos os seus habitantes. As preces de todos os crentes que a ela acorrem — das três religiões e dos dois povos que pertencem a esta cidade — sobem a Deus e clamam por paz, como diz o Salmista: “Volta-te para nós, ó Deus Todo-Poderoso! Dos altos céus olha e vê!” (Sl 80.14) Inspira nossos governantes e preenche seus corações e mentes com justiça e paz!
Acompanhamos preocupados, Sr. Presidente, as reportagens acerca da possibilidade de modificar-se a maneira pela qual os Estados Unidos encaram o estatuto de Jerusalém e tratam a cidade. Temos certeza de que tais medidas, caso sejam tomadas, farão aumentar o ódio, o conflito, a violência e o sofrimento em Jerusalém e em toda a Terra Santa, afastando-nos ainda mais da meta da unidade e afundando-nos mais ainda numa divisão destrutiva. Rogamos, Sr. Presidente, que nos ajude a caminhar rumo ao incremento do amor e a uma paz definitiva, que não poderá ser alcançada sem que Jerusalém seja de todos.
Nosso solene conselho e súplica é que os Estados Unidos continuem a reconhecer o atual estatuto internacional de Jerusalém. Qualquer mudança brusca causaria um dano irreparável. Temos confiança em que, com o forte apoio de nossos amigos, israelenses e palestinos poderão trabalhar rumo à negociação de uma paz justa e sustentável, beneficiando a quantos anseiam que a Cidade Santa de Jerusalém cumpra seu destino.
A Cidade Santa poderá ser partilhada e gozada plenamente quando um processo político ajudar a libertar das condições de conflito e violência hoje vigentes os corações de todos os povos que nela habitam.
O Natal está às portas. Trata-se de uma festa de paz. Os anjos cantaram em nosso céu: “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade.” Rogamos que Jerusalém não seja privada da paz neste Natal vindouro; rogamos, Sr. Presidente, que nos ajude a ouvir o que cantam os anjos. Na qualidade de líderes cristãos de Jerusalém, o convidamos a caminhar conosco na esperança enquanto construímos uma paz justa e abrangente para todos os povos desta Cidade Santa, que não tem igual no mundo.
Com nossos melhores votos e nossos desejos de um Feliz Natal,
Os Patriarcas e Chefes de Igrejas em Jerusalém:
— Patriarca Teófilo III, Patriarcado Greco-Ortodoxo
— Patriarca Nourhan Manougian, Patriarcado Apostólico Ortodoxo Armênio
— Arcebispo Pierbattista Pizzaballa, Administrador Apostólico, Patriarcado Latino
— Ir. Francesco Patton, ofm, Custódio da Terra Santa
— Arcebispo Anba Antonious, Patriarcado Ortodoxo Copta, Jerusalém
— Arcebispo Swerios Malki Murad, Patriarcado Ortodoxo Sírio
— Arcebispo Aba Embakob, Patriarcado Ortodoxo Etíope
— Arcebispo Joseph-Jules Zerey, Patriarcado Católico Greco-Melquita
— Arcebispo Mosa El-Hage, Exarcato Patriarcal Maronita
— Arcebispo Suheil Dawani, Igreja Episcopal de Jerusalém e do Oriente Médio
— Bispo Munib Younan, Igreja Evangélica Luterana na Jordânia e na Terra Santa
— Bispo Pierre Malki, Exarcato Patriarcal Sírio-Católico
— Monsenhor Georges Dankaye’, Exarcato Patriarcal Armênio Católico

Tradução de Marcelo Cipolla



21.10.17

A mulher e a espiritualidade no Islã


Palestra proferida no 1º Encontro de Mulheres Muçulmanas do Nordeste - Liberdade Além do Véu, realizado em 10/10/2017 na Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa/PB.

24.7.15

Recitação do Alcorão liberta prisioneiro na Malásia


Esse muçulmano fugiu da perseguição em Burma e entrou de forma ilegal na Malásia, onde foi preso. Na prisão um dos guardas registrou em vídeo sua bela recitação do Alcorão. O vídeo se propagou e ele foi libertado, tornando-se o imame de uma mesquita local.